2017/06/26

Palocci é condenado na Lava Jato a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro

O juiz Sérgio Moro determinou o confisco de US$ 10,2 milhões e a interdição do ex-ministro de exercer cargo ou função pública pelo dobro da pena. Cabe recurso. Outras 12 pessoas foram condenadas.

O juiz federal Sérgio Moro – responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância – condenou o ex-ministro Antonio Palocci a 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Outros 12 réus também foram condenados. Entre eles, está Marcelo Odebrecht, ex-presidente do Grupo Odebrecht (veja lista completa mais abaixo).
A sentença é desta segunda-feira (26): leia na íntegra. Esta é a primeira condenação de Palocci na Lava Jato. O juiz entendeu que ele negociou propinas da Odebrecht, em troca de benefícios em contratos com a Petrobras. Do total negociado, US$ 10,2 milhões foram repassados para os marqueteiros Monica Moura e João Santana, que atuaram em campanhas eleitorais do PT, segundo a decisão judicial. Cabe recurso.
Moro proibiu o ex-ministro de exercer cargo, função pública e de direção em empresas do setor financeiro, entre outras, pelo dobro do tempo da pena. E decidiu ainda o bloqueio de US$ 10,2 milhões, valor que será corrigido pela inflação e agregado de 0,5% de juros simples ao mês.
Palocci foi preso na 35ª fase da operação, batizada de Omertà e deflagrada em 26 de setembro de 2016. Atualmente, ele está detido no Paraná. De acordo com o juiz, ele deve continuar preso mesmo durante a fase de recurso.

Réus condenados


  • Antonio Palocci, ex-ministro: corrupção passiva e lavagem de dinheiro - 12 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão;
  • João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT: corrupção passiva - 6 anos de reclusão;
  • Eduardo Costa Vaz Musa, ex-gerente da área Internacional da Petrobras: corrupção passiva - 2 anos no regime aberto diferenciado, conforme acordo de delação;
  • Marcelo Bahia Odebrecht, ex-presidente da Odebrecht: corrupção ativa e lavagem de dinheiro - 10 anos de reclusão, conforme o acordo de delação;
  • Monica Moura, marqueteira do PT: lavagem de dinheiro - 4 anos e 5 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
  • João Santana, marqueteiro do PT: lavagem de dinheiro - 4 anos e 5 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
  • Renato Duque, ex-diretor da Petrobras: corrupção passiva - 5 anos e 4 meses de reclusão;
  • João Ferraz, executivos da Sete Brasil: corrupção passiva, pena suspensa pelo acordo de delação.
  • Fernando Migliaccio da Silva, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 4 anos e 6 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
  • Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 4 anos e 6 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
  • Luiz Eduardo da Rocha Soares, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 6 anos e 9 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
  • Olívio Rodrigues, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 7 anos e 6 meses de reclusão, conforme acordo de delação;
  • Marcelo Rodrigues, ex-executivo da Odebrecht: lavagem de dinheiro - 3 anos de reclusão e 2 anos de serviço à comunidade, conforme acordo de delação;
  • Luiz Flávio Borges D'Urso, advogado de João Vaccari, disse que essa é mais uma decisão que se baseia exclusivamente em delação premiada, sem que haja qualquer prova que viesse corroborar essa delação. "Os fatos atribuídos ao senhor Vaccari não são verdadeiros, de modo que sua condenação é injusta e dela vamos recorrer."
    O G1 tenta contato com a defesa de Palocci e dos demais citados na reportagem.

    Réus absolvidos


    • Branislav Kontic, ex-assessor de Palocci, foi absolvido dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por falta de provas;
    • Rogério Santos de Araújo, ex-executivo da Odebrecht, foi absolvido do crime de corrupção por falta de provas.

    O que diz a sentença


    A decisão de Moro diz que Palocci recebeu propina para atuar em favor do Grupo Odebrecht, entre 2008 e 2013, interferindo em decisões tomadas pelo governo federal. Segundo a sentença, ele intermediou propinas pagas pela Odebrecht ao Partido dos Trabalhadores (PT). Ex-executivos da empreiteira afirmaram que o codinome "Italiano", que aparece em uma planilha de propina, fazia referência a Palocci. Ele nega ser o "Italiano".
  •  Segundo o processo, do total de valores negociados (cerca de R$ 128 milhões) entre Palocci e a Odebrecht, US$ 10,2 milhões foram foram repassados para os marqueteiros João Santana e Mônica Moura, em troca de serviços eleitorais prestados ao PT. A ação que levou à condenação de Palocci e outros réus trata exclusivamente desses US$ 10,2 milhões.
  • O juiz Sérgio Moro afirmou que foi revelada uma "conta corrente de propinas" com acertos de até R$ 200 milhões. Os valores serviram para alimentar campanhas eleitorais, o que representa fraude, segundo ele.
  • "A contaminação com recursos do crime do processo político democrático é o elemento mais reprovável do esquema criminoso da Petrobras. A culpabilidade é elevada. O condenado agiu enquanto Ministro Chefe da Casa Civil, um dos cargos mais importantes e elevados na Administração Pública Federal. A responsabilidade de um Ministro de Estado é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes", afirma o texto de Moro.
 
Matéria completa em:

 http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/palocci-e-condenado-pelos-crimes-de-corrupcao-passiva-e-lavagem-de-dinheiro-na-lava-jato.ghtml

Por Fernando Castro, Thais Kaniak e Amanda Polato, RPC Curitiba, G1 PR e G1 SP

2017/06/24

FME apoia 1º Torneio Royal Poker Party de Campos neste domingo

O 1º Torneio Royal Poker Party de Campos acontece neste domingo (25), a partir das 14h, no Parente Botequim, localizado na Avenida Pelinca, 429, Centro. Os interessados em participar do torneio poderão se inscrever no mesmo dia. Haverá prêmios e troféus para os primeiros colocados. 
Segundo o presidente da Associação Campista de Texas Hold’em e organizador do evento, Thiago Carvalho, o poker foi reconhecido oficialmente pelo Ministério do Esporte, em 2012, conforme diversos julgamentos baseado no Decreto Lei no 3.688/41, artigo 50. “O que garante o reconhecimento da Confederação Brasileira de Texas Hold’em”, pontuou Thiago.  
Thiago Carvalho destaca ainda, que o objetivo é popularizar o poker e mostrar que não é um jogo de azar, como era visto anteriormente. “Estamos trabalhando para tornar Campos, uma cidade referência nesta modalidade esportiva que exige do praticante habilidade e inteligência. Neste primeiro torneio, estaremos recebendo inscrições para no máximo 60 pessoas, por isso, solicitamos que as pessoas cheguem com antecedência para se inscrever”, disse o organizador. 
O presidente da Fundação Municipal de Esportes (FME), Raphael Thuin, que apoia o evento, ressalta que o número de adeptos vem crescendo no país. Maiores informações podem ser obtidas por meio do telefone (22) 99913 0001 ou na página no Facebook: royalpokerclubcampos
 

2017/06/23

Teatro do Sesi Campos

Petrobras vai instalar quatro novas plataformas na Bacia de Campos

Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil
Plataforma de petróleo
Plataforma de petróleoDivulgação/Petrobras
A Petrobras pretende instalar quatro novas plataformas na Bacia de Campos nos próximos anos. A primeira será o FPSO Cidade de Campos de Goytacazes, destinada à produção de petróleo nos campos de Tartaruga Verde e Tartaruga Mestiça. Outras duas unidades irão operar no Campo de Marlim e a quarta na área do pré-sal na concessão de Albacora.

