Mostrando postagens com marcador desemprego. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desemprego. Mostrar todas as postagens

2023/05/22

Desemprego no Brasil sobe no primeiro trimestre de 2023

 

A taxa de desocupação do país no primeiro trimestre de 2023 atingiu 8,8%, alta de 0,9 ponto percentual ante o quarto trimestre de 2022, quando o índice ficou em  7,9%.

CNN

........................................................................................................................................................

A taxa de desemprego no Brasil subiu em 16 das 27 Unidades da Federação no primeiro trimestre de 2023, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos demais estados, a taxa ficou estável.

Segundo o IBGE, o aumento da desocupação e a queda da ocupação, de forma simultânea, resultaram no crescimento da taxa de desocupação nas grandes regiões.

Os estados com as maiores taxas de desocupação foram Bahia (14,4%), Pernambuco (14,1%) e Amapá (12,2%).

G1

2016/05/25

Brasil fecha 62,84 mil vagas de trabalho formais em abril

Com isso, houve redução de vagas cortadas frente a abril do ano passado.
No ano, houve perda de 378 mil vagas e, em 12 meses, de 1,82 milhão.

As demissões de trabalhadores com carteira assinada superaram as contratações em 62,84 mil em abril deste ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Ministério do Trabalho.

Com isso, o número de demissões registrou queda frente ao mesmo mês do ano passado, quando 97,82 mil trabalhadores perderam seus empregos com carteira assinada. Abril de 2015 continua sendo o pior mês da série histórica, que tem início em 1992.

Segundo os números oficiais, abril foi, porém, o décimo terceiro mês seguido de fechamento de vagas com carteira assinada. O último mês com contratações acima das demissões foi março do ano passado, quando foram criados 19,2 mil postos de trabalho.

Atualmente, a economia brasileira passando pela maior recessão dos últimos 25 anos. No ano passado, o PIB "encolheu" 3,8% e, para este ano, a previsão do mercado financeiro é de um recuo de igual intensidade. Ao mesmo tempo, o desemprego tem registrado aumento, assim como a inadimplência bancária.

Acumulado do ano

No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, o país perdeu 378.481 empregos formais. No mesmo período do ano passado, 137 mil trabalhadores com carteira assinada foram demitidos.

Segundo o governo, o resultado dos quatro primeiros meses deste ano também foi pior, para este período, desde o início da série histórica do Ministério do Trabalho, em 2002.

Os números de criação de empregos formais do primeiro quadrimestre, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e março. Os dados de abril ainda são considerados sem ajuste.

Demissões de 1,82 milhão de trabalhadores em 12 meses

O Ministério do Trabalho informou também que, nos últimos doze meses, foi registrada a demissão de 1,82 milhão trabalhadores com carteira assinada.

Com isso, o total de trabalhadores empregados formalmente no país somou 39,31 milhões de pessoas em abril deste ano, contra 41,14 milhões de pessoas empregadas, com carteira assinada, no mesmo mês do ano passado.

Setores

No mês passado, quase todos os setores da economia demitiram trabalhadores, com exceção da administração pública, que contratou 2.255 pessoas, e da agricultura, que registrou a contratação de 8.051 pessoas.

O setor de comércio liderou o fechamento de vagas com carteira assinada em abril deste ano, com 30.507 demissões – seguido pela construção civil (16.036 vagas fechadas).

A indústria da transformação fechou 15.982 postos formais em abril, ao mesmo tempo em que o setor de serviços registrou a demissão de 9.937 trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho. Já a indústria extrativa mineral demitiu 279 empregados no mês passado.

Números regionais

Segundo o Ministério do Trabalho, houve o registro de demissões em quase todas as regiões do país em abril de 2016, com exceção do Centro-Oeste - que contratou 4.186 trabalhadores.

A região Nordeste foi a que teve mais trabalhadores demitidos no mês passado, quando 25.992 pessoas perderam o emprego. A região Sudeste, por sua vez, registrou a demissão de 23.985 trabalhadores.

A região Sul, por sua vez, contabilizou o fechamento de 11.318 vagas formais e a região Norte fechou 5.735 empregos com carteira assinada no mês passado.

