2017/05/25

Robótica submarina: evento no Senai Campos


2017/05/24

CPIs vão investigar contratos da Odebrecht e EMEC no governo Rosinha

Duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) vão apurar os contratos assinados pelo governo Rosinha Garotinho (PR) com as empresas Odebrecht e Emec. A leitura dos pedidos de CPI, com os respectivos pareceres favoráveis da Procuradoria Legislativa, foi feita agora há pouco pelo presidente da Câmara Municipal de Campos, Marcão Gomes (Rede).
 
 As duas CPIs deverão ser instaladas na próxima semana com prazo de 180 dias para concluir as investigações. A Odebrecth foi contratada por cerca de R$ 1 bilhão para construção de casas populares e dois de seus diretores, Bendito Júnior e Leandro Azevedo, que são também delatores da Operação Lava Jato disseram, em depoimento ao Ministério Público Federal que repassaram R$ 9,5 milhões, em recursos de caixa 2, para as campanhas de Rosinha e do ex-secretário Anthony Garotinho.

EMEC - Para a CPI da EMEC, aquela empresa contratada para cuidar das praças e jardins da cidade, assinaram os vereadores Genário, Igor Pereira, Silvinho Martins, Jorginho Virgilio, Mmarcelo Perfil, Enock Amaral, Marcão Gomes, Fred Machado, Claudio Andrade, Abu, José Carlos, Marcos Bacelar e Pastor Vanderli.

ODEBRECHET - Para a CPI da Odebrecht assinaram os vereadores Genásio, Abu, Cláudio Andrade, Fred Machado, Jose Carlos, Marcão Gomes, Nenen, Álvaro Cesar, Pastor Vanderli, Marcos Bacellar, Igor Pereira, Silvinho Martins e Jorginho Virgílio.
 
c/ed.

Vandalismo: tropas militares em Brasília

16:27 – Ministro da Defesa declara intervenção federal segundo a Garantia da Lei e da Ordem. Tropas Militares chegam ao Palácio do Itamaraty e a Esplanada dos Ministérios.

http://veja.abril.com.br/brasil/ministerio-e-incendiado-e-predios-sao-evacuados-no-df-siga/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification

Vandalismo predomina em manifestação em Brasília

Dois ministérios são incendiados em Brasília; governo evacua todos os prédios da Esplanada

Jéssica Nascimento e Bernardo Barbos
Do UOL e colaboração para o UOL, em Brasília











2017/05/22

Rodada de negócios: Sicoob Fluminense atende PJs


 
 
               

Com o objetivo de incrementar o apoio a empreendedores e a captação de pessoas jurídicas como associadas, o Sicoob Fluminense organiza na terça-feira, 23 de maio, com o apoio do Sebrae-RJ e da Organização das Cooperativas do Brasil-OCB/RJ, a "Rodada de Crédito Sicoob para Pequenos Negócios". Será no auditório do IFFluminense, em Campos dos Goytacazes, campus Centro, a partir das 18 horas.

O evento, que está dispensando pré-inscrições, é voltado basicamente para pequenos e médios empresários de Campos e de toda a região, que terão a oportunidade de conhecer ou tirar suas dúvidas sobre linhas de crédito e os produtos e serviços financeiros que são direcionados atualmente pela cooperativa de crédito justamente para as pessoas jurídicas. Hoje o Sicoob Fluminense já tem cerca de 1.200 PJs cooperadas.

 http://www.sicoobfluminense.com.br/site/

RJ tenta prorrogar estado de calamidade nesta terça e vota projeto do pacote de austeridade na quarta

Projetos serão votados nesta semana na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Um deles prevê aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%.

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) terá uma semana agitada a partir desta terça-feira (23), com a votação de projetos polêmicos. O primeiro deles prevê a prorrogação do estado de calamidade pública até 2018, que teve a votação adiada na semana passada ao receber emendas.

O segundo, que será votado na quarta (24), prevê o aumento da contribuição previdenciária e faz parte do pacote de austeridade apresentado pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em novembro do ano passado.
 
Durante a votação de alguns de seus projetos, a Alerj foi palco de manifestações violentas de servidores contrários ao arrocho.

1. Prorrogação do estado de calamidade

O Governo do Rio de Janeiro tenta ampliar o estado de calamidade pública. O decreto original, de novembro do ano passado, previa a validade até o fim deste ano. Agora, o prazo pode ser ampliado por mais um ano — até o fim de 2018. O pedido é do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e será votado na terça-feira na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em regime de urgência.
 
