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2019/10/14

Doação de cabelos: campanha do Sicoob Fluminense dias 15 e 16

Com o tema “Seu cabelo tem mais força do que você imagina”, o Sicoob Fluminense realiza nesta terça e quarta-feiras, 15 e 16 de outubro, mais uma campanha dentro de seu programa de responsabilidade social.

Desta vez, trata-se de uma ação de arrecadação de cabelos que serão utilizados na confecção de perucas que serão direcionadas a pacientes que estão em tratamento do câncer.

Em ambos os dias, das 13 às 17 horas, uma equipe do Instituto Sawanna estará à disposição dos interessados na doação, na sede da cooperativa de crédito, na rua Dr. Siqueira, n.º 278, Parque Dom Bosco, Campos dos Goytacazes, em frente ao IFFluminense.

Através de uma outra parceria, com as profissionais de makeup  Palomma Pires e Andreza Santos, o Sicoob Fluminense vai proporcionar gratuitamente a quem fizer a doação do cabelo uma maquiagem especial.

Quem quiser participar da iniciativa mas não quiser ou não puder doar o cabelo, pode fazer a doação de um novelo de lã.

2018/07/30

A emenda foi pior do que o soneto...

Comercial cai mal e faz Neymar, Gillette e agência estudarem reação


Karla Torralba e Pedro Lopes Do UOL, em São Paulo

    Menos de 24 horas depois do lançamento da nova campanha, Neymar, Gillette e a agência responsável avaliam os efeitos produzidos pelo comercial, que serviu como pronunciamento público do jogador após as críticas recebidas na Copa do Mundo. Cientes da repercussão negativa que o vídeo alcançou, as partes estudam como podem minimizar o efeito disso na imagem do jogador do PSG, que viu a estratégia inicial ter efeito contrário.

O UOL Esporte apurou que o vídeo publicitário tinha sim a intenção de melhorar a imagem do jogador do PSG após a Copa do Mundo. A ideia da marca e da agência era aliar o discurso de um "novo homem todo dia" à necessidade de Neymar mostrar que "mudou" após a passagem pela Rússia, que abalou a imagem do jogador. O resultado, porém, não saiu como se esperava. Neymar foi criticado por tentar se redimir em uma propaganda, repetindo estratégia já usada antes na carreira, virou meme nas redes sociais e apanhou até no exterior, onde o vídeo chegou a ser chamado de patético.

Veja em:
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/esporte/2018/07/30/comercial-cai-mal-e-faz-neymar-gillette-e-agencia-estudarem-reacao.htm


Obs. do Blog: Vejam o que fazem com um cidadão a arrogância, ignorância, soberba, falta de educação, cinismo, mentira, ganância...

2017/09/08

Sicoob Fluminense faz Campanha de Doação de Brinquedos

Dando prosseguimento ao seu projeto de responsabilidade social, o Sicoob Fluminense está desenvolvendo a sua Campanha de Arrecadação de Brinquedos 2017.
O material será arrecadado nos postos do Sicoob Fluminense (veja no site da cooperativa) e nas entidades parceiras até o dia seis de outubro, sendo entregue posteriormente a instituições beneficentes.
A campanha tem o apoio e parceria do Colégio Pró-Uni, do Sinasefe, da Escola M do Saber, Universidade Cândido Mendes, Escola Interativa e IFFluminense.

2016/11/25

Sicoob Fluminense faz campanha por doação de brinquedos

As doações poderão ser feitas nas agências do Sicoob Fluminense:

Em Campos dos Goytacazes:

Rua Dr. Siqueira, 278 - Parque Dom Bosco
Campos dos Goytacazes - RJ CEP 28030-130
Tel.: (22)27262750 e Fax.: (22)27262752
Horário de Funcionamento: 10h00 às 16h00.
 
