2017/05/25

Robótica submarina: evento no Senai Campos


2017/05/24

CPIs vão investigar contratos da Odebrecht e EMEC no governo Rosinha

Duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) vão apurar os contratos assinados pelo governo Rosinha Garotinho (PR) com as empresas Odebrecht e Emec. A leitura dos pedidos de CPI, com os respectivos pareceres favoráveis da Procuradoria Legislativa, foi feita agora há pouco pelo presidente da Câmara Municipal de Campos, Marcão Gomes (Rede).
 
 As duas CPIs deverão ser instaladas na próxima semana com prazo de 180 dias para concluir as investigações. A Odebrecth foi contratada por cerca de R$ 1 bilhão para construção de casas populares e dois de seus diretores, Bendito Júnior e Leandro Azevedo, que são também delatores da Operação Lava Jato disseram, em depoimento ao Ministério Público Federal que repassaram R$ 9,5 milhões, em recursos de caixa 2, para as campanhas de Rosinha e do ex-secretário Anthony Garotinho.

EMEC - Para a CPI da EMEC, aquela empresa contratada para cuidar das praças e jardins da cidade, assinaram os vereadores Genário, Igor Pereira, Silvinho Martins, Jorginho Virgilio, Mmarcelo Perfil, Enock Amaral, Marcão Gomes, Fred Machado, Claudio Andrade, Abu, José Carlos, Marcos Bacelar e Pastor Vanderli.

ODEBRECHET - Para a CPI da Odebrecht assinaram os vereadores Genásio, Abu, Cláudio Andrade, Fred Machado, Jose Carlos, Marcão Gomes, Nenen, Álvaro Cesar, Pastor Vanderli, Marcos Bacellar, Igor Pereira, Silvinho Martins e Jorginho Virgílio.
 
c/ed.

Vandalismo: tropas militares em Brasília

16:27 – Ministro da Defesa declara intervenção federal segundo a Garantia da Lei e da Ordem. Tropas Militares chegam ao Palácio do Itamaraty e a Esplanada dos Ministérios.

http://veja.abril.com.br/brasil/ministerio-e-incendiado-e-predios-sao-evacuados-no-df-siga/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification

Vandalismo predomina em manifestação em Brasília

Dois ministérios são incendiados em Brasília; governo evacua todos os prédios da Esplanada

Jéssica Nascimento e Bernardo Barbos
Do UOL e colaboração para o UOL, em Brasília











2017/05/22

Rodada de negócios: Sicoob Fluminense atende PJs


 
 
               

Com o objetivo de incrementar o apoio a empreendedores e a captação de pessoas jurídicas como associadas, o Sicoob Fluminense organiza na terça-feira, 23 de maio, com o apoio do Sebrae-RJ e da Organização das Cooperativas do Brasil-OCB/RJ, a "Rodada de Crédito Sicoob para Pequenos Negócios". Será no auditório do IFFluminense, em Campos dos Goytacazes, campus Centro, a partir das 18 horas.

O evento, que está dispensando pré-inscrições, é voltado basicamente para pequenos e médios empresários de Campos e de toda a região, que terão a oportunidade de conhecer ou tirar suas dúvidas sobre linhas de crédito e os produtos e serviços financeiros que são direcionados atualmente pela cooperativa de crédito justamente para as pessoas jurídicas. Hoje o Sicoob Fluminense já tem cerca de 1.200 PJs cooperadas.

 http://www.sicoobfluminense.com.br/site/

RJ tenta prorrogar estado de calamidade nesta terça e vota projeto do pacote de austeridade na quarta

Projetos serão votados nesta semana na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Um deles prevê aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14%.

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) terá uma semana agitada a partir desta terça-feira (23), com a votação de projetos polêmicos. O primeiro deles prevê a prorrogação do estado de calamidade pública até 2018, que teve a votação adiada na semana passada ao receber emendas.

O segundo, que será votado na quarta (24), prevê o aumento da contribuição previdenciária e faz parte do pacote de austeridade apresentado pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em novembro do ano passado.
 
Durante a votação de alguns de seus projetos, a Alerj foi palco de manifestações violentas de servidores contrários ao arrocho.

1. Prorrogação do estado de calamidade

O Governo do Rio de Janeiro tenta ampliar o estado de calamidade pública. O decreto original, de novembro do ano passado, previa a validade até o fim deste ano. Agora, o prazo pode ser ampliado por mais um ano — até o fim de 2018. O pedido é do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e será votado na terça-feira na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em regime de urgência.
 
Com o decreto, o estado tem base legal para descumprir alguns artigos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) sem sofrer as sanções previstas na legislação.
2. Aumento da contribuição previdenciária: de 11% para 14%

Um dos mais duros projetos do pacote de austeridade, apresentado no ano passado pelo governador Pezão, volta à pauta da Alerj na quarta-feira. A proposta prevê o aumento da alíquiota previdenciária de 11% para 14%.
 
Afastado para tratar um câncer, o presidente licenciado da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), chegou a dizer que só votaria o projeto quando os salários estivessem em dia.
 
"Não é possível falar com um servidor de que aumentaremos os descontos previdenciários com ele tendo os vencimentos atrasados", disse em fevereiro.
 
 
Por Gabriel Barreira, G1 Rio