2015/07/03

Cursos no Senai Campos



Brasileiro conta como se infiltrou na comitiva de Dilma e a xingou

Igor Gilly, que atualmente mora em São Francisco, postou um vídeo em uma rede social explicando como aconteceu o fato

Rio - O brasileiro Igor Gilly, que conseguiu se infiltrar na comitiva de Dilma Rousseff em visita à universidade de Stanford, na Califórnia (EUA), na última quarta-feira, contou como conseguiu aproveitar falha na segurança e hostilizar a presidente.

Veja em:
http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2015-07-03/brasileiro-conta-como-se-infiltrou-na-comitiva-de-dilma-e-a-xingou.html

2015/07/01

Teatro SESI Campos


Participe

DIGA NÃO AO EMPRÉSTIMO BILIONÁRIO NESTA QUINTA, ÀS 10H, NO CALÇADÃO
NESTA QUINTA FEIRA, 2, A PARTIR DAS 10 HORAS DA MANHÃ, NO CALÇADÃO, EM FRENTE AO EDIFÍCIO PIONEIRO, CAMPOS DOS GOYTACAZES, MANIFESTAÇÃO CONTRA O EMPRÉSTIMO BILIONÁRIO E A COLETA DE ASSINATURAS PARA ANULAR A SESSÃO DA CÂMARA QUE APROVOU A CONTRATAÇÃO DE ANTECIPAÇÃO DAS VERBAS DE ROYALTIES E DE PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS.
 
http://blogfernandoleite.blogspot.com.br/
 
c/ed.

Campos lança campanha contra crédito de royalties

‘Não venda meu futuro’ quer coletar 16 mil assinaturas pedindo plebiscito contra empréstimo de até R$ 1 bilhão. Para prefeitura, operação é única saída para crise

Rio - A polêmica em torno da decisão da Prefeitura de Campos dos Goytacazes de ir ao mercado financeiro para cobrir o rombo da crise ganha mais um combustível. Nesta quinta-feira será lançada a campanha ‘Royalties, não venda o meu futuro’, para impedir que recursos do petróleo sejam usados como garantia de uma operação que pode chegar a a R$ 1 bilhão. A ideia do Observatório Social de Campos, que organiza a campanha, é recolher 16 mil assinaturas (5% dos 320 mil eleitores) para forçar a prefeitura a realizar um plebiscito para ouvir a população.

O arquiteto urbanista Renato Siqueira, diretor-geral do Observatório Social, diz que a proposta da campanha é evitar prejuízos a administrações futuras. “Isso vai comprometer as duas próximas gestões do município, além de contrariar a Lei de Responsabiliade Fiscal, que prevê que a dívida contraída por um prefeito seja esgotada na gestão dele”, disse. Somente de juros, segundo ele, seriam R$ 350 milhões por ano, já que a operação seria calculada em dólar, com lançamento de papéis na Bolsa de Nova Iorque.

Rosayne Macedo

http://odia.ig.com.br/odiaestado/2015-06-30/campos-lanca-campanha-contra-credito-de-royalties.html
c/ed.

2015/06/30

Maioridade penal será votada sem acordo na Câmara

Apesar do PT ter apresentado uma proposta de endurecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para tentar conquistar o apoio das bancadas da bala e evangélica, os líderes partidários não chegaram a um acordo sobre a votação da PEC que determina a redução da maioridade penal.

De acordo com o líder do governo, José Guimarães (PT-CE), as discussões sobre o tema devem durar a noite inteira. Apesar disso, o PT já decidiu que não vai utilizar do instrumento da obstrução para adiar a análise do tema. “Ninguém arrisca o prognóstico, nem o placar [de votação]”, disse Guimarães. “Esse é um tema complexo e não podemos agir emocionalmente”, complementou.

Tanto o PT, quanto integrantes favoráveis à proposta de redução da maioridade penal classificam como uma “incógnita” a votação desta terça-feira. Na Câmara, os líderes admitem que existe uma maioria a favor da imputação penal a jovens de 16 e 17 anos. Mas não se sabe se essa maioria seria suficiente para se obter os 308 votos mínimos para que a proposta fosse aprovada em primeiro turno. “Vai ser bem tumultuada”, disse Cunha sobre a votação desta terça-feira.

Com medo de uma derrota, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) disputa com a bancada do PT o apoio dos deputados que ainda não decidiram o seu voto sobre a redução da maioridade penal.

Cunha tem afirmado a integrantes do PSDB, do PMDB, do PT e do PTB que o PT nunca apoiou o endurecimento do ECA e que não será agora que a sigla mudará de posição. O presidente da Câmara tenta convencer deputados indecisos de que a votação da proposta é fruto de um acordo que não pode ser quebrado, feito pela maioria dos partidos.

Os deputados favoráveis à redução da maioridade penal tentam aprovar o substitutivo apresentado pelo deputado Laerte Bessa (PR-DF) na comissão especial da maioridade penal. O texto define que a responsabilização penal de jovens entre 16 e 17 anos não será integral. A sugestão do colegiado é que ela fique restrita a crimes hediondos (homicídio qualificado, latrocínio, sequestro, estupro), tráfico de drogas, casos de terrorismo, lesão corporal grave e roubo qualificado. Existe também a possibilidade de votação da PEC originária, a 171/93, caso o substitutivo seja rejeitado.

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/maioridade-penal-sera-votada-sem-acordo-na-camara/

Dia Internacional do Cooperativismo 2015

Escolha cooperativismo. Escolha equidade.

Este é o tema do 93º Dia Internacional do Cooperativismo, divulgado pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI). A data, neste ano, será celebrada em 4 de julho.

Em nosso mundo globalizado a desigualdade está em ascensão.

