Vagas serão destinadas a aposentados e militares. Edital do chamamento público deve ser publicado em até seis meses.
Por G1 — Rio de Janeiro
A portaria que autoriza a contratação foi publicada na edição desta terça-feira (28) do Diário Oficial da União (DOU). Ela restringe as vagas a “aposentados pelo regime próprio de previdência social da União” e de “militares inativos para o desempenho de atividades de natureza civil”.
As vagas previstas estão assim divididas:
10 vagas em atividades de apoio da Subsecretaria dos Regimes Próprios da Previdência Social
40 vagas para análises na Subsecretaria dos Regimes Próprios da Previdência Social
235 vagas em atividades de apoio do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS)
255 vagas para atividade geral na Subsecretaria da Perícia Médica Federal (SPMF)
180 vagas para análise técnica de processos e solicitações do Departamento de Centralização de Serviços de Inativos, Pensionistas e Órgãos Extintos (DECIPEX)
100 vagas para análise de processos de compensação financeira previdenciária no DECIPEX
10 vagas para orientação e supervisão do tratamento do acervo funcional e digitalização no DECIPEX
7.400 vagas atendimento e serviços administrativos no DECIPEX
Também haverá vagas para perícia médica e para atuação na concessão e revisão de benefícios/Demandas judiciais. O número de vagas para estes cargos, no entanto, não foi definido na portaria, que estabeleceu apenas o limite máximo de gastos para estas contratações - R$ 45,5 milhões para perícia médica e R$ 19,9 milhões para o cargo na área jurídica em 2020.
A portaria dispensa a realização de concurso público para a contratação dos servidores temporários, que será feita a partir de chamamento público. Os critérios de seleção ainda serão divulgados pelo INSS, que tem prazo de seis meses para publicar o documento para convocação dos servidores temporários.
A admissão de servidores e militares aposentados para trabalharem no INSS foi regulamentada por meio de uma Medida Provisória publicada no dia 2 de março. Na ocasião, o secretário de Previdência, Narlon Gutierre disse que os salários devem ser de R$ 2,1 mil a R$ 4,2 mil. Os contratos terão prazo de um ano, prorrogáveis por mais um.
Mais de 1,8 milhões na fila do INSS
Até o começo de março, quando a MP que regulamenta a contratações temporária, havia mais de 1,8 milhões de benefícios na fila de espera do INSS. Destes, 1,2 milhão estavam atrasados há mais de 45 dias, que é o prazo legal para análise dos pedidos. O tempo médio de concessão dos benefícios girava em torno de 80 dias.
A expectativa do governo é de que até o final deste ano, com a contratação dos temporários, a média de espera pela concessão dos benefícios seja de 20 a 25 dias.
Para analisar a concessão dos benefícios serão contratados exclusivamente servidores de carreira do INSS já aposentados. Eles serão pagos por produtividade. Para atendimento ao público serão contratados tanto servidores inativos do órgão quanto militares aposentados.
Medida para a contratação de jovens entre 18 e 29 anos passa a valer neste mês. Veja quais são os impactos e os direitos trabalhadores dessa faixa etária
Por Marina Cardoso
Publicado às 00h00 de 12/01/2020 - Atualizado às 09h06 de 12/01/2020
Rio - O número de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos chega a mais de 3,9 milhões pessoas, e está atrás apenas dos mais novos ainda com idade entre 14 e 17, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa faixa etária contempla mais da metade do público alvo do Programa Verde e Amarelo, que passou a valer no começo deste mês. Segundo o governo, o objetivo é estimular a criação de postos de trabalho para jovens entre 18 e 29 anos. O DIA mostra quais são os termos para contratação e os direitos dos trabalhadores, além de dicas de como proceder na hora de tentar uma vaga.
Entre as principais medidas estão a redução da contribuição do FGTS de 8% para 2%, diminuição da multa do FGTS em caso demissão sem justa causa de 40% para 20% e a jornada de trabalho pode ser acrescida em até duas horas extras (veja as mudanças no quadro abaixo). O foco é beneficiar jovens com salário de até 1,5 salário mínimo por mês (hoje, R$1.558,5).