De acordo com o gerente da área de Projetos Complementares da Bacia de Campos, Mauro Destri, a ideia é que, com a revitalização do Campo de Marlim, a estatal consiga produzir nesta área até 2052.

O projeto de revitalização de Marlim é uma das apostas da Petrobras para reduzir o declínio natural da produção na Bacia de Campos, de acordo com o gerente. O declínio estável da área está em torno de 9%, enquanto a média mundial está em 12%. “Estamos há 40 anos descobrindo, desenvolvendo, produzindo e trazendo unidades novas na Bacia de Campos”, disse Destri, que participou hoje (22) do Brasil Offshore, em Macaé, no norte fluminense.

Além desta proposta, a Petrobras tem investido no aumento da produção por meio de parcerias estratégicas, no desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias e em processos para a extensão do prazo de concessão de demais campos na Bacia de Campos. “O declínio natural dos campos maduros é algo controlado e com a possibilidade até de regressão em alguns momentos, o que nos dá uma segurança de uma Bacia de Campos produzindo por muito mais tempo”, acrescentou o gerente.

Atualmente, a produção na Bacia de Campos é de cerca de 1,3 milhão de barris/dia. Esse volume representa 64% da produção total da companhia do Brasil.

Edição: Luana Lourenço
 

2017/06/21

Justiça manda colocar tornozeleiras em Linda Mara e Thiago Ferrugem

Com a distribuição das tornozeleiras eletrônicas para cumprimento de medidas restritivas de liberdade pela justiça, os vereadores Thiago Ferrugem e Linda Mara devem recebê-las nos próximos dias.

A decisão foi proferida nesta quarta-feira (21), pelo juiz Ralph Manhães, da 100ª Zona Eleitoral que já retornou das férias. Linda Mara e Ferrugem são réus na ação penal que julga a participação deles no esquema criminoso identificado na Operação Chequinho da Polícia Federal em que políticos do grupo de Anthony Garotinho se favoreceram das supostas fraudes no programa municipal Cheque Cidadão para obtenção de votos na eleição de 2016.

Na decisão desta quarta, Manhães manda oficiar os réus “como determinado anteriormente e cuja decisão não foi revogada até a presente data”, finaliza. No dia 11 de maio de 2017, as tornozeleiras ainda não estavam disponíveis para a justiça. Na ápoca, Ralph Manhães explicou que os réus “não podiam ser prejudicados pela demora do órgão estatal responsável pela colocação daquele equipamento”. Ele revogou, então, a prisão domiciliar de Linda Mara e Thiago Ferrugem.

A prisão domiciliar de Linda Mara foi decretada por Ralph Manhães no dia 27 de abril já a de Ferrugem, no dia 17 de abril.

Por uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os dois que estavam afastados das funções de vereadores foram retomados ao cargo.

http://www.jornalterceiravia.com.br/2017/06/21/justica-determina-instalacao-de-tornozeleira-eletronica-em-linda-mara-e-thiago-ferrugem/

Chequinho: Rosinha com recurso negado

O juiz Eron Simas, responsável pelos julgamentos das Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) da Chequinho, negou o recurso da ex-prefeita Rosinha Garotinho (PR), do candidato derrotado à sucessão dela, Dr. Chicão (PR), do ex-vereador Mauro Silva (PSDB), da ex-secretária de Desenvolvimento Humano e Social Ana Alice Alvarenga e da ex-coordenadora do Cheque Cidadão Giselle Koch, condenados em primeira instância no “escandaloso esquema” da troca de votos por Cheque Cidadão, e os multou em 50% do valor de um salário mínimo, por considerar que houve intuito protelatório na apresentação dos embargos. Também nessa terça, na sala de audiência da 2ª Vara Criminal de Campos, aconteceu uma oitiva de testemunhas em mais uma ação movida pelo ex-governador Anthony Garotinho (PR) para tentar afastar o magistrado Ralph Manhães dos julgamentos da ação penal em que é réu também na Chequinho, mesmo após decisões anteriores contrárias do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Matéria completa em:

http://www.folha1.com.br/_conteudo/2017/06/politica/1220884-chequinho-rosinha-com-recurso-negado.html

2017/06/14

Gurovitz: A agressão a Míriam Leitão

A boa educação recomenda o silêncio ou a moderação na voz. Gritar é feio, quantas vezes dizemos isso a nossos filhos? Elevar o tom de voz em ambientes onde deveria prevalecer o diálogo é, por si só, motivo para perder a razão diante do interlocutor. Todos sabemos disso. Que dizer da gritaria em locais públicos, da algazarra cujo objetivo é constranger e intimidar? 

O relato da jornalista Míriam Leitão sobre os impropérios a que foi submetida num voo entre Brasília e Rio de Janeiro no último dia 3 de junho revela as dificuldades que uma parcela significativa do Brasil ainda tem para entender e respeitar a alma da democracia. Isso fica claro tanto no episódio quanto nos desdobramentos que gerou.
À primeira vista, a agressão em si poderia ser classificada apenas como uma molecagem de militantes malcriados, incapazes de respeitar o espaço alheio. Encontram alguém de quem não gostam, reagem como torcedores num jogo de futebol diante de um craque do time adversário, soltam slogans e palavras de ordem para tirá-lo do sério.
Se ficaram à vontade para constranger Míriam, é porque não se sentiram constrangidos. Comandante e tripulação, segundo o relato dela, ficaram apáticos. Nem um policial chamado a bordo bastou para calá-los. As dificuldades práticas suscitadas pela situação não podem servir de pretexto para eximir a companhia aérea de sua parcela de responsabilidade. Falharam os procedimentos destinados a preservar a paz em qualquer voo.
Ainda que lamentáveis, o mau comportamento de passageiros e a omissão de companhias aéreas são frequentes e não distinguem esse incidente de tantos outros. O que distingue o ataque a Míriam é ter se voltado contra uma profissional da imprensa. Para aqueles que gritavam, ela era símbolo da empresa para que trabalha – e também do jornalismo. O time adversário, na visão distorcida dos militantes, é a imprensa livre, espaço de debates e civilização em toda democracia.
É por isso que as reações ao episódio se revelaram ainda mais preocupantes. O PT, partido dos militantes, emitiu uma nota condenando a atitude deles. Mas não se limitou a isso. Repetindo uma fabulação frequente na mitologia petista, em especial nos discursos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atribui ao grupo de comunicação para o qual Míriam trabalha (o Grupo Globo) a “responsabilidade pelo clima de radicalização e até de ódio por que passa o Brasil”. 
Não há, da parte do PT, nenhum tipo de elemento que justifique essa acusação. Se o Brasil vive um clima acirrado de polarização, boa parte da responsabilidade cabe, ao contrário, ao próprio discurso adotado em campanhas do PT (como expliquei num post de minha série publicada há dois anos sobre o assunto).
A retórica maniqueísta do “nós” contra “eles”, “pobres” contra “ricos”, “povo” contra “elite” sustenta até hoje a fabulação petista. Tal lógica distorcida, desmentida por uma realidade bem mais complexa, alinha o “partido” aos  “bonzinhos” – e põe a “mídia no campo dos “malvados”. Trata-se de uma inversão de valores, reproduzida à exaustão pela militância petista nas redes sociais, ignorante sobre o funcionamento do jornalismo e sobre quão essencial ele é para a saúde da democracia.
Democracia é o regime político em que divergências são respeitadas e resolvidas pelo diálogo. Na democracia, o espaço de diálogo é a imprensa profissional. Portanto, só quem não acredita na democracia ataca a imprensa aos gritos. Não se trata de atitude exclusiva de petistas. Está presente na Venezuela de Nicolás Maduro, nos Estados Unidos de Donald Trump, na Rússia de Vladimir Putin e em tantos outros países.
Até mais que o ataque a Míriam, preocupa a tentativa de diminuí-lo e de desmerecer o relato dela, promovida por blogs e militantes nas redes sociais. Testemunhas questionaram sua versão e – à moda daqueles antissemitas que se dizem “apenas antissionistas” afirmaram que os militantes não atacaram Míriam, mas “só a Globo”.
Os vitupérios vieram não apenas de petistas. Houve até quem cometesse o absurdo de considerar a vítima culpada pela agressão e enxovalhasse a própria Míriam por ter sido uma militante de esquerda que combateu a ditadura militar.
Num momento de crise política aguda como a que o Brasil atravessa, tais reações revelam que não estamos livres das tentações autoritárias. É nessas horas que o trabalho da imprensa profissional – e de profissionais da imprensa como Míriam – se torna mais necessário que nunca.
 

 

 

2017/06/13

Sérgio Cabral é condenado a 14 anos e dois meses por corrupção e lavagem de dinheiro

Decisão foi publicada no sistema da Justiça nesta terça-feira (13)

O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, foi condenado pelo juiz Sérgio Moro em uma ação da Lava Jato no Paraná a 14 anos e 2 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
A decisão foi publicada no sistema da Justiça Federal por volta das 11h desta terça-feira (13). Veja a íntegra da sentença.
 
A mulher dele, Adriana Ancelmo, foi absolvida pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por falta de prova suficiente de autoria ou participação. A ré Mônica Carvalho, esposa de Wilson Carvalho, também foi absolvida pelo mesma razão pelo crime de lavagem de dinheiro.
Veja os réus condenados e os respectivos crimes
  • Sérgio Cabral – ex-governador do Rio de Janeiro: corrupção passiva, 12 crimes de lavagem de dinheiro; 14 anos e 2 meses de prisão
  • Wilson Carlos Cordeiro de Silva Carvalho - secretário do governo do Rio de Janeiro durante a gestão de Cabral - corrupção passiva e dois crimes de lavagem de dinheiro; dez anos e oito esses de reclusão
  • Carlos Emanuel de Carvalho Miranda - sócio do ex-governador Sérgio Cabral - corrupção passiva e quatro crimes de lavagem de dinheiro; 12 anos de reclusão

Cabral está preso no Rio de Janeiro desde novembro de 2016. Atualmente, ele está em um presídio em Benfica, onde ficava o antigo Batalhão Especial Prisional (BEP), que foi recentemente reformado. Wilson Carlos está preso em Curitiba.
 
Sérgio Moro também definiu que, pelo crime de corrupção passiva, Cabral terá que pagar 150 dias multa – cada dia multa corresponde a cinco salários mínimos vigentes em outubro de 2008. Pelo crime de lavagem de dinheiro, o estipulado foi 100 dias multa – neste caso, cada dia multa corresponde a cinco salários mínimos vigentes em maio de 2014.
 
“Considerando a dimensão dos crimes e especialmente a capacidade econômica de Sérgio Cabral ilustrada pelo patrimônio declarado de quase R$ 3 milhões e, que considerando o examinado nesta sentença, certamente é maior, fixo o dia multa em cinco salários mínimos vigentes ao tempo do último fato delitivo (05/2014)”, disse o juiz sobre o crime de lavagem.
 
Além desse processo, Cabral é réu em outras nove ações, que são analisadas no Rio de Janeiro.
O G1 tenta contato com a defesa de Cabral, mas até a última atualização desta reportagem não havia conseguido.

Sentença


Para Moro, os atos de corrupção e de lavagem de dinheiro são um fato “assustador”, além de revelar a prática sistemática de crimes graves de corrupção.
"Os atos de corrupção e lavagem reconhecidos na presente sentença inserem-se em um contexto maior de prática sistemática de infrações penais pelo ex-governador e seus associados e que é ilustrado pelas cerca de nove ações penais contra eles já propostas na Justiça Federal do Rio de Janeiro e igualmente encontra prova neste mesmo feito no sentido de que era cobrado um percentual de vantagem indevida em toda obra pública realizada no Estado do Rio de Janeiro”, afirmou Sérgio Moro.
Rogério Nora e Clóvis Peixoto também foram denunciados pelo MPF e se tornaram réus nesta mesma ação penal pelo crime de corrupção ativa. Entretanto, em janeiro de 2017, o MPF requereu a suspensão do processo em relação aos dois, devido ao acordo de colaboração premiada firmado com eles.
Caso haja recurso, Cabral deve responder preso, de acordo com a sentença de Sérgio Moro.