Agência de Negócios na CDL – Av. 7 de Setembro, 274/280 – Centro – Tel. 27240238

Morro do Coco - Rua Nilo Peçanha, 203.
12.º Distrito de Campos dos Goytacazes.
Telefone: (22) 2721-5398
Horário de atendimento: das 10 às 15 horas.


Veja a relação completa de agências do Sicoob Fluminense no estado do Rio de Janeiro em:

http://sicoobcredrionorte.com.br/site/index.php/credrionorte/

2016/09/19

Campanha de 'multivacinação' começa nesta segunda-feira

Campanha terá todas as vacinas disponíveis pelo SUS.
Ministério disponibilizou 19,2 milhões de doses extras de 14 vacinas.

Começa nesta segunda-feira (19) uma campanha nacional de "multivacinação" que incluirá, pela primeira vez, todas as vacinas disponíveis pelo SUS para crianças de até 5 anos e para crianças e adolescentes entre 9 e 15 anos incompletos, incluindo a imunização contra HPV para meninas. O esforço de vacinação vai até o dia 30 de setembro.

Para realizar as imunizações, o Ministério da Saúde enviou 19,2 milhões de doses extras das 14 vacinas para os postos de saúde de todo o país. Serão cerca de 36 mil postos fixos de vacinação e 350 mil profissionais de saúde envolvidos nos 12 dias de mobilização.

As doses já estão normalmente disponíveis de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS), em qualquer posto. O objetivo principal da campanha é estimular que os pais levem os filhos para pôr em dia a carteira de vacinação.

Segundo Ana Goretti Kalumi, do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal dos adolescentes no Brasil ainda não é adequada, por isso a campanha incluiu essa faixa etária. “Os adolescentes são um público que, diferentemente das crianças pequenas que são levadas pelas mães às unidades de saúde, são muito resistentes a buscar serviços de saúde”, disse a especialista em coletiva de imprensa.

A vacinação contra pólio ocorre normalmente no mês de agosto. Este ano, porém, ela foi adiada, segundo o Ministério da Saúde, devido à Olimpíada no Rio, que poderia diminuir a adesão.

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/09/campanha-de-multivacinacao-comeca-nesta-segunda-feira.html

2016/08/17

Em São João da Barra Carla Machado dará início à campanha no sábado, 21 de agosto

A candidata a prefeita pela coligação “São João da Barra Vai Voltar a Sorrir”, Carla Machado (PP), dará o pontapé inicial da sua campanha com inaugurações de comitês e caminhada. No sábado (20), a partir das 19h30, será inaugurado o comitê na localidade de Atafona. Já no domingo, a partir das 10h, a candidata do PP fará uma caminhada na localidade de Roças Velhas, que seguirá até Barcelos, onde às 12h30 terá a inauguração do comitê da localidade do sexto distrito.

Carla já foi prefeita do município por oito anos e terminou seu mandato com mais de 80% de aprovação. Líder nas pesquisas, Carla diz que o município precisa ter sua autoestima resgatada.

— Vamos iniciar a nossa caminhada para retomar o crescimento. Se Deus quiser iremos conquistar a vitória para que São João da Barra possa voltar a ser feliz. Estaremos trabalhando para devolver o sorriso e a autoestima ao povo sanjoanense, que tanto sofreu com a atual administração — finalizou.
Fonte: Assessoria

2016/04/07

STF valida delação de executivos da Andrade Gutierrez na Lava Jato

Delações apontam propina em campanha de Dilma em 2014, diz jornal.
Coordenação da campanha diz que arrecadação respeitou legislação.

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou o acordo de delação premiada de Otávio Mesquita de Azevedo, ex-presidente da empreiteira Andrade Gutierrez, e de Flávio Barra, ex-executivo da empresa.

Informações publicadas na edição desta quinta-feira (7) do jornal "Folha de S.Paulo" e confirmadas pela TV Globo apontam que, nessas delações, os executivos afirmaram que a empresa pagou propina em forma de doações legais para as campanhas da presidente Dilma Rousseff em 2010 e 2014. O Blog de Matheus Leitão informou nesta quarta (6) que as homologações estavam prestes a acontecer.

