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2018/09/05

Museu Nacional: incêndio criminoso ou desleixo público continuado?

Polícia Federal recolhe imagens de câmeras do Museu Nacional para apurar incêndio

O recolhimento dos arquivos foi possível porque o servidor fica fora do prédio queimado. Os investigadores da PF querem saber se o incêndio foi ou não criminoso e por onde ele começou

Por RAFAEL NASCIMENTO
O DIA

Rio - A Polícia Federal (PF) já recolheu todas as imagens do circuito interno do Museu Nacional para auxiliar na investigação sobre as causas do incêndio que destruiu a instituição e seu acervo. O recolhimento dos arquivos foi possível porque o servidor fica fora do prédio queimado. 
 
Os investigadores da PF querem saber se o incêndio foi ou não criminoso e por onde ele começou. Funcionários do local contaram não acreditar que o fogo possa ter começado em uma das caixas de força, já que a fiação elétrica foi trocada há menos de 10 anos.
 
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2018/09/02

RJ: Incêndio de grandes proporções destrói Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista



Ainda não há informações sobre as causas do fogo, que começou após o fechamento do museu a visitantes; ninguém se feriu, diz museu. Instituição criada por Dom João VI tem 200 anos de história.

Um incêndio de grandes proporções destrói o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. O fogo começou por volta das 19h30 deste domingo (2) e até a última atualização desta reportagem seguia destruindo as instalações da instituição que completou 200 anos em 2018.

Segundo a assessoria de imprensa do museu, não há feridos. Quatro vigilantes estavam no local, mas conseguiram sair a tempo. As causas do fogo, que começou após o fechamento para a visitantes, ainda serão investigadas.

A Polícia Civil irá abrir inquérito e deve repassar o caso para que seja conduzido pela Delegacia de Repressão à Crimes de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, da Polícia Federal que irá apurar se o incêndio foi criminoso ou não. Testemunhas contaram que houve dificuldade por parte do Corpo de Bombeiros para puxar água para o combate ao fogo. A informação também será investigada.
 
Pesquisadores e funcionários do Museu Nacional se reuniram com o Corpo de Bombeiros para tentar auxiliar no combate das chamas. O objetivo orientar o trabalho dos bombeiros numa tentativa de impedir que o fogo chegasse em uma parte do museu que contém produtos químicos. Alguns deles são inflamáveis e usados na conservação de animais raros.
 
Calcula-se que o acervo tenha cerca de 20 milhões de itens, que estão sendo destruídos pelo fogo.
 
Matéria na íntegra em:

2017/05/05

Expolosão atinge tradicional restaurante da BR-101 e deixa feridos

Explosão seria a principal causa do acidente. Bombeiros tentam conter as chamas no local. Ainda não há informações sobre o número de feridos

O Dia
Rio - Um incêndio atingiu nesta sexta-feira o restaurante Kiosque do Alemão, na altura do quilômetro 284 da BR 101, no bairro Duques, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. Bombeiros de Rio Bonito e Itaboraí foram acionados para conter as chamas do incêndio. Agentes da Polícia Militar também estão no local.

Pelo menos uma pessoa gravemente ferida no acidente. Haroldo Alves, de 63 anos, foi encaminhado para um hospital em Rio Bonito após sofrer queimaduras pelo corpo. Ainda não há informações sobre o número exato de feridos e o estado de saúde das vítimas.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), houve uma explosão no local antes do início do incêndio. Apesar da vasta fumaça no local, a visibilidade da pista não está prejudicada.

A concessionária Autopista Fluminense, responsável pelo trecho da rodovia onde ocorreu o incidente, enviou equipes de resgate para socorrer as vítimas do acidente, além de um caminhão-pipa para auxiliar a ação do Corpo de Bombeiros.

http://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2017-05-05/incendio-atinge-kiosque-do-alemao-em-itaborai.html

2013/10/23

Incêndio na loja da Femac em Campos

Um incêndio, aparentemente, de grandes proporções atinge, neste momento, 16h14, a loja da FEMAC/Sierra Maestra, na avenida Alberto Lamego, Parque Califórnia, ao lado do supermercado SuperBom.

O grupamento dos Bombeiros já está no local, demarcando o território, uma vez que é enorme a aglomeração de curiosos. Não há informações sobre vítimas e nem sobre a causa do incêndio.

Veja mais:
http://blogfernandoleite.blogspot.com.br/

2012/02/25

Incêndio na estação brasileira na Antártica deixa dois mortos

foto: informador Chile

BRASÍLIA - Dois militares brasileiros
morreram no incêndio ocorrido na madrugada deste sábado da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF). A informação, repassada no início da tarde por pesquisadores que estavam no local, foi confirmada pelo ministro da Defesa, Celso Amorim. As vítimas fatais são o suboficial Carlos Alberto Vieira Figueiredo e o primeiro-sargento Roberto Lopes dos Santos.

“Num ato de heroísmo, eles estiveram justamente no local de maior risco, na tentativa de debelar o incêndio e não conseguiram. Todos os pesquisadores e funcionários civis foram resgatados e já se encontram no continente, no Chile, e amanhã já devem estar de volta ao Brasil”, disse Amorim.

Segundo o ministro, 12 militares da Marinha, inclusive o comandante da base, ficaram numa base chilena vizinha à brasileira na Ilha Rei George, na Antártica. Eles devem retornar a Comandante Ferraz, para ajudar no trabalho de perícia e no resgate dos dois corpos. Um navio da Marinha brasileira também se deslocou para a Ilha Rei George, para ajudar na tarefa.

O filho do suboficial Figueiredo, o oficial da PM Vinicius Figueiredo, recebeu a notícia da morte do pai por volta das 17h30m. Carlos Alberto era natural de Vitória da Conquista, na Bahia, e tinha 47 anos. Havia morado três anos em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, mas sua família retornou à Bahia quando ele viajou para a Antártica, em março do ano passado.

- Ligaram dizendo que o óbito foi confirmado. Ele estava tentando apagar o incêndio e o corpo provavelmente está carbonizado. Meu pai já estava para voltar. Tinha 30 anos de serviço na Marinha. Nunca demonstrou preocupação com a segurança na base. Ontem mesmo falamos com ele, por volta das 23h30m, e estava tudo normal - disse Vinicius, acrescentando que sua mãe está sob o efeito de remédios.

O acidente ocorreu na Praça de Máquinas, onde ficam os geradores de energia, por volta das 2h (horário de Brasília), segundo nota da Marinha do Brasil. Os integrantes do Grupo-Base (militares da Marinha responsáveis pela manutenção e operação da EACF) trabalham no combate ao incêndio.

De acordo com o governo, os 30 cientistas, um alpinista que presta apoio às atividades de pesquisa e um representante do Ministério do Meio Ambiente que estavam na Estação no momento do acidente estão bem e já foram para Punta Arenas (Chile). Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) vai resgatar os militares e pesquisadores.

De acordo com a FAB, o avião, um Hércules C-130, deve pousar em Punta Arenas à meia-noite deste domingo. A aeronave deve chegar ao Brasil por volta das 8h30, na Base Aérea do Galeão. Assim que as condições meteorológicas permitirem, uma equipe com apoio do navio chileno Lautaro vai se deslocar para a base para avaliar os danos causados à estrutura da Estação.

Pela internet, pesquisadores que estavam na estação relatam que o incêndio destruiu tudo na base brasileira e que houve explosão de nitrogênio. Yocie Yoneshigue Valentin, coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Antártico de Pesquisas Ambientais (INCT-APA), disse que soube, por pesquisadores que estavam no local, que o alarme não tocou no momento do acidente e que todos tiveram que sair às pressas, sem levar bagagem nem documentos.

- Perdemos equipamentos caríssimos, de US$ 120 mil. Acredito que esteja tudo carbonizado. No verão, ficam cerca de 60 pessoas trabalhando lá, entre pesquisadores, militares e o pessoal do arsenal de Marinha - disse Yocie, acrescentando que todos os pesquisadores estão bem e vão voltar ao Brasil em um avião da FAB.

O Navio-Polar “Almirante Maximiano”, da Marinha, partiu de Punta Arenas em direção à EACF para prestar o apoio necessário. Ainda segundo a nota, dois navios da Marinha da Argentina e dois botes da Estação polonesa de Arctowski apoiam as ações nas imediações da EACF. E três helicópteros da Base chilena também prestam apoio.

Permanecem na EACF, além do Grupo-Base, 12 funcionários do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. A Marinha afirma que um Inquérito Policial Militar foi instaurado para apurar as causas do acidente.

O Globo