Com o decreto, o estado tem base legal para descumprir alguns artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) sem sofrer as sanções previstas na legislação.
2. Aumento da contribuição previdenciária: de 11% para 14%

Um dos mais duros projetos do pacote de austeridade, apresentado no ano passado pelo governador Pezão, volta à pauta da Alerj na quarta-feira. A proposta prevê o aumento da alíquiota previdenciária de 11% para 14%.
 
Afastado para tratar um câncer, o presidente licenciado da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), chegou a dizer que só votaria o projeto quando os salários estivessem em dia.
 
"Não é possível falar com um servidor de que aumentaremos os descontos previdenciários com ele tendo os vencimentos atrasados", disse em fevereiro.
 
 
Por Gabriel Barreira, G1 Rio

2017/05/18

Temer: "Não renunciarei!"

Em curto pronunciamento oficial feito minutos atrás, o Presidente Michel Temer falou das acusações surgidas na noite de ontem, envolvendo seu nome em denúncias de atos ilícitos, e foi enfático ao dizer que não vai renunciar. Chamou as gravações de clandestinas e pediu urgência na apuração dos fatos.
Toda a sociedade aguarda ansiosa o novo capítulo desta série...

2017/05/17

Sicoob apresenta resultado de R$671 milhões no primeiro trimestre

O resultado é 15,4% maior do que o alcançado no mesmo período ano passado.

O maior sistema de cooperativas financeiras do País, Sicoob, registrou resultado de R$671 milhões no primeiro trimestre de 2017. O avanço foi de 15,4% em relação ao mesmo período em 2016, quando o saldo foi de R$581 milhões.
 
Os ativos totais registraram salto de 27,4%, ultrapassando a casa dos R$80 bilhões. Já as operações de crédito somaram R$38,7 bilhões, alta de 10,6%, mantendo o compromisso da instituição de, mesmo em período de recessão, atender a demanda por crédito de seus cooperados. O patrimônio líquido obteve alta de 15,5%, um crescimento de R$16,6 bilhões ante os $14,4 bilhões alcançados no ano passado.
 
No primeiro trimestre, o Sicoob registrou aumento de 29,2% em depósitos totais, atingindo R$51,5 bilhões. Em relação aos depósitos à vista, o sistema cresceu 26,3%, com R$8,5 bilhões registrados. Os depósitos a prazo somaram R$35 bilhões, alta de 28, 9%. Os depósitos na poupança também tiveram avanços se comparado ao ano de 2016, registrando R$3,2 bilhões, alta de 15,8%.
 
O Sicoob disponibilizou aos seus 3,7 milhões de cooperados, 129 novas agências até março de 2017, totalizando 2.587 pontos de atendimento em todo o País. Também estão disponíveis cerca de 880 Correspondentes Cooperativos, mais de 3.200 Postos de Atendimento Eletrônico (PAE) e 20 mil máquinas da Rede Banco24Horas.
 
Sobre o Sicoob
 
O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 3,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por 485 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação).
 
Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas de: cartões, consórcios, DTVM, seguradora, previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a sexta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 2,5 mil pontos de atendimento. As cooperativas inseridas no Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras.
 
rua Dr. Siqueira, 278, parque Dom Bosco (em frente ao portão principal do IFFluminense)
Tel. (22) 27262750
 

2017/05/16

Lula é indiciado por participação na venda de MP

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi indiciado nesta segunda-feira (15) pela Polícia Federal pelo crime de corrupção passiva por participação na venda de uma medida provisória em inquérito oriundo da Operação Zelotes. Em nota, a defesa de Lula repudiou "toda e qualquer ilação" do envolvimento dele com atos e ilícitos e considerou que o indiciamento faz parte da "perseguição política" sofrida pelo ex-presidente.

Para a PF, o ex-presidente e mais 12 pessoas, entre ex-ministros da gestão Lula e empresários, participaram de um esquema criminoso que resultou na edição da Medida Provisória 471, que estendeu incentivos fiscais a montadoras e fabricantes de veículos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Matéria completa em:
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-brasil/2017/05/15/lula-e-indiciado-pela-pf-por-corrupcao-passiva-defesa-nega-qualquer-ato-ilicito.htm

2017/05/15

'Prévia' do PIB do BC sobe 1,1% no 1.º trimestre e indica fim da recessão

Indicador do nível de atividade econômica foi divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira. PIB oficial do 1º trimestre só será divulgado no início de junho pelo IBGE.