Das 27 unidades da federação (26 estados e o Distrito Federal), apenas seis tiveram aumento do emprego formal em abril deste ano. São eles: Goiás (5.170 postos), Minas Gerais (3.886 postos); Distrito Federal (1.202 postos); Mato Grosso do Sul (919 postos); Espírito Santo (466 postos) e Amapá (50 vagas).

Alexandro Martello
Do G1, em Brasília

http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/05/brasil-fecha-mil-6284-mil-vagas-de-trabalho-formais-em-abril.html

2016/04/20

Desemprego fica em 10,2% e é o maior da série da Pnad, do IBGE

De dezembro a fevereiro, número de desocupados subiu 40% sobre 2015.
Rendimento médio caiu em relação ao mesmo período do ano passado.

O desemprego ficou em 10,2% no trimestre encerrado em fevereiro, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o maior índice da série, iniciada em 2012. Pela primeira vez, a taxa da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua) atinge dois dígitos.

O índice ficou bem acima do registrado no mesmo período de 2015, quando chegou a 7,4%.

A população desocupada somou 10,4 milhões de pessoas e também atingiu o maior patamar desde o início da Pnad. Esse indicador mostrou forte alta, principalmente na comparação com o mesmo período de 2015, quando o contingente subiu 40%. Diante do trimestre de setembro a novembro, o avanço foi menor, de 13,8%.

“Esse número [10,371 milhões de pessoas desocupadas] é um número recorde, é a maior estimativa já vista na Pnad até hoje. A força de trabalho do Brasil está maior. E está maior porque cresceu o número de desocupados e não porque aumentou o número de ocupados”, afirmou Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE.

De acordo com o coordenador, esse aumento da população desocupada já era esperado. "Há uma questão da sazonalidade [uma vez que janeiro e fevereiro são meses de dispensa de trabalhadores temporários] .O que é importante analisar nesse momento é o quanto avançou ou quanto caiu em termos de população ocupada. Quantas pessoas perderam emprego em intensidade em relação à série histórica da pesquisa.”

Por outro lado, a população ocupada mostrou queda próximo de 1% nas duas bases de comparação ao chegar a 91,1 milhões. A quantidade de empregos com carteira assinada no setor privado sofreu diminuição de 1,5% sobre o trimestre de setembro a novembro de 2015  e de 3,8% na comparação com igual trimestre do ano anterior.

“Significa dizer que no final o ano passado para o início do ano, meio milhão de pessoas deixaram de ter carteira de trabalho. Isso não é nada favorável. Porque perder carteira de trabalho é perder garantia do emprego, contribuição da previdência, não está recolhendo para fundo de garantia, ou seja, uma serie de benefícios quando o emprego com carteira que ele deixa de existir. E você vê que o emprego sem carteira também caiu. Então, de certa forma o emprego no país caiu como um todo.”

As maiores quedas partiram da indústria geral (-5,9%) e do setor de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-2,5%).

Salários

O rendimento médio de quem estava trabalhando no período foi de R$ 1.934. Sobre o trimestre de setembro a novembro, o valor não variou, mas em relação ao trimestre de dezembro a fevereiro do ano passado, o rendimento caiu 3,9%.

Na comparação com o trimestre de setembro a novembro de 2015, só o rendimento médio do grupo de serviços domésticos teve aumento, de 1,8%. “Esse aumento do rendimento do trabalhador doméstico pode ser em consequência do aumento do salario mínimo”, disse Azeredo.
Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o rendimento médio caiu em grupamentos transporte, armazenagem e correio (-6,3%), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (-5,7%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (7,4%).

Conta própria

O número de empregadores também diminuiu. Frente ao trimestre de setembro a novembro, a queda foi de 5,8% e, em relação ao mesmo trimestre de 2015, de 5,4%. Em tempos de desemprego, a quantidade de trabalhadores por conta própria cresceu 3% na comparação com o período de setembro a novembro de 2015 e 7% diante do mesmo período de 2015.

Anay Cury e Cristiane Caoli
Do G1, em São Paulo e no Rio

http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/04/desemprego-fica-em-102-no-trimestre-encerrado-em-fevereiro.html

2015/09/29

Desemprego fica em 8,6% nos três meses até julho, mostra IBGE

É a maior taxa da série histórica do indicador, que começou em 2012.
Em um ano, o número de desocupados cresceu em 1,8 milhão.