O hiato na renda mundial tem aumentado ao longo dos últimos anos. Um relatório recente do Credit Suisse estima que o um por cento mais rico da população mundial concentra quase metade da riqueza total do mundo, enquanto metade das pessoas do planeta detém menos de um por cento da riqueza mundial.
No entanto, a desigualdade se apresenta em diversos tons, podendo se aplicar às características étnicas e regionais ou a aspectos pessoais, como sexo ou idade. Precedendo a equidade no direito ao voto entre homens e mulheres, a igualdade de gênero tem sido um direito fundamental em cooperativas desde o seu início, na primeira metade do século 19.
A hierarquia tipicamente plana das cooperativas incentiva uma cultura de trabalho em equipe, onde o talento é recompensado ao invés de competitividade.

Como a desigualdade afeta a todos nós

A desigualdade é um tema relevante pois influencia nossas percepções sobre auto-estima e justiça. Todos os seres humanos têm direito ao mesmo respeito e à mesma dignidade. No entanto, a desigualdade traz graves consequências socio-econômicas e de segurança.
  • Prejudicial para a economia – A desigualdade retarda o crescimento do PIB, o que dificulta a acumulação de capital humano, corrói resultados educacionais e perspectivas econômicas de longo prazo, especialmente para as pessoas de baixa renda.
  • Prejudicial para a nossa infraestrutura – Quando excluídos, os indivíduos não são capazes de participar nas instituições que formam a sociedade. Exemplos disso são a capacitação médica, indústrias que requeiram trabalhadores qualificados, ou as áreas de crédito e seguros.
  • Prejudicial para a nossa segurança – Os impactos sociais da desigualdade incluem desemprego, violência, crime, humilhação, degradação do capital humano e exclusão social. A desigualdade afeta negativamente a participação democrática, fomentando a corrupção e o conflito civil.
  • Prejudicial para a democracia – Politicamente, a desigualdade corrói a justiça das instituições e agrava o problema da responsabilização dos governos. Quando as instituições sociais já são frágeis, a desigualdade desestimula ainda mais a vida cívica e social que sustenta a tomada de decisão coletiva, necessária para o funcionamento de sociedades saudáveis.

Como o cooperativismo pode contribuir

  1. Todos são donos – expandindo o conceito de propriedade, as cooperativas são uma força comprovada para a inclusão econômica e social. Se o modelo coperativista continuar a crescer, a desigualdade será reduzida.
  2. Aberta a todos – Uma cooperativa é aberta a todos, seja homem ou mulher, jovem ou idoso, qualquer pessoa pode participar.
  3. O poder de decisão não está vinculado à riqueza – Todos têm igual poder de decisão (voto equivalente), independentemente do capital.
  4. Igualdade também significa acesso igual aos bens – A Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece como estratégia crítica, a nível nacional, assegurar o acesso universal a bens e serviços básicos de boa qualidade, o que, por sua vez, é o próprio propósito de uma cooperativa.
A Organização das Nações Unidas afirma a importância de se assegurar que a oferta realmente chegue às camada excluídas da população. As cooperativas se concentram em atender as necessidades de seus membros, ao invés de focar apenas no retorno financeiro.
O movimento cooperativista apresenta uma combinação única entre alcance global e conduta empresarial baseada em pessoas. Podemos desempenhar um importante papel na redução da pobreza. As cooperativas auxiliam na redução da desigualdade ao empoderar as pessoas e ao oferecer a elas uma forma digna e sustentável de ganhar a vida.

Fonte: OCB

2015/06/29

Cunha articula instituição do sistema parlamentarista no Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), admitiu em entrevista à Folha de S. Paulo que vem articulando a votação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para se instituir o parlamentarismo no Brasil.

Segundo Cunha, o tema tem “ganhado força” e a intenção dele é votar a proposta antes até o final do ano que vem. “Tenho conversado com quase todos os agentes políticos, PSDB, DEM, PPS, PMDB, PP, PR, com todos os partidos. Com José Serra (PSDB­SP), Aécio Neves (PSDB­MG), Tasso Jereissati (PSDB­CE). Com certeza, vamos tentar votar na minha presidência [da Câmara]”, disse Cunha.

Em resumo, o sistema parlamentarista é aquele em que o poder é centrado no Parlamento, no caso Câmara dos Deputados ou Senado. O premiê, primeiro-ministro ou chefe de governo [figura semelhante a do presidente da República] pode ser dissolvido a qualquer momento dependendo da vontade do Parlamento. Além disso, todas as decisões estratégicas precisam ter o aval dos deputados ou senadores, no sistema parlamentarista. No Brasil, o sistema funcionou entre os anos de 1808 e 1893.

“O Brasil não é uma republiqueta. A grande evolução que se deve ter é que temos que discutir o parlamentarismo no Brasil, e rápido. Um debate para valer e votar”, defendeu Cunha. Para ele, a ideia não é instituir um parlamentarismo ainda no mandato da presidente Dilma, pois isso seria “um golpe branco”. “Se a gente não evoluir para o sistema parlamentarista no Brasil, vamos ficar sujeitos a crises. Existe uma dúvida jurídica: como houve o plebiscito [em 1993] que culminou na não aprovação do parlamentarismo, há dúvidas se uma simples emenda constitucional seria suficiente ou se precisaria de plebiscito, ou referendo. Acho que, sem referendo, é muito difícil implementar o parlamentarismo”, analisou o presidente da Câmara.

“Precisamos proteger esse presidente eleito [em um sistema parlamentarista] das crises do governo. Se esse modelo tivesse vigente e ela [Dilma] fosse chefe de Estado, teria caído o chefe de governo e o governo. Dissolve o gabinete e ponto”, defendeu Cunha.

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/cunha-articula-instituicao-do-sistema-parlamentarista-no-brasil/