De acordo com a reportagem do jornal, a propina vinha de obras superfaturadas da Petrobras e do setor elétrico, e o esquema de pagamentos ganhou maior escala a partir das obras da usina de Belo Monte. Entre as obras listadas com pagamento de propina estão estádios da Copa do Mundo: o Maracanã, no Rio, a Arena Amazônia, em Manaus, e o Mané Garrincha, em Brasília.

A "Folha de S.Paulo" disse que a Andrade Gutierrez entregou uma planilha em que detalha as doações vinculadas à participação da empreiteira em contratos de obras públicas.
A TV Globo confirmou que as delações dos executivos da Andrade Gutierrez vão indicar que a propina revestida de doação legal foi para outras campanhas do PT e também do PMDB nos anos de 2010, 2012 e 2014.

Consta nos depoimentos, segundo a reportagem, que a obra da usina de Belo Monte, da qual a Andrade fez parte, envolveu pagamento de propina para os dois partidos. Ainda de acordo com o jornal, a negociação para estruturar o esquema teve participação dos ex-ministros Antonio Palocci  e Erenice Guerra.

O que dizem os citados

 O coordenador jurídico da campanha de Dilma em 2014, Flávio Caetano, afirmou em nota que toda a arrecadação obedeceu às regras vigentes. Veja a íntegra da nota no fim desta reportagem.
"Jamais a campanha impôs exigências ou fixou valores", afirmou Caetano. Segundo ele, a Andrade Gutierrez "fez doações legais e voluntárias para a campanha de 2014 em valores inferiores à quantia doada ao candidato adversário".

"Em nenhum momento, nos diálogos mantidos com o tesoureiro da campanha sobre doações eleitorais, o representante da Andrade Gutierrez mencionou obras ou contratos da referida empresa com o governo federal", escreveu o coordenador jurídico da campanha.

A assessoria do Partido dos Trabalhadores disse, em nota, que "refuta as ilações apresentadas. Todas as doações que o PT recebeu foram realizadas estritamente dentro dos parâmetros legais e posteriormente declaradas à Justiça Eleitoral."

A assessoria do PMDB disse que o partido não recebeu nenhum tipo de doação irregular. "Tudo está declarado ao Tribunal Superior Eleitoral como manda a legislação".

À TV Globo, a defesa do ex-ministro Antonio Palocci negou que ele tenha participado de negociações em torno da construção de Belo Monte e que tenha atuado na captação de doações para a campanha de Dilma em 2010.

A defesa também manifestou estranheza com o fato de que o suposto pedido de doação para 2010 esteja relacionado ao consórcio, contratado apenas em fevereiro 2011 e cuja obra só começou no segundo semestre daquele ano.

A Andrade Gutierrez afirmou que não vai comentar. A TV Globo procurou a assessoria da ex-ministra Erenice Guerra, mas não havia conseguido contato até a última atualização desta reportagem.

Nota
Leia abaixo íntegra da nota da coordenação jurídica da campanha de Dilma em 2014:

NOTA À IMPRENSA
Toda a arrecadação da campanha da Presidenta de 2014 foi feita de acordo com a legislação eleitoral em vigor. Jamais a campanha impôs exigências ou fixou valores. Aliás, a empresa fez doações legais e voluntárias para a campanha de 2014 em valores inferiores à quantia doada ao candidato adversário.
Em nenhum momento, nos diálogos mantidos com o tesoureiro da campanha sobre doações eleitorais, o representante da Andrade Gutierrez mencionou obras ou contratos da referida empresa com o governo federal.
É lamentável que o instrumento da delação premiada seja, mais uma vez, utilizado politicamente por meio de vazamentos seletivos. A afirmação em tela é inverídica e serve apenas, na atual conjuntura, para alimentar argumentos daqueles que querem instaurar um golpe contra um mandato legitimamente eleito pelo povo brasileiro.
Flavio Caetano, coordenador jurídico da campanha de 2014.