A taxa de desemprego ficou em 8,6% nos três meses até julho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior taxa da série histórica do indicador, que tem início em 2012.

Nos três meses anteriores, o desemprego havia ficado em 8%. Já no mesmo período de 2014, a taxa era de 6,9%.

TAXA DE DESEMPREGO
Por trimestres, em %
Created with @product.name@ @product.version@7,988,18,38,6jan/fev/marfev/mar/abrmar/abr/maiabr/mai/junmai/jun/jul0246810abr/mai/jun em %: 8,3
Fonte: IBGE

O IBGE estimou em cerca de 8,6 milhões o número de pessoas desocupadas no trimestre encerrado em julho. Três meses antes, eram 8 milhões, o que aponta para uma alta de 593 mil pessoas (ou 7,4%) nesse contingente.

No confronto com os meses de maio a julho de 2014, o número de desocupados cresceu em 1,8 milhão, estima o IBGE – uma alta de 26,6%.

“Aumentou a desocupação no ano, com destaque por ter sido a maior variação nos últimos anos para esta comparação – mais de 1,8 milhão de desocupados, ou seja, 26,6%”, disse Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Pnad X PME

Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que substituirá a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME). São investigados 3.464 municípios e aproximadamente 210 mil domicílios em um trimestre, informou o IBGE.

A taxa de desemprego calculada pela Pnad Contínua também é superior à registrada pela PME, que apontou desocupação de 7,5% em julho, e de 7,03% na média dos meses de maio a julho. A PME calcula o desemprego considerando apenas seis regiões metropolitanas, e são visitadas 45 mil residências.

Rendimento

A pesquisa mostrou que o rendimento médio real ficou em R$ 1.881, estável em relação aos meses de fevereiro a abril (R$ 1.897), e uma alta de 2% na comparação com o trimestre encerrado em julho de 2014 (R$ 1.844).

Já a massa de rendimento real habitualmente recebida em todos os trabalhos ficou em R$ 167,8 bilhões no trimestre encerrado em julho, sem variação estatisticamente significativa frente ao trimestre móvel anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2014, houve alta de 2,3% (R$ 164,1 bilhões).

A pesquisa aponta que não houve variação nos rendimentos reais dos empregados do setor privado com e sem carteira de trabalho assinado, assim como entre os que trabalham por conta própria e empregadores.

Já o rendimento dos trabalhadores domésticos e dos empregados no setor público tiveram quedas de 1,6% e 1,8%, respectivamente, frente aos três meses anteriores. Frente ao trimestre de maio a julho de 2014, apenas os empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada apresentaram variação em seus rendimentos com alta de 2,9%.

Cristiane Caoli e Laura Naime Do G1, no Rio e em São Paulo
http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/09/desemprego-fica-em-86-nos-tres-meses-ate-julho-mostra-ibge.html

2013/07/24

Taxa de desemprego sobe para 6% em junho, a maior desde abril de 2012

RIO - A taxa de desemprego das seis maiores regiões metropolitanas do país subiu para 6% em junho, informou nesta quarta-feira o IBGE. Em maio, o tinha sido de 5,8%. É a maior taxa desde abril de 2012, quando o indicador também ficou em 6%. Em junho do ano passado, o percentual foi de 5,9%.

Na passagem de maio para junho, houve queda de 0,2% na renda do trabalhador, para R$ 1869,20. Já na comparação com junho do ano passado, houve alta de 0,8%. A massa de rendimento real habitual somou R$ 43,4 bilhões, estável em relação à leitura anterior.

No semestre, a taxa de desemprego está em 5,7%. No mesmo período de 2012, tinha sido de 5,9%.
— Estamos ainda com um ano mais favoravel que no ano passado — disse Cimar Azeredo, gerente de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Dados divulgados ontem pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontaram que o mercado formal de trabalho abriu em junho 123.836 vagas, já descontando as demissões. Esse número ficou ligeiramente acima do que foi registrado no mesmo mês do ano passado, quando 120.440 vagas foram geradas.

No acumulado no primeiro semestre do ano, o resultado divulgado é o mais baixo desde junho de 2009, quando a criação de vagas atingiu 397.936 postos de trabalho.


Clarice Spitz 
Publicado:
Atualizado: