2016/05/26

Sicoob Cred Rio Norte pode abrir agência na Pecuária

As negociações para a realização de um convênio entre o Sicoob Cred Rio Norte e o Sindicato Rural de Campos tiveram mais um avanço esta semana. No dia 23, o diretor presidente Gil Menezes e o consultor do Sicoob Cred Rio Norte, Neilton Ribeiro da Silva, compareceram à sede da instituição que representa pecuaristas e agricultores e discutiram uma série de pontos sobre o mecanismo do cooperativismo de crédito e a utilização da cooperativa de Campos dos Goytacazes, com atuação em todo o estado do Rio de Janeiro, como instituição financeira dos associados e do próprio SRC.
 
Ao lado dos aspectos econômico-financeiros e inserção prática do Sicoob Cred Rio Norte no cotidiano do Sindicato Rural de Campos, ficou acertada a cooperativação da entidade como pessoa jurídica, no sentido de que sejam dados os primeiros passos rumo a uma ampla parceria. Além de todas as vantagens que podem ser sentidas com a operação junto a uma cooperativa de crédito em relação aos bancos tradicionais, com taxas e juros bem mais em conta,  o SRC e associados, como pessoas físicas, poderão num futuro próximo dispor de todos os produtos e serviços oferecidos pelo Sicoob Cred Rio Norte, especialmente com referência às linhas de crédito do setor agrícola.
 
Mas a discussão de destaque entre as entidades refere-se à possibilidade de instalação de um centro de negócios, que trabalha atendendo empresas, ou mesmo de uma agência aberta, do Sicoob Cred Rio Norte no bairro da Pecuária, que não possui agências bancárias, utilizando as dependências do sindicato. A direção do sindicato, através do presidente Ronaldo Bhartolomeu, já se mostrou disponível para a parceria, atualmente estudada de forma técnica pelo Sicoob Cred Rio Norte.
 
Codin

Essa foi a segunda solicitação de instalação de uma agência do Sicoob Cred Rio Norte apenas em maio.

O consultor do Sicoob Cred Rio Norte, Neilton Ribeiro da Silva, participou no dia 19  da reunião ordinária da Associação de Indústrias de Campos. Ele foi recebido pelo presidente da entidade, com sede na Codin, em Guarus, Lucas Vieira, na sede da gerência regional da Firjan em Campos dos Goytacazes.  Na oportunidade, Neilton Silva falou para os associados da AIC sobre o funcionamento de uma cooperativa de crédito, suas vantagens para as pessoas jurídicas em relação às agências bancárias tradicionais, o pacote de serviços e produtos oferecidos e acerca do crescimento e expansão do Sicoob Cred Rio Norte – agora Sicoob Fluminense, uma vez que já tem autorização do Banco Central para atuar em todo o estado do Rio de Janeiro, e que já ultrapassou a marca dos seis mil cooperados.

Dos associados da AIC Neilton Silva ouviu um questionamento sobre a possibilidade de instalação em Guarus, na área da Codin, de uma representação do Sicoob Cred Rio Norte – um centro de negócio nos moldes do que funciona na Câmara dos Dirigentes Lojistas de Campos, para pessoas jurídicas, ou um posto de atendimento, que incluiria a extensão dos serviços às pessoas físicas. A ideia vai entrar na pauta de discussões da cooperativa, para o estudo de viabilidade, mas já está sendo considerado o primeiro e grande passo para uma efetiva parceria entre a cooperativa de crédito e a AIC. Inclusive já há associados cooperados Ao Sicoob Cred Rio Norte.
Ainda durante a reunião, Neilton Silva confirmou a instalação de uma agência do Sicoob Cred Rio Norte na Baixada Campista, provavelmente em área próxima a Goytacazes, em data ainda não definida, e que uma das últimas informações do Banco Central assegura que num futuro próximo as cooperativas de crédito deverão ser liberadas para a operação com recursos públicos, a exemplo de prefeituras, o que certamente irá alavancar ainda mais um setor que vem anotando índices constantes de crescimento no mercado financeiro, mesmo em meio à crise econômica observada.
 