Com a redução do custo de contratação de jovens para os empresários, a advogada trabalhista Cátia Vita afirma que o governo espera gerar emprego nos próximos anos. Até 2022, a expectativa é de até 1,8 milhão de novos postos.
"O programa só vale para jovens que nunca tiveram a carteira assinada e estão em busca da primeira oportunidade formal. Nessas condições pode atrair o empregador, que não arcará com encargos de um trabalhador comum. Para quem nunca teve chance, pode ser uma experiência", afirma.
Porém, a advogada ressalta que esse programa tem um prazo determinado. "A duração máxima é dois anos. Após isso, eles passam ao mesmo nível dos outros trabalhadores", afirma Cátia. Pela medida provisória, as empresas podem ter até 20% dos seus empregados contratados nessas condições
O programa é um sinal de esperança para a estudante Juliana Pereira, 17 anos, que está em busca de uma emprego há dois anos. A jovem que faz 18 no final deste ano estará incluída no público alvo. "Na situação que muitos jovens se encontram, assim como eu, acredito que vá ajudar, porque mesmo com as desvantagens, tem o salário que vai permitir ajudar em casa e a comprar as nossas coisas. E é uma experiência para encontrar algo depois", declara Juliana.
Rodolfo Neves, 27, está desempregado há três anos. Ele faz o que pode para ajudar os pais com as contas de casa. "Vou atrás de bicos para ajudar em casa. Já trabalhei de ajudante de pedreiro, com entrega de lanches, além de garçom", disse esperançoso em conseguir uma oportunidade.
Como proceder na hora disputar vaga de emprego
Assim como nos demais processos de seleção de emprego, os jovens precisam se destacar para conquistar a tão sonhada oportunidade. "Eles precisam saber aproveitar as ferramentas da tecnologia ao seu favor, buscando cursos online e palestras gratuitas", afirma Ana Lúcia Santos Duarte dos Anjos, gestora de RH do Instituto Brasileiro Pró-educação, Trabalho e Desenvolvimento (ISBET).
O jovem precisa desenvolver o autoconhecimento para que tenha facilidade de falar sobre si, quando questionado, e consiga identificar o que ele busca, qual seu objetivo de fato.
"Existem vários modelos de currículo na internet. O candidato deve escolher um claro e ter atenção as especificidades solicitadas para o preenchimento", orienta.
"O candidato precisa ser o mais honesto possível sobre sua vivência e conhecimento. Se o mesmo não possui experiência, ele deve focar e manifestar sua vontade de aprender e crescer na empresa. Destacando suas competências, qualificações e habilidades, mostrando para empresa o ganho que pode ter em contratar uma pessoa, sem vícios e com grande potencial de crescimento", afirma Ana Lúcia.
No currículo, as informações devem estar claras, para que o candidato seja de fato convocado para disputar a vaga que tenha relação com suas habilidades e conhecimentos.
No acumulado de janeiro a abril, país registra a criação de 313.835 empregos com carteira assinada, queda de 6,83% frente ao mesmo período do ano passado.
Por Alexandro Martello, G1 — Brasília
24/05/2019 14h02 Atualizado há 4 minutos
A economia brasileira gerou 129.601 empregos com carteira assinada em abril, de acordo com números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Economia.
O saldo é a diferença entre as contratações e a demissões. Em abril, o país registrou 1.374.628 contratações e 1.245.027 demissões.
Esse é o melhor resultado para meses de abril desde 2013, ou seja, em seis anos. No mesmo período do ano passado, foram abertas 115.898 vagas com carteira assinada.
RESULTADO DO EMPREGO FORMAL EM MESES DE ABRIL
DADOS SÃO DO CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS
Os números oficiais do governo mostram também que, nos quatro primeiros meses deste ano, foram criados 313.835 empregos com carteira assinada.
Com isso, houve queda de 6,83% frente ao mesmo período do ano passado - quando foram abertas 336.855 vagas formais.
Os números de criação de empregos formais do primeiro quadrimestre, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e março. Os dados de abril ainda são considerados sem ajuste.