A economia brasileira voltou a crescer no primeiro trimestre deste ano e saiu da pior recessão de sua história, aponta o indicador do nível de atividade do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira (15).

O chamado Índice de Atividade Econômica, o IBC-Br, registrou crescimento de 1,12% de janeiro a março, na comparação com o trimestre anterior (outubro a dezembro de 2016).
 
O IBC-BR é um indicador criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB). Os números oficiais do PIB do primeiro trimestre deste ano, porém, serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) somente no dia 1º de junho.
 
O país entrou na chamada "recessão técnica", que se caracteriza por dois trimestres seguidos de contração do Produto Interno Bruto (PIB), no segundo trimestre de 2015, quando houve um tombo de 1,9% na atividade econômica.
 
Se o IBGE confirmar o resultado positivo no primeiro trimestre, o Brasil terá interrompido uma série de oito trimestres consecutivos de recuo do nível de atividade.
 
O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2015, o PIB teve uma retração de 3,8% e, no ano passado, a economia registrou um encolhimento de 3,6%. Para 2017, a previsão dos bancos é de uma alta de cerca de 0,5% no PIB.
 
Como a retração nos anos de 2015 e 2016 superou a dos anos 30, essa é a pior crise já registrada na economia brasileira. O IBGE e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) dispõem de dados sobre o PIB desde 1901.

O que diz a equipe econômica

Na semana passada, em cerimônia que marcou um ano da gestão do presidente Michel Temer, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, antecipou que o Brasil já registrou crescimento econômico no primeiro trimestre deste ano, mas acrescentou que o país ainda vive os efeitos da recessão.
 
"A recessão que encontramos foi maior que a depressão de 1930 e 31. O tempo do verbo é no passado. A recessão que 'vivemos'. O Brasil já voltou a crescer, mas estamos ainda vivendo os efeitos da recessão. O desemprego está elevadíssimo, deve crescer ainda um pouco, pois tem reação um pouco mais lenta a retomada, mas começa a cair no segundo semestre", declarou o ministro Meirelles na ocasião.
 
Os dados ainda não mostram uma recuperação consistente. O comércio varejista, por exemplo, registrou em março a maior queda para o mês em 14 anos e, no primeiro trimestre, apresentou um recuo de 3%. A produção industrial, por sua vez, caiu 1,8% em março na comparação com fevereiro - foi o março mais fraco desde o início da série histórica, em 2002 -, embora tenha subido 0,6% no primeiro trimestre.
 
Para tentar reaquecer a economia, o governo Michel Temer tem anunciado medidas como a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Banco Central também vem reduzindo a taxa Selic, o que deve se traduzir em queda dos juros dos empréstimos bancários.
 
Matéria completa em:
 
Por Alexandro Martello, G1, Brasília

2017/05/11

Rosinha condenada

A Justiça do Rio condenou a ex-prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, e o ex-secretário de Comunicação, Ricardo Bruno, à suspensão dos direitos políticos por cinco anos, por improbidade administrativa. Segundo informações do site G1, a decisão da 15ª Câmara Cível, por unanimidade, acatou pedido do Ministério Público do Rio (MP-RJ). Os dois podem recorrer.
 
Durante o período, os dois não poderão votar e ser votados. De acordo com a sentença, eles também terão que ressarcir os cofres públicos em R$ 165.979,44, acrescidos de correção monetária e multa de 1% ao mês. Rosinha e Ricardo Bruno também foram condenados a pagar uma multa civil de igual valor e arcar com as despesas processuais.
 
Ainda segundo o G1, a publicação de um informe publicitário deu origem à ação. Segundo o Ministério Público, em outubro de 2004, às vésperas do segundo turno das eleições municipais, o governo do Rio deflagrou diversos programas assistenciais em Campos, reduto eleitoral de Rosinha. O governo promoveu o cadastramento e distribuição de benefícios do "Cheque Cidadão" (no valor de R$ 100) e do "Morar Feliz" (entrega de casas populares), além da distribuição extemporânea de material escolar.
 

2017/05/08

Sicoob Fluminense: eventos em Brasília e no Rio marcam a semana

O Diretor-Presidente do Sicoob Fluminense, Neilton Ribeiro da Silva, cumpre esta semana uma extensa agenda de atividades em Brasília e no Rio de Janeiro.