2015/11/10

Pare e faça um bom negócio



Sicoob lança campanha com o sucesso “Pare”


Pare e faça um bom negócio. Esse é o tema da nova campanha nacional lançada no último final de semana pelo Sicoob. A divulgação apresenta o Sicoob como alternativa ao atual cenário econômico e incentiva as pessoas a conhecerem e utilizarem as vantagens das cooperativas de crédito, como tarifas e juros mais baixos.

A nova campanha possui uma linguagem bem-humorada e tem o objetivo de divulgar os diferenciais dos cartões, consórcios, investimentos e outros produtos e serviços oferecidos pelo Sicoob, afirma o presidente do Sicoob, Henrique Castilhano Vilares. O vídeo incentiva os brasileiros, de maneira descontraída, a pararem de sofrer com as condições impostas pelas instituições financeiras tradicionais.

No filme de 30, um cantor caricato aparece interpretando a paródia da música Pare, sucesso da música sertaneja dos anos 90, interpretada pela dupla Zezé Di Camargo e Luciano, e incentiva um cliente a não contratar um crédito com juros exorbitantes. Em seguida, o personagem sugere que o cliente abra uma conta no Sicoob para ter acesso à taxas e juros mais baixos. Na sequência o cliente aparece em um ponto de atendimento do Sicoob.

A campanha será veiculada na TV, no rádio e na internet. É composta de vídeo, jingle para rádio, peças de sinalização, entre outras. As veiculações na TV aberta (Globo) e rádio (CBN) vão até o dia 27/11 e pela internet (G1  Economia; diversos portais da Globo.com; Exame.com; Youtube; Facebook e Instagram) até o dia 21/12.

http://cooperativismodecredito.coop.br/2015/11/sicoob-lanca-campanha-com-sucesso-musica-pare/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+CooperativasDeCreditoNoBrasilENoMundo+%28Portal+do+Cooperativismo+de+Cr%C3%A9dito%29

2015/09/17

Por 8 votos a 3, STF proíbe doações de empresas a políticos

Depois de um ano e nove meses, o STF (Supremo Tribunal Federal) concluiu nesta quinta-feira (17) o julgamento da proibição das doações de empresas a candidatos e partidos políticos.

Por 8 votos a três, o tribunal considerou as doações inconstitucionais. A ação que contestou as contribuições empresariais no financiamento político foi movida em 2013 pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), com o argumento de que o poder econômico desequilibra a disputa eleitoral.
Segundo o ministro Ricardo Lewandowski, presidente da Corte, a proibição já vale para as eleições municipais de 2016, "salvo alteração legislativa significativa".

Na última quinta-feira (10), a Câmara dos Deputados derrubou o veto do Senado e aprovou projeto de lei que permite doações de empresas a partidos, num limite de R$ 20 milhões. O texto seguiu para a sanção da presidente Dilma Rousseff (PT), mas a decisão de hoje no STF pode levar a presidente a vetar a nova legislação. A petista tem até o dia 30 para avaliar o projeto.

Nas eleições de 2014, 70% do dinheiro arrecadado por partidos e candidatos veio de empresas. Pela lei atual, pessoas jurídicas poderiam doar até 2% do faturamento bruto do ano anterior ao das eleições. Pessoas físicas também podem fazer doações, no limite de 10% de seu rendimento. Essa possibilidade foi mantida pelo STF.

O julgamento começou em dezembro de 2013 e foi interrompido duas vezes. Em 2013, o ministro Teori Zavascki pediu vista e, em abril de 2014, o ministro Gilmar Mendes fez o mesmo. O julgamento só foi retomado nesta quarta-feira (16). Ontem, Mendes votou pela permissão das contribuições eleitorais das empresas. Também votou favoravelmente o ministro Teori Zavascki e Celso de Mello, o último a votar nesta quinta.