Já nos últimos 12 meses, segundo o Ministério do Trabalho, foi registrada a criação de 477.896 postos de trabalho formais. Com o resultado de abril, o estoque de empregos estava, no final daquele mês, em 38.590 milhões de vagas, contra 38.118 milhões no mesmo mês de 2018.
Por setores
Os números do governo revelam que, em abril, houve abertura de vagas em todos os oito setores da economia.
O maior número de empregos criados aconteceu no setor de serviços. Já a indústria extrativa minera foi o setor que criou menos vagas.
Indústria de Transformação: +20.479
Serviços: +66.290
Agropecuária: +13.907
Construção Civil: +14.067
Extrativa Mineral: +454
Comércio: +12.291
Administração Pública: +1.241
Serviços Industriais de Utilidade Pública: +867
Dados regionais
Segundo o governo, houve abertura de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em todas as regiões do país em abril deste ano.
Sudeste: +81.106
Sul: +14.570
Centro-Oeste: +15.240
Norte: +3.092
Nordeste: +15.593
O governo informou ainda que, das 27 unidades federativas, 23 tiveram saldo negativo (fechamento de empregos formais) em abril deste ano.
Os maiores saldos positivos de emprego ocorreram em São Paulo (+50.168), Minas Gerais (+22.348) e Paraná (+10.653 vagas).
Os maiores volumes de demissões foram registrados em Alagoas (-4.692), Rio Grande do Sul (-2.498) e Rio Grande do Norte (-501).
Trabalho intermitente e parcial
Segundo o Ministério do Trabalho, foram realizadas 9.972 admissões e 4.550 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em abril deste ano. Como o total de admissões nessa modalidade foi maior que o de demissões, houve um saldo positivo de 5.422 empregos no período.
O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado.
Foram registradas ainda, no mês passado, 7.419 admissões novas novas modalidades de regime de trabalho parcial e 4.592 desligamentos, gerando saldo positivo de 2.827 empregos.
As novas modalidades de trabalho parcial, definidas pela reforma trabalhista, incluem contratações de até 26 horas semanais com restrições na hora extra ou até 30 horas por semana sem hora extra.
Salário médio de admissão
O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.584,51 em abril. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve queda de 1,32% no salário de admissão, ou de R$ 21,17, na comparação com o mesmo mês de 2018.
Em relação a março de 2019, porém, houve uma alta real de 0,45%, ou de R$ 7,14, no salário médio de admissão, informou o Ministério da Economia.
Saiba como disputar 12,9 mil chances de trabalho no Rio
Em meio ao desemprego, O DIA lista locais onde estão as oportunidades, seja em feirões ou via cadastro online
Por Marina Cardoso
Publicado às 06h00 de 01/05/2019 - Atualizado às 08h09 de 01/05/2019
Rio - Hoje é dia do trabalhador, mas a corrida pela ocupação é grande: segundo a Pnad Contínua, divulgada pelo IBGE, 13,4 milhões de pessoas estão sem emprego no país. Por isso, neste feriado, O DIA listou seis locais onde a população fluminense pode tentar uma oportunidade. São 12.950 vagas entre estágios, temporários e cargos efetivos, com mais de 30 empresas interessadas em contratar.
Além de recrutamentos online, o Sine RJ vai atender presencialmente nesta quarta-feira em várias unidades, para cadastrar currículos em feirão móvel em vários bairros da Zona Norte. E a quem não quer perder a sonhada vaga, especialistas dão dicas de como proceder nos processos seletivos.
Duas universidades oferecem mais de 7 mil oportunidades de inserção no mercado de trabalho. Na Feira Virtual de Estágios e Empregos da Estácio, que começa na próxima segunda-feira, os candidatos podem se cadastrar para acessar as vagas oferecidas em cinco dias de evento, e participar de palestras sobre Transição de carreira, Home office, Metas e rotinas e Futuro do trabalho, entre outros.
Já o Sine RJ funciona hoje em dez postos: Ipanema, Guadalupe, Recreio, Sulacap, Campo Grande, Irajá, Jacarepaguá, Cidade de Deus, Paracambi e Itaguaí. Além desse atendimento, o órgão manterá o 'Sine Móvel' na comunidade de Manguinhos, em Madureira e outros bairros, oferecendo 1,5 mil chances de emprego.