Na capital federal ele participará, na quarta-feira, dez de maio, como representante do estado do Rio de Janeiro do ramo crédito, da reunião anual do Conselho Consultivo do Ramo Crédito (CECO) da OCB. O CECO é a entidade de representação responsável por defender os interesses das Cooperativas de Crédito perante os órgãos oficiais como Banco Central do Brasil, Presidência da República, Câmara dos Deputados e Senado. O conselho é coordenado pela Organização das Cooperativas do Brasil e integrado por representantes dos sistemas cooperativos brasileiros a exemplo do SICOOB, SICREDI, UNICRED e outros.

O evento em Brasília servirá para a apresentação de uma prestação de contas de todos os ramos do cooperativismo no país, assim como de uma proposta efetiva de trabalho ainda para 2017. Um dos focos de discussão será a ação política em torno da Proposta de Emenda à Constituição que permite que as cooperativas passem a operar com recursos públicos, a exemplo de prefeituras. Hoje diversas cidades do país são atendidas apenas por cooperativas de crédito, e com a falta dessa regulamentação criam-se situações como a de prefeitos que são obrigados a operar com agências bancárias de municípios vizinhos.  Além disso, os defensores da PEC lembram que muitos bancos estrangeiros operam no Brasil, e que neste sentido é incoerente a proibição das cooperativas de crédito trabalharem com o poder público.

RIO

Já no Rio de Janeiro, no dia 11, quinta-feira, Neilton Silva irá participar da Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF), promovida pelo Comitê Nacional de Educação Financeira, presidido pelo Banco Central do Brasil. O evento, que está chegando na sua quarta edição, incentiva empresas, instituições e planejadores de todo o país a organizarem ações sobre o tema.

Durante a semana, com o objetivo de promover um serviço de utilidade pública para os cidadãos cariocas e desenvolver a educação financeira da população, o Instituto Sicoob para o Desenvolvimento Sustentável realizará o evento Consultoria Financeira, no Largo da Carioca, no Centro do Rio de Janeiro. A ação é gratuita e promoverá diversas palestras sobre economia, finanças e investimentos pessoais.

Ao longo do evento, planejadores financeiros e voluntários do Instituto darão palestras diariamente, às 09h, 10h, 12h30 e às 14h, na tenda-auditório que será montada no local. Os planejadores e voluntários do Instituto Sicoob realizarão também atendimentos individualizados para a população, para tirar dúvidas sobre organização do orçamento, cálculo de juros e dar dicas sobre possíveis problemas, endividamentos e outros assuntos ligados à educação financeira. Os clínicos financeiros farão atendimentos exclusivos, de 30 minutos cada, na tenda de atendimento, de 10h30 às 16h, todos os dias. O Instituto Sicoob firmou parceria com a Associação Brasileira de Planejadores Financeiro - Planejar -, para disponibilizar alguns especialistas certificados, que irão se juntar ao time de voluntários.

Ainda no Rio de Janeiro, no dia 12, sexta-feira, Neilton Silva fará uma palestra sobre Cooperativismo e Sustentabilidade na Marina da Glória, dentro da programação da 6ª edição do Green Rio, evento que reúne representantes da economia verde e do setor orgânico, reconhecido como plataforma para negócios sustentáveis. São esperados mais de 3.000 visitantes no evento, que estarão em contato com expositores do Brasil e do exterior. Esta é a primeira vez que uma cooperativa de crédito de livre admissão -Sicoob Fluminense- participará do Green Rio.

Este ano o evento terá como tema central o crescimento da bioeconomia. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a Bioeconomia movimenta atualmente no mercado mundial 2 trilhões de Euros e gera cerca de 22 milhões de empregos. A bioeconomia estabelece um novo patamar de desenvolvimento para enfrentar os desafios do mundo moderno, como escassez de água potável, produção sustentável de alimentos e de energia, mobilidade urbana e mudanças climáticas.

O Sicoob Fluminense estará com uma equipe no local fornecendo informações sobre linhas de crédito. 

Com informações dos organizadores

2017/05/06

Leitura de sábado

Qual é a pergunta?

Por que o Brasil é roubado pelos seus políticos, eleitos pelo povo? Quem se aposenta em menos tempo de trabalho entre nós?

por

Será que todo mundo tem uma pergunta? Uma “questão” — como se diz hoje em dia — transformando a curiosidade num disfarçado protesto?