 
 

2016/05/25

Brasil fecha 62,84 mil vagas de trabalho formais em abril

Com isso, houve redução de vagas cortadas frente a abril do ano passado.
No ano, houve perda de 378 mil vagas e, em 12 meses, de 1,82 milhão.

As demissões de trabalhadores com carteira assinada superaram as contratações em 62,84 mil em abril deste ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Ministério do Trabalho.

Com isso, o número de demissões registrou queda frente ao mesmo mês do ano passado, quando 97,82 mil trabalhadores perderam seus empregos com carteira assinada. Abril de 2015 continua sendo o pior mês da série histórica, que tem início em 1992.

Segundo os números oficiais, abril foi, porém, o décimo terceiro mês seguido de fechamento de vagas com carteira assinada. O último mês com contratações acima das demissões foi março do ano passado, quando foram criados 19,2 mil postos de trabalho.

Atualmente, a economia brasileira passando pela maior recessão dos últimos 25 anos. No ano passado, o PIB "encolheu" 3,8% e, para este ano, a previsão do mercado financeiro é de um recuo de igual intensidade. Ao mesmo tempo, o desemprego tem registrado aumento, assim como a inadimplência bancária.

Acumulado do ano

No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, o país perdeu 378.481 empregos formais. No mesmo período do ano passado, 137 mil trabalhadores com carteira assinada foram demitidos.

Segundo o governo, o resultado dos quatro primeiros meses deste ano também foi pior, para este período, desde o início da série histórica do Ministério do Trabalho, em 2002.

Os números de criação de empregos formais do primeiro quadrimestre, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e março. Os dados de abril ainda são considerados sem ajuste.

Demissões de 1,82 milhão de trabalhadores em 12 meses

O Ministério do Trabalho informou também que, nos últimos doze meses, foi registrada a demissão de 1,82 milhão trabalhadores com carteira assinada.

Com isso, o total de trabalhadores empregados formalmente no país somou 39,31 milhões de pessoas em abril deste ano, contra 41,14 milhões de pessoas empregadas, com carteira assinada, no mesmo mês do ano passado.

Setores

No mês passado, quase todos os setores da economia demitiram trabalhadores, com exceção da administração pública, que contratou 2.255 pessoas, e da agricultura, que registrou a contratação de 8.051 pessoas.

O setor de comércio liderou o fechamento de vagas com carteira assinada em abril deste ano, com 30.507 demissões – seguido pela construção civil (16.036 vagas fechadas).

A indústria da transformação fechou 15.982 postos formais em abril, ao mesmo tempo em que o setor de serviços registrou a demissão de 9.937 trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho. Já a indústria extrativa mineral demitiu 279 empregados no mês passado.

Números regionais

Segundo o Ministério do Trabalho, houve o registro de demissões em quase todas as regiões do país em abril de 2016, com exceção do Centro-Oeste - que contratou 4.186 trabalhadores.

A região Nordeste foi a que teve mais trabalhadores demitidos no mês passado, quando 25.992 pessoas perderam o emprego. A região Sudeste, por sua vez, registrou a demissão de 23.985 trabalhadores.

A região Sul, por sua vez, contabilizou o fechamento de 11.318 vagas formais e a região Norte fechou 5.735 empregos com carteira assinada no mês passado.

Das 27 unidades da federação (26 estados e o Distrito Federal), apenas seis tiveram aumento do emprego formal em abril deste ano. São eles: Goiás (5.170 postos), Minas Gerais (3.886 postos); Distrito Federal (1.202 postos); Mato Grosso do Sul (919 postos); Espírito Santo (466 postos) e Amapá (50 vagas).

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/05/brasil-fecha-mil-6284-mil-vagas-de-trabalho-formais-em-abril.html

2016/05/24

Campos: Laudo confirma morte de irmãs por meningococcemia, diz Polícia Civil

Irmãs morreram com quatro horas de diferença após parada cardíaca.
Polícia Civil recebeu o laudo do IML do Rio de Janeiro.