Argumentos a favor de proibir as doações

A ministra Rosa Weber afirmou em seu voto que as doações privadas desequilibram as chances dos candidatos, favorecendo aqueles que conseguem mais contribuições empresariais. "É de rigor, pois, concluir, que a influência do poder econômico transforma o processo eleitoral em jogo político de cartas marcadas", afirmou Weber.

Já a ministra Cármen Lúcia, que também votou nesta quinta-feira, acompanhou o relator no julgamento da inconstitucionalidade das doações, e usou um argumento defendido por outros ministros, de que as doações levam a um "abuso" do poder econômico. "Se não há regras expressas [na Constituição], considero que o espírito da Constituição me leva a pedir vênia dos votos divergentes para acompanhar o relator", afirmou Lúcia.

Em 2013, quatro ministros já haviam votado a favor de mudar a lei e proibir o financiamento por empresas. Foram eles: Joaquim Barbosa (que já se aposentou da Corte), Luiz Fux, Dias Toffoli e Luís Roberto Barroso.

E, em abril de 2014, os ministros Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski também votaram contra a doação por empresas.

"No Brasil, os principais doadores de campanha contribuem para partidos que não têm identidade política e se voltam para obtenção de acordos com o governo. As empresas investem em todos os candidatos que têm chance de vitória", afirmou Marco Aurélio ao votar.

"O financiamento fere profundamente o equilíbrio dos pleitos, que nas democracias deve se reger pelo princípio do 'one man, one vote' [um homem, um voto]", disse Lewandowski.

"O financiamento público de campanha surge como a única alternativa de maior equilíbrio e lisura das eleições. Permitir que pessoas jurídicas participem do processo eleitoral é abrir um flanco para desequilíbrio da dicotomia público-privada", afirmou Dias Toffoli.

"O papel do direito é procurar minimizar o impacto do dinheiro na criação de desigualdade na sociedade e acho que temos uma fórmula que potencializa a desigualdade em vez de neutralizá-la", disse Luís Roberto Barroso.

Argumentos contrários à proibição de doações

"O que a Constituição combate é a influência econômica abusiva", disse o decano Celso de Mello. "Entendo que não contraria a Constituição o reconhecimento da possibilidade de pessoas jurídicas de direito privado contribuírem mediante doações a partidos políticos e candidatos, desde que sob sistema de efetivo controle que impeça o abuso do poder econômico", afirmou o ministro.

Em complemento ao seu voto nesta quinta-feira, Zavascki voltou a afirmar que não há na Constituição a proibição expressa às doações empresariais. No entanto, o ministro defendeu que o STF proponha a proibição de doações de empresas com contratos com o poder público e que doem a candidatos rivais. "É possível afirmar que certas vedações constituem em decorrência natural do sistema constitucional", afirmou o ministro.

Gilmar Mendes, por sua vez, fez um voto duro, com muitas críticas ao PT, partido da presidente Dilma Rousseff. Em seu voto, o ministro argumentou que a proibição das doações empresariais tornaria necessário o financiamento público, feito com recursos do governo, de gastos elevados das campanhas. Ele também argumentou que a proibição "asfixiaria" os partidos de oposição. "Nenhuma dúvida de que ao chancelar a proibição das doações privadas estaríamos chancelando um projeto de poder. Em outras palavras, restringir acesso ao financiamento privado é uma tentativa de suprimir a concorrência eleitoral e eternizar o governo da situação", declarou.

http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2015/09/17/stf-decide-proibir-doacoes-de-empresas-a-politicos.htm

2015/03/09

IFFluminense apoia vítimas de enchentes no Acre

O IFFluminense está apoiando a campanha organizada pelo Instituto Federal do Acre (Ifac) que visa à mobilização de recursos em prol das vítimas da enchente do Rio Acre.                     
O movimento visa arrecadar alimentos, fraldas, leite, material de limpeza e doações em dinheiro, através da conta mantida pelo Movimento Acre Solidário.