A denúncia

De acordo com o MPF, Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo e outros dois réus – Carlos Miranda e Wilson Carlos – “se valeram do cargo do ex-governador para solicitar e receber vantagem indevida”. Este fato, segundo os procuradores, é motivo para aumento de pena para os crimes de corrupção.
 
Ainda conforme o MPF, o grupo teve envolvimento no pagamento de vantagens indevidas a partir do contrato da Petrobras com o Consórcio Terraplanagem Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), formado pelas empresas Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão. A denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) foi aceita em dezembro do ano passado.
Os procuradores do MPF também destacam que Sérgio Cabral, em conjunto com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, foi o responsável por organizar as tratativas com os executivos da Andrade Gutierrez para solicitação das propinas e, ainda, delegou a pessoas de sua confiança o acerto quanto ao recebimento das vantagens indevidas.
 
Por Adriana Justi e Thais Kaniak, G1 PR, Curitiba

2017/06/12

Sicoob conquista prêmio de melhor solução tecnológica do sistema financeiro cooperativo

O Sistema de Informática do Sicoob (Sisbr) foi contemplado como a melhor solução de automação de cooperativas financeiras do Brasil, durante a 17ª edição do Prêmio efinance, em cerimônia ocorrida dia 7/6 em São Paulo durante CIAB/FEBRABAN, congresso referência na América Latina em tecnologia da informação para o setor financeiro. O sistema foi o vencedor da categoria “Automação e Cooperativa”.

O Sisbr, como é conhecido desde 2001 quando de sua implantação em uma cooperativa do Sicoob, é uma moderna e robusta solução de automação bancária que realiza o controle financeiro, contábil, operacional e de apoio à decisão para instituições financeiras. Dentre as suas principais características destacam-se um portfólio com mais de 40 módulos integrados, desenvolvimento próprio por equipes técnicas altamente qualificadas e conhecedoras do negócio, compliance com regulação, processos consolidados de governança, solução multi plataforma e fortemente parametrizada, presença nos principais canais de atendimento, monitoração 24X7, serviços críticos contingenciados geograficamente, dentre outros.

Orientado para o futuro, Sisbr está em constante evolução tecnológica, modernizando seus produtos e serviços para propiciar o crescimento dos negócios do Sicoob. Este sistema é utilizado diariamente por mais de 35 mil funcionários e dirigentes para atendimento presencial nos mais de 2.500 pontos de presença física do Sicoob espalhados pelos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal.
 
O Sisbr traz ainda para os mais de 3,7 milhões de cooperados toda a comodidade e facilidades constantes nos canais digitais, que atualmente contam com mais de 200 transações de negócio disponíveis para uso 24 horas por dia e sete dias por semana.
 
Além da premiação do Sisbr, o Sicoob conquistou 2 outros importantes prêmios nessa edição do efinance 2017. O case “MRS – Monitora Rede Sicoob”, premiado na categoria “Plataforma de Informação”, demonstra como a implantação da Plataforma de Monitoração auxiliou no aprimoramento dos controles e processos relacionados ao monitoramento dos canais digitais, garantindo uma experiência única aos cooperados do Sicoob. O outro case “Canais Digitais do Sicoob”, premiado na categoria “Canais Digitais”, demonstra como elevar o grau de satisfação dos cooperados e fortalecer a atuação sistêmica do Sicoob no mercado financeiro nacional, com a adoção de novas tecnologias e o uso efetivo de plataformas no ambiente digital.
 
“É um grande orgulho para o Sicoob, pois mostra que estamos no mesmo nível dos grandes bancos em automação bancária. Ter um reconhecimento público de uma revista indica que estamos no caminho correto”, declara Henrique Castilhano Vilares, presidente do Sicoob. “O mundo da TI evolui a cada segundo. Hoje há uma concorrência muita grande, principalmente na movimentação digital. Estamos orgulhosos em poder prestar aos nossos cooperados, ao nosso sistema, a melhor tecnologia que o País dispõe hoje. E não somos nós que estamos dizendo isso, é a imprensa específica de automação bancária”, completa Vilares.
O Sicoob já recebeu outros reconhecimentos de mercado com diversos cases premiados em eventos nacionais e internacionais.
 
Prêmio efinance
 
O Prêmio efinance foi criado em 2001 pela Revista Executivos Financeiros e tem como objetivo identificar e destacar os mais importantes projetos na área de TIC implementados pelas organizações financeiras no Brasil. A ideia da premiação é contemplar as soluções de ponta que estão contribuindo decisivamente para elevar a eficiência operacional, aprimorar a gestão e adicionar real valor aos negócios de bancos, seguradoras, financeiras, empresas de meios de pagamentos e demais players que atuam no setor.
 
Sobre o Sicoob
 
O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 3,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por 485 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas de: cartões, consórcios, DTVM, seguradora, previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2,5 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras.
Mais informações acesse: www.sicoob.com.br
 
Em Campos dos Goytacazes: www.sicoobfluminense.com.br

2017/06/08

TRF nega pedido da defesa de Lula e critica banalização de habeas corpus

O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), negou pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para realização de diligências para produção de novas provas no processo que acusa o petista pelos crimes lavagem de dinheiro e ocultação de bens, nos quais ele teria recebido valores indevidos de empreiteiras. Gebran Neto também negou o pedido de suspensão da ação penal relacionada ao caso do triplex no Guarujá.

Ele ressaltou que a decisão de avaliar a necessidade de novas diligências cabe ao juiz de primeira instância, neste caso, Sérgio Moro. “Cabe ao julgador aferir quais são as provas desnecessárias para a formação de seu convencimento, de modo que não há ilegalidade no indeferimento fundamentado das cópias que a defesa pretendia, notadamente se impertinentes à apuração da verdade”.

Além de negar o pedido, o desembargador teceu críticas ao expediente utilizado pela defesa do ex-presidente, que impetrou um habeas corpus, comumente utilizado para pedir a liberdade de acusados. “A impetração de habeas corpus destina-se a corrigir eventual ilegalidade praticada no curso do processo, sobretudo quando houver risco ao direito de ir e vir do investigado ou réu”. O desembargador recomendou ainda que o recurso do habeas corpus não seja banalizado.
 
“Embora pareça excesso de rigor, impera a necessidade de melhor otimizar o uso do habeas corpus, sobretudo por se tratar de processo afeto à Operação Lava-Jato, com mais de 400 impetrações, boa parte delas discutindo matérias absolutamente estranhas ao incidente. A par disso, a jurisprudência do tribunal tem sido flexível em alguns casos - porque não dizer tolerante - de impetrações sem afeição com o direito à liberdade”.

Em nota, o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, afirma que a produção de novas provas são importantes “para deixar claro que o ex-presidente não foi beneficiado, direta ou indiretamente, por qualquer valor proveniente da Petrobras e tampouco recebeu a propriedade do tríplex”. Zanin também justificou o grande número de pedidos de habeas corpus com o que ele chamou de “sistemática violação de garantias e direitos de Lula” por parte de Sérgio Moro.

“A ideia de restrição do habeas corpus não é compatível com a Constituição Federal e não pode ser aplicada pelos tribunais", completou.

https://br.yahoo.com/noticias/trf-nega-pedido-da-defesa-002925901.html

Receita libera nesta quinta-feira consulta ao 1.º lote de restituição do IR 2017

Consulta está disponível desde as 9h desta quinta-feira (8) no site da Receita Federal; R$ 3 bilhões serão devolvidos a 1,6 milhão de contribuintes

A Receita Federal liberou nesta quinta-feira (8), às 9h, a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoas Físicas 2017. O primeiro lote também incluirá restituições residuais de 2008 a 2016, informou a Receita.

No total, R$ 3 bilhões serão transferidos a 1.636.218 contribuintes. O crédito será feito em 16 de junho.
 
 Por lei, idosos e contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou com alguma doença grave têm prioridade na restituição neste primeiro lote.
 
Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet (http://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/Atrjo/ConsRest/Atual.app/paginas/index.asp) ou ligar para o telefone 146.
 
As restituições começam a ser pagas em 16 de junho e seguem até dezembro, para os contribuintes cujas declarações não caíram em malha fina.

Balanço do IR

A Secretaria da Receita Federal informou que recebeu 28.524.560 declarações do Imposto de Renda até o fim do prazo, que terminou às 23h59 de 28 de abril.
 
Foram mais declarações do que o governo esperava (a expectativa da Receita era receber 28,3 milhões de declarações neste ano). Desse total, 184.348 foram enviadas por dispositivos móveis.
 
Quem perdeu o prazo e não entregou a declaração do IRPF 2017 já pode regularizar a situação. As declarações atrasadas estão disponíveis desde o dia 2 de junho. Mas o contribuinte estará sujeito a multa de 1% do imposto devido, limitada a 20%, ou o mínimo de R$ 165,74.
 
Os contribuintes que enviaram a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, receberão mais cedo as restituições, caso tenham direito.
 

2017/06/06

Chequinho: Rosinha, Chicão e mais três condenados na Aije principal

O juiz Eron Simas proferiu a sentença em primeira instância da principal Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) do “escandaloso esquema” da troca de Cheque Cidadão por votos. A ex-prefeita Rosinha Garotinho (PR), seu vice e candidato a prefeito no último pleito, Chicão Oliveira (PR), o ex-vereador Mauro Silva (PSDB), que disputou como vice com Chicão, foram condenados a oito anos de inelegibilidade, a contar do pleito de 2012. Também foram condenadas a ex-secretária de Desenvolvimento Humano e Social Ana Alice Alvarenga e Gisele Koch, ex-coordenadora do programa de transferência de renda. Cabe recurso.
 
O magistrado observou que “quanto à investigada Rosângela Rosinha Garotinho Barros Assed Matheus de Oliveira, não é crível, nem lógico, que tenha sido alijada do processo decisório que resultou no esquema fraudulento com o programa Cheque Cidadão. De outro lado, mesmo que se admita, por suposição, essa possibilidade, não há como escapar do juízo de responsabilidade que advém de sua flagrante omissão, ao permitir tamanha violação aos cofres públicos do Município que comandava”.
 
Eron Simas diz ainda, na sentença, reconhecer “o abuso de poder político e de poder econômico praticados pelos investigados, tendo em vista que os candidatos da Coligação Frente Popular Progressista de Campos obtiveram verdadeiro – e ilegal – patrocínio dos cofres públicos nas Eleições de 2016, impulsionado por milionário esquema de compra de votos engendrado a partir do desvirtuamento do programa social Cheque Cidadão”. O juiz também decidiu pela cassação dos registros de Chicão e Mauro, bem como a anulação dos votos que eles receberam no pleito de 2016.
 
A ação principal da Chequinho foi proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) em setembro do ano passado, em meio às investigações da fraude no Cheque Cidadão. Segundo a Procuradoria, havia um grande esquema organizado pelos gestores na ocasião, incluindo a então prefeita Rosinha Garotinho. O “escandaloso esquema”, como classificou o MPE, foi montado para a obtenção de votos em favor de candidatos apoiados pelo governo. Em troca, por meio de cabos/apoiadores eleitorais a eles ligados, eram oferecidas inscrições no programa social.
 
A ação tomou por base a análise de documentos apreendidos na sede da secretaria de Desenvolvimento Humano e Social e três Centros de Referência da Assistência Social (Cras). No decorrer das investigações, Ana Alice e Gisele chegaram a ser presas preventivamente. Além da ação eleitoral, na qual agora estão condenadas, elas também são rés em ação penal.
 
Segundo a Promotoria, o número de beneficiários saltou de 12 mil para 30 mil no período investigado. Além da Aije principal, já foram condenados em primeira instância candidatos eleitos e não eleitos acusados pelo MPE da participação no esquema. No caso de Jorge Magal (PSD) e Vinicius Madureira (PRP), as condenações doram mantidas, em parte, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Eles podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 

Ainda a terrível herança rosa

Números da crise: Morar Feliz

A “parceria” concretizada no maior contrato já firmado na história do município - quase R$ 1 bilhão junto com os aditivos - além de citação em delação premiada também resultou em irregularidades. É o que aponta auditoria realizada nos contratos da Prefeitura de Campos com a empreiteira Odebrecht Ltda. Das 4.554 mil casas previstas para a segunda fase do programa Morar Feliz, apenas 708 foram entregues e 682 estão inacabadas. O valor de cada unidade, segundo o que foi levantado pelos auditores, chega a mais de R$ 300 mil.
 
De acordo com a auditoria, na primeira fase do Morar Feliz, foram construídas 5.100 casas. Já na segunda etapa, seriam 4.574 unidades ao valor de R$ 476.565.447,55. O prazo de conclusão era de 36 meses - entre 2013 (o contrato foi assinado em 28 de fevereiro daquele ano) e 2016. A obra completa deveria ter sido entregue em abril do ano passado, porém, isso não aconteceu.
 
As casas deveriam ter sido construídas em 24 localidades, mas somente em cinco houve movimentação. Em Ururaí, foram entregues 504 casas, ficando 308 inacabadas e 32 para serem entregues. Em Donana, 364 inacabadas. Também foram entregues casas em Tócos (84), Saturnino Braga (90) e Dores de Macabu (30).
 