A Polícia Civil confirmou nesta terça-feira (24) que a causa da morte das duas irmãs de 1 e 6 anos em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, foi por meningococcemia. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro confirmou a suspeita da Secretaria Municipal de Saúde. As irmãs morreram entre os dias 11 e 12 deste mês com quatro horas de diferença após ambas sofrerem parada cardíaca.

De acordo com o delegado que investiga o caso, Luís Maurício Armond, a linha de investigação vai seguir e agora a polícia vai poder trabalhar respaldada. “Agora que foi confirmado a meningococcemia vamos investigar com mais calma, porque precisávamos saber a 'causa mortis'. Vamos investigar como foi feito o atendimento. Pode ter havido negligência? Pode. Pode ter tido problemas com os medicamentos? Pode. Mas isso nós vamos investigar”, declarou ao G1.

As meninas, que moravam no bairro Custodópolis, apresentaram um quadro de febre e vômito e foram levadas para o Hospital Geral de Guarus (HGG) onde foram atendidas e liberadas. Mas horas depois, as duas voltaram a apresentar os sintomas e a família as levou para a UPA, onde as duas morreram.
O G1 entrou em contato com a Secretaria de Saúde e aguarda posicionamento.

De acordo com o HGG, Ana Vitória Cândido Silva, de 1 anos e 10 meses, deu entrada às 15h55, e Joyci Cândido Silva, de 6 anos, deu entrada 17h12. O hospital disse que ambas foram atendidas, medicadas e ficaram em observação, mas estavam sendo acompanhadas por médicos diferentes. Elas foram liberadas com quadros clínicos estabilizados e ambas sem febre, segundo a unidade.

A coordenação da UPA disse, através de nota, que a paciente Ana Vitória deu entrada na unidade às 21h07 de quarta em parada cardiorrespiratória. A unidade informou que foram feitas manobras de ressuscitação, mas a menina não resistiu.

Joyci deu entrada na UPA à 1h05 desta quinta apresentando quadro de febre, vômito e fraqueza, de acordo com a UPA. A unidade disse que menina foi submetida a exames de sangue que apresentaram resultados sem nenhuma alteração. Joyci foi medicada e permaneceu em observação até as 5h, quando sofreu uma parada cardiorrespiratória. Ela também foi submetida a manobras de ressuscitação, mas morreu.

Também através de nota, o HGG informou que a direção está levantando os prontuários com os atendimentos e junto à epidemiologia municipal, vai investigar as causas das mortes. A expectativa da Saúde é o caso seja elucidado em 15 dias.

Stella Freitas
Do G1 Norte Fluminense

http://g1.globo.com/rj/norte-fluminense/noticia/2016/05/laudo-confirma-morte-de-irmas-por-menincococcemia-diz-policia-civil.html

2016/05/23

Sicoob Cred Rio Norte no SRC


       O consultor do Sicoob Cred Rio Norte, Neilton Ribeiro da Silva, estará nesta segunda-feira, 23 de maio, às 18 horas, no Sindicato Rural de Campos. A visita é um desdobramento do encontro que a direção da cooperativa teve no último dia seis com o presidente e o vice-presidente do sindicato, Ronaldo Bhartolomeu e Jorge Crespo. O objetivo foi o de dar início à discussão de uma ampla parceria entre as entidades, que deverá envolver movimentações financeiras até a instalação de um posto de atendimento da cooperativa de crédito no SRC.
 
        Junto à direção do sindicato e associados, Neilton Silva fará uma apresentação envolvendo o sistema cooperativista no Brasil, o mecanismo de trabalho do Sicoob e os últimos e expressivos números do Sicoob Cred Rio Norte, que teve crescimento em todos os setores de atuação em relação ao ramo cooperativismo de crédito, e já conta com mais de 6.500 associados. Recentemente, o Sicoob Cred Rio Norte recebeu autorização do Banco Central para atuar em todo o estado do Rio de Janeiro, sendo que até então a área de cobertura era a do Norte, Noroeste e Leste (Lagos) Fluminense. 

Da primeira reunião resultou uma solicitação de abertura de um posto do Sicoob Cred Rio Norte no Sindicato Rural de Campos, que poderia inclusive atender ao bairro Pecuária, o que será estudado pela direção da cooperativa, e uma oferta para o Sicoob Cred Rio Norte ocupar a área do sindicato durante a realização da Exposição Agropecuária e Industrial de Campos, em julho,  para divulgar o trabalho realizado e responder a dúvidas dos produtores.  Ambos os assuntos voltarão a ser discutidos nesta terça-feira.
 
 
 
 

2016/05/22

O Brasil que o PT tentou esconder

O abismo entre o discurso do PT e o País real é ainda mais profundo do que se imaginava. É o que mostra um diagnóstico preliminar realizado pelo governo Temer. Vem mais bomba por aí


O Brasil que o PT tentou esconder
Nos próximos dias, o presidente Michel Temer pretende apresentar um diagnóstico da situação real do Brasil, herdado por ele após o afastamento da presidente Dilma Rousseff. Pretende, com essa iniciativa, tirar o véu do País da fantasia – cantado em verso e prosa pelo ex-marqueteiro do PT João Santana durante a campanha eleitoral de 2014 –, e repetido como ladainha em procissão por Dilma Rousseff nos últimos dois anos. A radiografia – traduzida numa espécie de inventário – vai do Orçamento da União à execução dos programas sociais e convênios, da condição das representações brasileiras no exterior à publicidade institucional. Os ministros trabalham no levantamento dos dados, mas já é possível afirmar que o cenário é de terra arrasada. A começar pelas contas da União.
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O governo estima que o rombo no Orçamento seja algo em torno de R$ 200 bilhões, mais que o dobro do que havia estimado a administração petista (R$ 96,7 bilhões). Na área da Saúde, por exemplo, o Brasil perdeu 23,5 mil leitos de internação hospitalar na rede pública nos últimos cinco anos, segundo dados do Conselho Federal de Medicina (CFM). Entre 2010 e 2015, o número de leitos para uso exclusivo do SUS baixou de 335,5 mil para 312 mil. Por enquanto, Temer tem evitado usar o termo “herança maldita”, expressão muito explorada pelo PT quando o partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ascendeu ao poder em 2003. O peemedebista tem sido pressionado pelos aliados a lançar mão da mesma estratégia tão logo tenha em mãos o diagnóstico completo. Será uma forma de quebrar o argumento petista de que muito fez pelo social, quando os números reais mostram o oposto, e mostrar que Dilma e seus auxiliares foram irresponsáveis diante do iminente afastamento. Vem do Ministério das Cidades um exemplo da falta de compromisso do PT com o País. Foi autorizada a construção de 11,2 mil unidades financiadas pelo programa Minha Casa Minha Vida na véspera da votação do impeachment do Senado. A pasta não dispõe de recursos para isso, obrigando o novo ministro, Bruno Araújo (PSDB-PE), ao desgaste do cancelamento da medida.
RADIOGRAFIA O ministro do Planejamento, Romero Jucá, é um dos responsáveis por fazer o inventário petista
RADIOGRAFIA O ministro do Planejamento, Romero Jucá, é um dos responsáveis por fazer o inventário petista (Crédito:Ailton de Freitas/Agência O Globo)
O governo provisório também submeteu programas sociais ao pente-fino. O novo ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, defende a melhoria nos mecanismos de controle do Bolsa Família, uma das principais vitrines do governo do PT. Terra estima que uma revisão de procedimentos pode provocar o desligamento de até 10% dos beneficiários. Segundo o ministro, a fórmula atual dá margem a fraudes pois o sistema utiliza a “autodeclaração” da renda. Ou seja, o candidato ao auxílio informa sua renda nos centros de assistência social, possibilitando declarações de renda menor do que é de fato. O cadastro conta atualmente com 15 milhões de famílias. O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou a concessão indevida de benefícios do programa a 163,2 mil famílias. O valor pago a esses beneficiários pode ter chegado a R$ 16 milhões em um único mês. O TCU se baseou em dados de junho de 2015.

Por falar em TCU, o órgão de fiscalização auxiliar do Congresso abriu duas frentes de apuração que podem causar mais problemas para Dilma e seus auxiliares. Numa delas, será avaliado se a petista desrespeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em 2016. O  governo petista ampliou limites de desembolso a ministérios e a operações de empréstimos após ter realizado, em março, um contingenciamento de R$ 21,2 bilhões, elevando a R$ 44,6 bilhões o volume de despesas discricionárias (não obrigatórias) bloqueadas no Orçamento deste ano. Essa apuração corre sob segredo de Justiça, assim como uma outra destinada a analisar nomeações realizadas nos dias que antecederam o afastamento de Dilma do Palácio do Planalto. Um exemplo disso foi a nomeação de membros do Conselho Nacional de Educação (CNE) antecipada em dois meses para garantir assentos no órgão antes que o PT fosse afastado do governo. O CNE é ligado ao Ministério da Educação, até o início do mês comandada por Aloizio Mercadante, um dos mais próximos aliados de Dilma. A pasta da Educação suspendeu  novas inscrições do Programa Bolsa Permanência, como forma de desgastar a nova gestão junto a estudantes de universidades federais em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
O TCU identificou a concessão indevida de benefícios do programa Bolsa Família a 163,2 mil famílias. O valor pago a esses beneficiários pode ter chegado a R$ 16 milhões em um único mês
O TCU identificou a concessão indevida de benefícios do programa Bolsa Família a 163,2 mil famílias. O valor pago a esses beneficiários pode ter chegado a R$ 16 milhões em um único mês
Outro absurdo ocorre na área das Comunicações. Há um funcionário comissionado para cada dois servidores nos Correios, estatal subordinada à pasta agora comandada por Gilberto Kassab (PSD-SP). Os Correios têm previsão de realizar concurso público para contratar 9 mil funcionários, mas têm exatamente a mesma quantidade em licença-­médica, além de 4,5 mil aposentados por invalidez.

Existem ainda questões relacionadas à publicidade institucional. De acordo informações levantadas pela Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República, agora comandada pelo jornalista Márcio Freitas em substituição ao petista Edinho Silva, foram empenhados R$ 360 milhões para a publicidade institucional do governo nos cinco primeiros meses de 2016, contra R$ 190 milhões no mesmo período de 2015. É toda a verba de publicidade que estava prevista para este ano. O novo Secretario de Governo, Geddel Vieira Lima, denuncia o aparelhamento da pasta durante a gestão petista. De acordo com o integrante do PMDB da Bahia, o PT usou o órgão para dar cargos a militantes, muitos fantasmas. Tudo está sendo esquadrinhado, segundo ele.

Aliados de Temer o convenceram a fazer a exposição durante um café da manhã no Palácio do Jaburu na quarta-feira 18. Eles avaliam como crucial a iniciativa de o presidente ir a público fazer o contraponto à gestão de Dilma. Há um entendimento de que expor a “terra arrasada” deixada pelo PT pode ajudá-lo a conter focos de insatisfação em parcela da sociedade e a convencer população e o Congresso sobre a urgência de medidas para tirar as finanças públicas do atoleiro. Temer ainda não se convenceu sobre o formato mais adequado para fazer o anúncio. Os ministros Romero Jucá (Planejamento) e Henrique Meirelles (Fazenda) trabalhavam para fechar o diagnóstico das contas até o fim desta semana. Na avaliação dos assessores de Temer, o rombo fiscal é a situação mais crítica. O levantamento, a cargo de Meirelles e Jucá, será importante para azeitar a votação da redução da meta fiscal de 2016. Será a primeira grande batalha do governo Temer no Congresso.