CURRÍCULO ENXUTO
Mesmo com oferta de vagas, é difícil garantir aprovação nos processos devido à grande disputa. A professora em gestão da Escola de Negócio e psicologia da Celso Lisboa Ângela Teixeira, diz que é preciso conhecer o estilo da empresa antes de ir conversar com o gestor. "Valores do candidato devem estar alinhados com os da organização. Determinados comportamentos podem estar adequados, e para outros locais não. Há espaço para uma fala mais livre e relação mais fluida, como usar camiseta e tênis, que empresa tradicional não verá com bons olhos", orienta.
E o currículo é estratégico. Ângela defende que o gestor precisa ver a habilidade de organização do candidato. "Deve-se evitar currículos detalhados, com CPF e data de nascimento, por exemplo. Nome, idade, localidade e redes sociais bastam. De forma concisa, coloque o cargo que exercia e o que fazia", sugere.
ONDE ESTÃO AS VAGAS
ESTÁCIO
A Estácio promove entre os dias 6 e 10 deste mês a 2ª Feira Virtual de Estágios e Empregos, na qual podem participar alunos, ex-alunos e não-alunos, com mais de sete mil vagas. Durante este período, será possível conferir oportunidades 24 horas por dia.
Empresas como Ambev, OLX, White Martins, Amil, Itaú Unibanco, BRMalls, Rede D´Or, Stone e Lojas Americanas farão parte da iniciativa. Para acessar o conteúdo, os interessados deverão fazer pré-cadastro no link https://portal.estacio.br/feira-empregabilidade/.
SANTA ÚRSULA
Nos dias 29 e 30 deste mês, a Universidade Santa Úrsula (USU) realiza a 'USU Oportunidade', uma feira de estágio e emprego, no campus de Botafogo. Aberta ao público, o evento receberá empresas e agências de recrutamento. Entre participantes, estão CIEE, MUDES, Super Estágios, Instituto Capacitare, Banco Santander, Eletrobras, McDonald's e Botafogo Praia Shopping.
B2W
A B2W Digital, plataforma digital e dona das marcas Americanas.com, Submarino e Shoptime, está com inscrições para seu Programa de Estágio 2019 até o dia 10 deste mês. Podem se inscrever estudantes com previsão de formatura entre julho de 2020 e julho de 2021 de cursos como, Administração, Comunicação Social, Direito, Psicologia, Matemática e Estatística.
As inscrições para o programa podem ser feitas pelo site https://estagiob2w.gupy.io/. Os candidatos também podem acompanhar o programa pela página da B2W Digital no Linkedin, Facebook e pelo perfil do Instagram.
GERANDO VIDAS
Até sexta-feira, a Comunidade Católica Gerando Vidas promove a 'Festa do Trabalhador'. São mil vagas para áreas de serviço, administração e saúde. Entre os cargos ofertados, há vagas para Operador de Caixa, Auxiliar de Loja, Auxiliar de Serviços Gerais e oportunidades para PCDs.
VOLTA REDONDA
A cidade do estado que mais gerou vaga em 2018 realiza evento hoje no Dia do Trabalhador. São mais de 15 empresas envolvidas que disponibilizam 1,5 mil vagas para a população. O evento acontece das 08h às 17h, na Ilha São João.
SINE-RJ
A Secretaria de Estado Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais (SEDEERI), em parceria com o Sistema Nacional de Emprego (Sine) e a Superintendência Regional do Trabalho (SRTb), realiza o 'Sine de Portas Abertas no Dia do Trabalho' hoje. São oferecidas 1,5 mil vagas de emprego. Para atender o público, dez unidades do Sine-RJ estão abertas nesta quarta-feira.
Também há ações do Sine Móvel na comunidade de Manguinhos e, em parceria com a Fundação Leão XIII, em Madureira, Ilha do Governador, Jardim América e Anchieta, das 9h às 15h.
CIEE
Nesta semana, o CIEE-RJ oferece mais de 1,7 mil vagas. Há chances para os cargos de Administração, Ciências Contábeis, Engenharias e Pedagogia. As oportunidades são para a capital, Barra Mansa, Duque de Caxias, Niterói, Nova Iguaçu e Petrópolis.