Os auditores destacaram que as casas inacabadas estão sofrendo com a ação do tempo. Em Santo Eduardo, houve terraplanagem que já se deteriorou também, causando dano ao erário público. Além disso, em unidades entregues havia pessoas morando e que não são aquelas a quem as unidades estavam destinadas.
 
A subcontratação da empresa Construsan Serviços Industriais Ltda, ao valor de R$ 142.954.613,79, e mais de R$ 29 milhões em despesas sem empenho também foram apurados. Entre as recomendações dos auditores, estão o empenho de despesas, levantamento de custo de obras iniciadas e da invasão de casas, além da conclusão das inacabadas.
 

2017/06/05

Ecobike reúne mais de 900 pessoas pela preservação do ambiente e solidariedade

Mais de 900 pessoas participaram, na manhã deste domingo (4), do passeio ciclístico "Ecobike - Saúde, Ecologia, Solidariedade", promovido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Ambiental (SMDA), em parceria com a iniciativa privada, como parte das comemorações da Semana Mundial do Meio Ambiente. As atividades começaram na última quinta-feira (01) e vão até esta segunda-feira (5). A largada foi da Praça do Santíssimo Salvador, no Centro, depois de um "aulão" de aquecimento, comandado pelo professor Thiago Gomes, com os hits mais tocados do momento.

O Ecobike teve o patrocínio do Sicoob Fluminense, Rio Cap, Realiza Construtora, Aparavidine e Unimed Campos. 

­- Eu gosto muito de atividade física e trouxe a minha filha para ela ir se acostumando - afirmou a farmacêutica Bruna Borges Machado, apontando para a pequena Júlia, de seis anos. Para a operadora de telemarketing Lauriane Leandro, 35, o percurso de 14 quilômetros não assustava. "Sempre pedalo até a Lagoa de Cima, fazendo ida e volta. Cerca de 60 quilômetros no geral", explicou.

Dada a largada, 20 motociclistas do Grupo Defensores tomaram a frente. Logo atrás, cerca de 70 integrantes do grupo "Psicopatins", que há um ano se reúne todas as noites no Centro para praticar o esporte. "Fomos convidados para ir na frente dos ciclistas e aceitamos de imediato. É muito legal participar de projetos que estimulem a atividade física", afirmou a engenheira civil Joana Santos, 29.

O grupo partiu do Centro pela Avenida Rui Barbosa, pegou a Travessa Julio Feydit, a Rua 21 de Abril, Rua dos Goytacazes, Rua Ovídio Manhães, Rua Riachuelo e as avenidas Alberto Lamego e Arthur Bernardes, onde todos pararam na altura da rotatória onde acontecia o Projeto "Via Esporte". No local, houve o plantio simbólico de uma muda de Ipê roxo, reunindo o secretário de Desenvolvimento Ambiental, Leonardo Barreto, e o presidente da Fundação Municipal de Esportes, Raphael Thuin.

Muda plantada, hora de pegar as bikes novamente para concluir o trajeto da Arthur Bernardes, pegar a Avenida Nilo Peçanha e a Avenida José Alves de Azevedo (Beira Valão), completando os 14 quilômetros em pouco mais de uma hora e 40 minutos.

Na Praça do Santíssimo Salvador, foi feito o sorteio de diversos brindes, como camisetas do passeio, luvas de ciclistas e squeezes entre os participantes. E também três bicicletas disponibilizadas por um dos parceiros da promoção. Os sortudos foram o técnico em eletrônica Manoel José Dias, 55; a professora Tatiana Barroso, 40, e a vigilante desempregada Gerlane Paes Leal, 35. Todos receberam as bikes das mãos do secretário Leonardo.

- Quase não acredito. Estou muito emocionada. Tenho participado desses passeios ciclísticos da prefeitura este ano com meus familiares e todos brincam comigo, porque minha bicicleta é a mais velhinha. Essa nova chega em boa hora - afirmou Gerlane.

O secretário Leonardo Barreto avaliou o passeio, que também arrecadou alimentos para o Asilo do Carmo, como um verdadeiro sucesso. "Isso mostra como é importante a realização de parcerias entre o poder público e a iniciativa privada. E neste caso, na promoção da saúde, da preservação do meio ambiente e da solidariedade", concluiu.
 
Por: Edson Cordeiro - Foto: Marcos Gonçalves, Luís Macapá e Valmir Oliveira
c/ed.

2017/06/03

MPF pede condenação de Lula e multa de R$ 87 milhões no caso do tríplex

O MPF (Ministério Público Federal) entregou, na noite desta sexta-feira (02), as alegações finais do processo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no chamado caso do tríplex. O MPF pediu ao juiz Sergio Moro, da Justiça Federal do Paraná, que Lula seja condenado. Ele é acusado de ter recebido R$ 3,7 milhões em propina por conta de três contratos entre a OAS e a Petrobras.
 
Segundo o documento protocolado nesta sexta, o MPF pede a condenação de Lula pela prática de corrupção passiva três vezes e pelo de lavagem de dinheiro outras 34 vezes. A Procuradoria pede condenação à prisão, em regime fechado. Além disso, solicita a Sergio Moro que o ex-presidente pague R$ 87.624.971,26, que seria "correspondente ao valor total da porcentagem da propina paga pela OAS". O ex-presidente nega todas as acusações.
 
O MPF alega que os valores foram repassados a Lula por meio da reforma de um apartamento tríplex no Guarujá (SP) --que seria propriedade do petista, segundo a procuradoria-- e do pagamento do armazenamento de bens, como presentes recebidos, no período em que ele era presidente. A sentença de Moro neste processo está prevista para após o dia 20 de junho, quando se encerra o prazo para a defesa do ex-presidente apresentar também suas alegações finais.

Sentença sobre processo do tríplex sai a partir de junho

Interrogado por Moro no dia 10 de maio, Lula confirmou ter visitado o tríplex em fevereiro de 2014 acompanhado da ex-primeira-dama Marisa Letícia. O petista atribuiu à sua falecida mulher o interesse pelo imóvel, "certamente para fazer investimento", mas afirmou que a compra não foi fechada. Segundo o ex-presidente, Marisa "não gostava de praia" e ele próprio havia identificado "quinhentos" defeitos no apartamento.

Nas alegações finais, assinadas pelo procurador da República encarregado da Operação Lava Jato -- Deltan Dallagnol --, Lula é apontado como o responsável "pela promoção e pela organização do núcleo criminoso que se instaurou no seio das empresas do Grupo OAS, assim como pelo comando das atividades criminosas por meio delas perpetrados".

Além de Lula, o MPF também pediu a condenação de outras seis pessoas no caso. Do ex-diretor-presidente da OAS Agenor Franklin Magalhães Medeiros (corrupção ativa), do ex-diretor da OAS Roberto Moreira Ferreira (lavagem de dinheiro), do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto (lavagem de dinheiro); do executivo da OAS Paulo Gordilho (lavagem de dinheiro), do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro (corrupção ativa e lavagem de dinheiro) e do ex-presidente da OAS Empreendimentos Fabio Horia Yonamine (lavagem de dinheiro).

O MPF destacou que, mesmo na ausência de um acordo formal de delação premiada, Léo Pinheiro, Agenor Medeiros e Paulo Gordilho colaboraram com as investigações e devem ter suas penas reduzidas pela metade. No entanto, ressaltou no texto que, diante "de um dos maiores casos de corrupção já revelados no país", é preciso afastar "a timidez judiciária na aplicação das penas quando julgados casos que merecem punição significativa".

Procurada, a defesa do ex-presidente Lula não respondeu às alegações até a publicação do texto.

Lula diz que não cometeu crime porque não há escritura

Leia mais em: http://zip.net/bgtKj6
Do UOL

Matéria completa em:
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2017/06/03/mpf-pede-condenacao-de-lula-por-corrupcao-e-lavagem-no-caso-do-triplex.htm

2017/06/02

Distribuição e números de Unidades de Atendimento das Cooperativas de Crédito no Brasil

Em dez-16, as cooperativas singulares de crédito detinham 5.633 unidades de atendimento (sedes + postos de atendimento), conforme Tabela A.1.2, representando um acréscimo de 0,72 % em relação a set-16. Foram abertos 80 pontos de atendimento e fechados 26 no trimestre. Destaca se que a região Sul foi a que mais contribuiu para esse desempenho (22 unidades) em decorrência, principalmente, do Estado do Paraná, onde foram abertas 12 unidades.
Grafico 1_1 Unidades de Atendimento Cooperativo
Segundo a forma de organização as cooperativas de três níveis representavam 88,85% (5.005), as de dois níveis 5,04% (284) e as cooperativas não filiadas a centrais 6,11% (344) (Tabela A.1.2). Destaca-se que as cooperativas organizadas em sistema de três níveis aumentaram 41 unidades de atendimento em relação ao trimestre anterior.
 
Com relação à região geográfica, 2.739 das unidades de atendimento estão localizados na Região Sul, a qual teve crescimento de 22 unidades de atendimento. As regiões Norte e Nordeste apresentaram queda de 6 unidades de atendimento em relação ao trimestre anterior (Tabela A.1.3).
Tabela A_1_2 Unidades de Atendimento por Níveis Organizacionais Dezembro_2016
Tabela A_1_3 Unidades de Atendimento por Região e Estados Dezembro_2016

Grafico 1_2 Unidades de Atendimento por Região
As unidades de atendimento cooperativo apresentaram variação positiva nos últimos cinco trimestres, sendo a média de crescimento no período de 0,73%, enquanto o número de agências bancárias apresentou recuo no período. ( A redução do número de agências bancárias vem ocorrendo desde abr-15 e deve-se, em grande, parte ao movimento de transformação de agencias em postos de atendimento bancário, principalmente no Itaú).
Grafico 1_3 Variação de Unidades de Atendimento Cooperativo e Agências Bancárias
Comparando o somatório das unidades de atendimento das cooperativas singulares com as agências dos bancos comerciais, o cooperativismo de crédito se apresentou como a maior rede de atendimento (esta análise não inclui os postos de atendimento bancário) nos últimos cinco trimestres.
Tabela 1_2 Unidades de Atendimento Cooperativo e Agências Bancárias
O crescimento na quantidade de agências do Bradesco foi em decorrência da aquisição do HSBC.
Clique no link para consultar na íntegra o Relatório do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo – SNCC 4º Trimestre de 2016.
Fonte: http://www.fgcoop.coop.br

2017/05/31

Delegado que investigava morte de Teori Zavascki é assassinado em SC

Foi morto nesta madrugada em Florianópolis o delegado designado pela Polícia Federal para investigar a morte do ministro do STF, Teori Zavascki, morto em janeiro num acidente de avião em Paraty-RJ. Adriano Antonio Soares estava com outro colega, Elias Escobar quando teriam sido mortos após um desentendimento em um bar. As informações são “Zero Hora”.
 
O proprietário do bar também foi ferido e está internado.
 
Teori Zavascki era o juiz do Supremo Tribunal Federal na relatoria da Operação Lava Jato e o principal nome nas decisões do STF que envolviam envolvidos nas investigações da Polícia Federal e tinham foro privilegiado. Ele morreu num acidente de avião quando voltava de um fim de semana em Paraty no hotel de um amigo. O filho do juiz, em mais de uma vez, declarou ter dúvidas sobre se seu pai poderia ou não ter sido morto por conta de seu trabalho com a Lava Jato.
 
 
Adriano era o chefe da Polícia Federal em Angra dos Reis desde 2009 e era delegado da PF desde 1999. Junto com Adriano estava Elias Escobar, que chefiou a PF em Niterói e Volta Redonda e investigou envolvimento de policiais civis com o tráfico de drogas e ação de milícias.
 
De acordo com informações da Polícia Militar, uma terceira pessoa também foi baleada. A ocorrência foi registrada por volta das 2h.
 
Os policiais estavam em uma casa noturna na rua Fúlvio Aducci, no bairro Estreito quando teria ocorrido um desentendimento entre frequentadores e tiroteio. Eles não estavam em serviço.
 
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, com apoio da Polícia Federal. 
 
Segundo a PF, as vítimas estavam em Florianópolis participando de um curso.
(Com informações do G1).
 

2017/05/24

CPIs vão investigar contratos da Odebrecht e EMEC no governo Rosinha

Duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) vão apurar os contratos assinados pelo governo Rosinha Garotinho (PR) com as empresas Odebrecht e Emec. A leitura dos pedidos de CPI, com os respectivos pareceres favoráveis da Procuradoria Legislativa, foi feita agora há pouco pelo presidente da Câmara Municipal de Campos, Marcão Gomes (Rede).
 
 As duas CPIs deverão ser instaladas na próxima semana com prazo de 180 dias para concluir as investigações. A Odebrecth foi contratada por cerca de R$ 1 bilhão para construção de casas populares e dois de seus diretores, Bendito Júnior e Leandro Azevedo, que são também delatores da Operação Lava Jato disseram, em depoimento ao Ministério Público Federal que repassaram R$ 9,5 milhões, em recursos de caixa 2, para as campanhas de Rosinha e do ex-secretário Anthony Garotinho.

EMEC - Para a CPI da EMEC, aquela empresa contratada para cuidar das praças e jardins da cidade, assinaram os vereadores Genário, Igor Pereira, Silvinho Martins, Jorginho Virgilio, Mmarcelo Perfil, Enock Amaral, Marcão Gomes, Fred Machado, Claudio Andrade, Abu, José Carlos, Marcos Bacelar e Pastor Vanderli.

ODEBRECHET - Para a CPI da Odebrecht assinaram os vereadores Genásio, Abu, Cláudio Andrade, Fred Machado, Jose Carlos, Marcão Gomes, Nenen, Álvaro Cesar, Pastor Vanderli, Marcos Bacellar, Igor Pereira, Silvinho Martins e Jorginho Virgílio.
 
c/ed.

Vandalismo: tropas militares em Brasília

16:27 – Ministro da Defesa declara intervenção federal segundo a Garantia da Lei e da Ordem. Tropas Militares chegam ao Palácio do Itamaraty e a Esplanada dos Ministérios.

http://veja.abril.com.br/brasil/ministerio-e-incendiado-e-predios-sao-evacuados-no-df-siga/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification

Vandalismo predomina em manifestação em Brasília

Dois ministérios são incendiados em Brasília; governo evacua todos os prédios da Esplanada

Jéssica Nascimento e Bernardo Barbos
Do UOL e colaboração para o UOL, em Brasília











2017/05/22

Rodada de negócios: Sicoob Fluminense atende PJs


 
 
               

Com o objetivo de incrementar o apoio a empreendedores e a captação de pessoas jurídicas como associadas, o Sicoob Fluminense organiza na terça-feira, 23 de maio, com o apoio do Sebrae-RJ e da Organização das Cooperativas do Brasil-OCB/RJ, a "Rodada de Crédito Sicoob para Pequenos Negócios". Será no auditório do IFFluminense, em Campos dos Goytacazes, campus Centro, a partir das 18 horas.

O evento, que está dispensando pré-inscrições, é voltado basicamente para pequenos e médios empresários de Campos e de toda a região, que terão a oportunidade de conhecer ou tirar suas dúvidas sobre linhas de crédito e os produtos e serviços financeiros que são direcionados atualmente pela cooperativa de crédito justamente para as pessoas jurídicas. Hoje o Sicoob Fluminense já tem cerca de 1.200 PJs cooperadas.

 http://www.sicoobfluminense.com.br/site/

RJ tenta prorrogar estado de calamidade nesta terça e vota projeto do pacote de austeridade na quarta

Projetos serão votados nesta semana na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Um deles prevê aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%.

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) terá uma semana agitada a partir desta terça-feira (23), com a votação de projetos polêmicos. O primeiro deles prevê a prorrogação do estado de calamidade pública até 2018, que teve a votação adiada na semana passada ao receber emendas.

O segundo, que será votado na quarta (24), prevê o aumento da contribuição previdenciária e faz parte do pacote de austeridade apresentado pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em novembro do ano passado.
 
Durante a votação de alguns de seus projetos, a Alerj foi palco de manifestações violentas de servidores contrários ao arrocho.

1. Prorrogação do estado de calamidade

O Governo do Rio de Janeiro tenta ampliar o estado de calamidade pública. O decreto original, de novembro do ano passado, previa a validade até o fim deste ano. Agora, o prazo pode ser ampliado por mais um ano — até o fim de 2018. O pedido é do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e será votado na terça-feira na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em regime de urgência.
 
Com o decreto, o estado tem base legal para descumprir alguns artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) sem sofrer as sanções previstas na legislação.
2. Aumento da contribuição previdenciária: de 11% para 14%

Um dos mais duros projetos do pacote de austeridade, apresentado no ano passado pelo governador Pezão, volta à pauta da Alerj na quarta-feira. A proposta prevê o aumento da alíquiota previdenciária de 11% para 14%.
 
Afastado para tratar um câncer, o presidente licenciado da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), chegou a dizer que só votaria o projeto quando os salários estivessem em dia.
 
"Não é possível falar com um servidor de que aumentaremos os descontos previdenciários com ele tendo os vencimentos atrasados", disse em fevereiro.
 
 
Por Gabriel Barreira, G1 Rio

2017/05/18

Temer: "Não renunciarei!"

Em curto pronunciamento oficial feito minutos atrás, o Presidente Michel Temer falou das acusações surgidas na noite de ontem, envolvendo seu nome em denúncias de atos ilícitos, e foi enfático ao dizer que não vai renunciar. Chamou as gravações de clandestinas e pediu urgência na apuração dos fatos.
Toda a sociedade aguarda ansiosa o novo capítulo desta série...

2017/05/17

Sicoob apresenta resultado de R$671 milhões no primeiro trimestre

O resultado é 15,4% maior do que o alcançado no mesmo período ano passado.

O maior sistema de cooperativas financeiras do País, Sicoob, registrou resultado de R$671 milhões no primeiro trimestre de 2017. O avanço foi de 15,4% em relação ao mesmo período em 2016, quando o saldo foi de R$581 milhões.
 
Os ativos totais registraram salto de 27,4%, ultrapassando a casa dos R$80 bilhões. Já as operações de crédito somaram R$38,7 bilhões, alta de 10,6%, mantendo o compromisso da instituição de, mesmo em período de recessão, atender a demanda por crédito de seus cooperados. O patrimônio líquido obteve alta de 15,5%, um crescimento de R$16,6 bilhões ante os $14,4 bilhões alcançados no ano passado.
 
No primeiro trimestre, o Sicoob registrou aumento de 29,2% em depósitos totais, atingindo R$51,5 bilhões. Em relação aos depósitos à vista, o sistema cresceu 26,3%, com R$8,5 bilhões registrados. Os depósitos a prazo somaram R$35 bilhões, alta de 28, 9%. Os depósitos na poupança também tiveram avanços se comparado ao ano de 2016, registrando R$3,2 bilhões, alta de 15,8%.
 
O Sicoob disponibilizou aos seus 3,7 milhões de cooperados, 129 novas agências até março de 2017, totalizando 2.587 pontos de atendimento em todo o País. Também estão disponíveis cerca de 880 Correspondentes Cooperativos, mais de 3.200 Postos de Atendimento Eletrônico (PAE) e 20 mil máquinas da Rede Banco24Horas.
 
Sobre o Sicoob
 
O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 3,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por 485 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação).
 
Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas de: cartões, consórcios, DTVM, seguradora, previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2,5 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras.
 
rua Dr. Siqueira, 278, parque Dom Bosco (em frente ao portão principal do IFFluminense)
Tel. (22) 27262750