Débora Bergamasco
http://istoe.com.br/o-brasil-que-o-pt-tentou-esconder/?ref=yfp

Sicoob Cred Rio Norte - boletim on line

http://credrionorte.com.br/boletim_online/2016/Ed53_Abril/index.html

2016/05/20

As bombas que o governo Temer corre para desarmar

Equipe do presidente interino dedicou boa parte dos sete dias à frente do Planalto a desfazer canetadas que, no apagar das luzes do governo Dilma, complicam ainda mais a economia do país

Na equipe do presidente interino Michel Temer, as derradeiras canetadas da petista Dilma Rousseff são tratadas no dia a dia do Palácio do Planalto como pautas-bombas, medidas estrategicamente assinadas para deteriorar a imagem do ainda temporário governo peemedebista. Diante da maquiagem na previsão do rombo fiscal de 2016 - se os 96 bilhões de reais já não fossem preocupantes, as novas projeções beiram um déficit de 200 bilhões de reais -, e até da liberação de última hora de reajustes salariais cujas negociações estavam adormecidas há quase um ano, os ministros do governo Temer passaram a primeira semana de governo listando medidas impopulares que terão de ser tomadas para devolver a economia aos eixos e não desvirtuar programas sociais e políticas de governo, no apagar das luzes direcionados silenciosamente a apoiadores do PT.

As primeiras, por mais desgastantes que sejam, já foram tomadas, e incluem, por exemplo, suspensão de convênios com universidades e a sustação da construção de mais de 11.000 moradias populares para beneficiários como o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Outra pauta bomba a ser desarmada são os acordos de reajuste salarial que o governo Dilma fechou, um dia antes da sessão de debates para o afastamento da presidente Dilma Rousseff, com oito categorias do funcionalismo público. As categorias prometem pressionar a equipe de Michel Temer, mas segundo o ministro do Planejamento Romero Jucá, apenas os acordos já em tramitação no Congresso estão garantidos.

Campo minado

Confira o que o governo Temer já decidiu mudar:
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/as-bombas-que-o-governo-temer-corre-para-desarmar

Por: Laryssa Borges, de Brasília - Atualizado em

2016/05/19

Sicoob Cred Rio Norte e AIC/Codin podem firmar parceria


          O consultor do Sicoob Cred Rio Norte, Neilton Ribeiro da Silva, participou nesta quinta-feira, 19 de maio, da reunião ordinária da Associação de Indústrias de Campos. Ele foi recebido pelo presidente da entidade, com sede na Codin, em Guarus, Lucas Vieira, na sede da gerência regional da Firjan em Campos dos Goytacazes.
Na oportunidade, Neilton Silva falou para os associados da AIC sobre o funcionamento de uma cooperativa de crédito, suas vantagens para as pessoas jurídicas em relação às agências bancárias tradicionais, o pacote de serviços e produtos oferecidos e acerca do crescimento e expansão do Sicoob Cred Rio Norte – agora Sicoob Fluminense, uma vez que já tem autorização do Banco Central para atuar em todo o estado do Rio de Janeiro, e que já ultrapassou a marca dos seis mil cooperados.
Dos associados da AIC Neilton Silva ouviu um questionamento sobre a possibilidade de instalação em Guarus, na área da Codin, de uma representação do Sicoob Cred Rio Norte – um centro de negócio nos moldes do que funciona na Câmara dos Dirigentes Lojistas de Campos, para pessoas jurídicas, ou um posto de atendimento, que incluiria a extensão dos serviços às pessoas físicas. A ideia vai entrar na pauta de discussões da cooperativa, para o estudo de viabilidade, mas já está sendo considerado o primeiro e grande passo para uma efetiva parceria entre a cooperativa de crédito e a AIC. Inclusive já há associados cooperados Ao Sicoob Cred Rio Norte.
Ainda durante a reunião, Neilton Silva confirmou a instalação de uma agência do Sicoob Cred Rio Norte na Baixada Campista, provavelmente em área próxima a Goytacazes, em data ainda não definida, e que uma das últimas informações do Banco Central assegura que num futuro próximo as cooperativas de crédito deverão ser liberadas para a operação com recursos públicos, a exemplo de prefeituras, o que certamente irá alavancar ainda mais um setor que vem anotando índices constantes de crescimento no mercado financeiro, mesmo em meio à crise econômica observada.