Minha inspiração vem de um velho texto do antropólogo E. E. Evans-Pritchard, que, numa reflexão sobre o seu estudo clássico da bruxaria entre os azande, povo do então Sudão anglo-egípcio, lembra que “tanto na ciência, quanto na vida, só se acha o que procura”.

Usei essa fulgurante admoestação como epígrafe no meu livro “Relativizando”, no qual eu introduzia a antropologia que pratico com o temor e a entrega dos que têm na sua profissão uma razão para viver.

Todos temos perguntas-procuras e respostas-achados. Esquecidos de que o pensamento jamais é livre, pois depende de tempo e lugar: da língua e da cultura com as quais foi impingido. Quase sempre julgamos que perguntas e respostas são separadas quando, na verdade, elas se inter-relacionam. Uma implica na outra. De pouco vale perguntar — num mundo mau — se Deus é bom!

É óbvio que as incertezas barrocas dos juízes do Supremo conduzem à certeza mais absoluta do Juízo Final. Este sim, livre de fórum privilegiado e, sobretudo, de prescrições.

A resposta dadas às grandes perguntas são suas imagens invertidas.
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A maioria talvez nem chegue a saber que tem o direito (e, em certas circunstâncias, o dever) de indagar. Perguntar, diria um filósofo, e não um oráculo de segunda, como esse vosso cronista, é o embrião da liberdade. Escravos, altos funcionários públicos que recebem um absurdo do dinheiro da Previdência, lulopetistas corruptos, que compraram o Estado brasileiro e os modos de produção de emprego sem trabalho, jamais perguntam. Jamais duvidam. O autoquestionamento é a consciência — aquilo que nos faz humanos e, mais que isso, responsáveis. Essa palavra banida do vocabulário político brasileiro.

Todos passamos pela “idade das perguntas”. Por que os cães ladram, e nós falamos? Por que o Brasil é roubado pelos seus políticos — eleitos pelo povo? Quem se aposenta em menos tempo de trabalho entre nós?
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O que é um “pobre”?, como um dia me perguntou minha filha Maria Celeste, uma Celestinha que era um fiapo de gente e, morando desde os 3 anos de idade em Cambridge, Massachusetts, agora com 7 anos e visitando pela primeira vez a casa de seus avós maternos em Santo Antônio de Pádua, jamais tinha se confrontado com alguém pedindo comida.

— Papai — disse Celestinha chorando. — Uma mulher que se diz pobre ficou indignada porque eu perguntei a ela o que era “ser um pobre”. Ela me passou um sabão porque eu não sabia. Me xingou muito, papai...

— Os pobres são os explorados — respondi de pronto.

— Por quem? — replicou Celestinha, tirando o fôlego do sociólogo.

— Pelas classes ou camadas dominantes.

— Por gente como nós?

— Por nós, não! De jeito nenhum. Pelos capitalistas, empresários, industriais rentistas e comerciantes em geral. Nós somos professores, juízes, funcionários públicos...
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Quem é o pobre foi o que pesquisei num trabalho realizado nos anos 90 em São Paulo, no qual contei com a ajuda generosa de Cynthia Sarti e de Marcos Lanna. Nele, eu achei o que procurava. Vi que, sem definir o rico, seria impossível desenhar o pobre. As segmentações sociais são relativas, mas têm limites. A ausência de direitos e a legitimação da desigualdade extrema — com o escravismo negro como um dado do real até 1888; ao lado de uma enorme desvalorização do trabalho, compensada pelo empreguismo no governo como salvação para as camadas médias — engendraram um trabalhismo “antitrabalho”, mais controlador do que libertador. Ele levou à perda de direitos e, no limite, ao aniquilamento do país. Uma riqueza obtida clandestinamente pelo poder político e a ele associada permite que uma chamada “antiesquerda” tenha imobilizado o Brasil pela compra de partidos políticos, emendas parlamentares, estatais e bancos e dando emprego a um presidente da República!

É chocante ver o país espoliado por sua elite neoesquerdista e não, conforme esperávamos em minha geração, pelo imperialismo ianque! Esse imperialismo hoje em luta semelhante à nossa contra o obscurantismo e a boçalidade.
 
Finalmente, uma pergunta que não pode calar: qual é a alternativa para o rombo da Previdência e para a modernização das leis trabalhistas? Em política de verdade, não vale apenas ser do contra, ter uma bela cota de má-fé ou ser filho da CUT. É preciso apresentar alternativas. E se essa roubalheira tivesse ocorrido no governo de FHC? O que estamos vivendo seria revolução ou um mero golpe?

Roberto DaMatta é antropólogo

 
https://oglobo.globo.com/opiniao/qual-a-pergunta-21286126








2017/05/05

Expolosão atinge tradicional restaurante da BR-101 e deixa feridos

Explosão seria a principal causa do acidente. Bombeiros tentam conter as chamas no local. Ainda não há informações sobre o número de feridos

O Dia
Rio - Um incêndio atingiu nesta sexta-feira o restaurante Kiosque do Alemão, na altura do quilômetro 284 da BR 101, no bairro Duques, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. Bombeiros de Rio Bonito e Itaboraí foram acionados para conter as chamas do incêndio. Agentes da Polícia Militar também estão no local.

Pelo menos uma pessoa gravemente ferida no acidente. Haroldo Alves, de 63 anos, foi encaminhado para um hospital em Rio Bonito após sofrer queimaduras pelo corpo. Ainda não há informações sobre o número exato de feridos e o estado de saúde das vítimas.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), houve uma explosão no local antes do início do incêndio. Apesar da vasta fumaça no local, a visibilidade da pista não está prejudicada.

A concessionária Autopista Fluminense, responsável pelo trecho da rodovia onde ocorreu o incidente, enviou equipes de resgate para socorrer as vítimas do acidente, além de um caminhão-pipa para auxiliar a ação do Corpo de Bombeiros.

http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-05-05/incendio-atinge-kiosque-do-alemao-em-itaborai.html

2017/05/04

Ex-diretor da OAS afirma a Moro que tríplex estava reservado a Lula

O ex-diretor da OAS Roberto Moreira Ferreira afirmou nesta quinta-feira (4) ao juiz federal Sérgio Moro que o tríplex 164-A no Edifício Solaris, no Guarujá (SP), estava "reservado" para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O  executivo foi interrogado em ação penal na qual o petista também é réu.

A denúncia do Ministério Público Federal sustenta que Lula recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio - de um valor de R$ 87 milhões de corrupção - da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012. As acusações contra Lula são relativas ao suposto recebimento de vantagens ilícitas da empreiteira OAS por meio do tríplex no Guarujá, no Solaris, e ao armazenamento de bens do acervo presidencial, de 2011 a 2016.

Matéria completa em:
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2017/05/04/ex-diretor-da-oas-afirma-que-triplex-estava-reservado-a-lula.htm

Lava Jato mira ex-gerentes da Petrobras que teriam recebido mais de R$ 100 milhões

A PF (Polícia Federal) deflagrou, nesta quinta-feira (4), a 40ª fase da Operação Lava Jato, batizada de "Asfixia". De acordo com o MPF (Ministério Público Federal), três ex-gerentes da área de Gás e Energia da Petrobras são os principais alvos desta nova etapa. Entre os presos, o MPF (Ministério Público Federal) já confirmou os nomes de Márcio de Almeida Ferreira, Marivaldo do Rozário Escalfone, Paulo Roberto Gomes Fernandes e Maurício Guedes de Oliveira.

Eles são suspeitos de receber mais de R$ 100 milhões em propinas de empreiteiras que eram contratadas pela estatal. Os crimes, segundo os investigadores, continuaram após o início da Lava Jato, em 2014, havendo registros de irregularidades cometidas até o ano passado.

Matéria completa em:
http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2017/05/04/policia-federal-deflagra-nova-fase-da-operacao-lava-jato.htm

2017/05/03

Governo federal autoriza reforço na segurança após ataques no Rio

Ministro da Justiça anunciou, nesta quarta-feira, o envio de agentes da Força Nacional e da PRF para o estado

Rio - O governo federal autorizou o reforço na segurança no Rio após um pedido do governador Luiz Fernando Pezão. O anúncio foi feito na manhã desta quarta-feira, um dia depois de 45 pessoas serem presas durante uma operação na Cidade Alta, em Cordovil, Zona Norte do Rio. De acordo com o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, agentes da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) serão enviados ao estado para atuar na crise de Segurança Pública.

- Atualizada às Francisco Edson Alves

http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-05-03/governo-federal-autoriza-reforco-na-seguranca-apos-ataques-no-rio.html

2017/05/01

Revista IstoÉ



Os segredos que Palocci vai revelar

O ex-ministro Antonio Palocci é um pote até aqui de mágoa. Na última semana, movido por esse sentimento que o consome desde setembro de 2016, quando foi preso em Curitiba, o homem forte dos governos Lula e Dilma deu o passo definitivo rumo à delação premiada: contratou o advogado Adriano Bretas, conhecido no mercado por ter atuado na defesa de outros alvos da Lava Jato que decidiram, como Palocci, romper o silêncio. Lhano no trato, embora dono de temperamento mercurial quando seus interesses são contrariados, o ex-ministro resolveu abrir o baú de confidências e detalhar aos procuradores todo arsenal de informações acumulado por ele durante as últimas duas décadas, em que guardou os segredos mais recônditos do poder e nutriu uma simbiótica relação com banqueiros e empresários. “Fiz favor para muita gente. Não vou para a forca sozinho”, desabafou Palocci a interlocutores.

ISTOÉ conversou nos últimos dias com pelo menos três fontes que participaram das tratativas iniciais para a colaboração premiada e ouviram de Palocci o que ele está disposto a desnudar, caso o acordo seja sacramentado. Das conversas, foi possível extrair o roteiro de uma futura delação, qual seja:

> Palocci confirmará que, sim, é mesmo o “Italiano” das planilhas da Odebrecht e detalhará o destino de mais de R$ 300 milhões recebidos da empreiteira em forma de propina, dos quais R$ 128 milhões são atribuídos a ele.

> Contará como, quando e em quais circunstâncias movimentou os R$ 40 milhões de uma conta-propina destinada a atender as demandas de Lula. Atestará que, do total, R$ 13 milhões foram sacados em dinheiro vivo para o ex-presidente petista. Quem sacou o dinheiro e entregou para Lula foi um ex-assessor seu, o sociólogo Branislav Kontic. Palocci se compromete a detalhar como eram definidos os encontros de Kontic com Lula. Havia, por exemplo, uma senha, que apenas os três sabiam.

> Dirá que parte da propina que irrigou essa conta foi resultado de um acerto celebrado entre ele e Lula durante a criação da Sete Brasil, no ano de 2010. O ex-presidente teria ficado com 50% da propina. Um total de R$ 51 milhões.

> Está empenhado em revelar como foi o processo de obtenção dos R$ 50 milhões para a campanha de Dilma, num negócio fechado entre o PT e a Odebrecht, com a ajuda de Lula e do ex-ministro Guido Mantega. E mostrará como Dilma participou das negociatas e teve ciência do financiamento ilegal.

> Afirmará que a consultoria Projeto foi usada também para recebimento de propinas. Indicará favorecidos. Comprometeu-se ainda a entregar o número de contas no exterior que foram movimentadas por esse esquema.

> Pretende mostrar como empresas e instituições financeiras conseguiram uma série de benefícios dos governos petistas, como isenção ou redução de impostos, facilidades junto ao BNDES, renegociação de dívidas tributárias, etc.

Palocci sabe que uma chave está em suas mãos. Com ela, pode abrir as fechaduras da cela onde está detido, no frio bairro de Santa Cândida, na carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Para ajudar a desvendar o megaesquema de corrupção na Petrobras, a memória do ex-ministro da Fazenda de Lula e ex-chefe da Casa Civil de Dilma será colocada à prova. Ele tem informações que podem explicar como, a partir do início do governo do ex-presidente Lula, organizações criminosas foram montadas para sustentar politicamente o PT, o PMDB e o PP e mantê-los no poder. Tudo à base de propina, dizem os investigadores da Operação Lava Jato, que serviram também para enriquecimento pessoal.

Há interesse dos procuradores em saber em minúcias, se possível com documentos, dados sobre a gênese do que se convencionou chamar de Petrolão. Um investigador de Curitiba disse que Palocci terá de reunir dados novos e com “fundamentação” se quiser convencer a PF e a Procuradoria a endossar o acordo. Ele entende que o ex-ministro precisa apresentar provas ou, ao menos, indícios “consistentes” e tratar deles num depoimento “de peito aberto”. A julgar pelo cardápio apresentado até agora pelo ex-ministro, isso não será óbice. Segundo interlocutores que conversaram com Palocci nas últimas semanas, o ex-ministro não enxerga problema algum em assumir a clássica postura de delator. Sente-se amargurado. Abandonado por companheiros de outrora. Por isso está “bastante tranquilo” para assumir as consequências dos eventuais efeitos colaterais da colaboração premiada.

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