MUDES
Nesta semana, a Fundação Mudes oferece 201 oportunidades, sendo 191 ofertas para estágio e cinco para pessoas com deficiência (PCDs).
Evento presencial no Maracanã até sexta-feira
Em busca de uma oportunidade de emprego, centenas de pessoas, desde às 4h de ontem, formaram enorme fila no Sindicato de Telefonia do Rio (Sinttel Rio), no Maracanã, na Zona Norte, para concorrer a uma das 970 vagas oferecidas na 'Festa do Trabalhador', organizada pela Comunidade Católica Gerando Vidas. Até sexta-feira, serão ofertadas mais mil oportunidades.
Segundo o organizador Paulo Vasconcelos, as vagas são para áreas de serviços, administração e saúde. Um dos primeiros da fila foi Luciano Rodrigues, de 29 anos. "Cheguei às 4h. Estou desempregado há dois anos e meio. Para não ficar parado, vendo bala. Mas se Deus quiser vou sair daqui encaminhado", diz.
Já Isabel Cristina, de 25, foi ao sindicato tentar uma vaga como atendente de lanchonete. "Perdi meu emprego há pouco tempo, pois a empresa decretou falência. Estou procurando cargo fora da minha área mesmo, pois nessa situação não há muita escolha", explica.
IBGE: são 28 milhões de desalentados
Com os dados do IBGE, não há muito o que comemorar. Além do aumento do número de pessoas desempregadas - de 12,2 milhões para 13,4 milhões -, também subiu o percentual de subutilização (quem está sem trabalho ou trabalha menos do que tem disponibilidade). Foram 5,6% a mais do que o último trimestre. Assim, são 28,3 milhões de brasileiros nessa condição - recorde da série.
Segundo a IBGE, 4,8 milhões pararam de procurar emprego, os desalentados. Em relação ao último trimestre, o aumento foi de mais 180 mil pessoas. Em contrapartida, são menos 873 mil postos de trabalho hoje.
Colaboraram as estagiárias Edda Ribeiro (sob supervisão de Max Leone) e Samara Oliveira (sob supervisão de Maria Inez Magalhães)
Maior saldo de vagas (112.412) aconteceu no setor de serviços. No primeiro bimestre, dados oficiais apontam para abertura de 211.474 empregos com carteira assinada.
Por Alexandro Martello, G1 — Brasília
25/03/2019 13h53 Atualizado há uma hora
A economia brasileira gerou 173.139 empregos com carteira assinada em fevereiro deste ano, segundo números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira (25) pelo Ministério da Economia.
O saldo positivo é a diferença entre as contratações (1.453.284) e as de demissões (1.280.145) no período.
Trata-se do melhor resultado para meses de fevereiro desde 2014, quando foram criados 260.823 empregos formais. É o melhor saldo para esse mês em cinco anos.
RESULTADO DO EMPREGO FORMAL EM MESES DE FEVEREIRO
DADOS SÃO DO CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS
O secretário-especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, avaliou que o número da geração de empregos formais em fevereiro foi "bastante expressivo", ficando bem acima do que o mercado financeiro estimava (ao redor de 82 mil vagas criadas).
"É uma demonstração de que as mudanças propostas na economia, com flexibilização, desburocratização, retirada de entraves e uma visão mais liberal, passam confiança à economia real, no sentido de retomar o processo de contratações", declarou ele.
Marinho acrescentou que a expectativa da área econômica do governo é de que essa "pegada" na criação de vagas com carteira assinada seja mantida. Ele lembrou que o equilíbrio nas contas públicas, meta perseguida pelo governo, vai favorecer a geração de empregos.
"A pauta mais importante do governo é o equilíbrio fiscal, representado pela reforma da Previdência, que hoje é uma pauta de todo o país. Do Executivo, do Legislativo e do Judiciário", concluiu.
Primeiro bimestre
Os números oficiais do governo mostram também que, nos dois primeiros meses deste ano, foram criados 211.474 empregos com carteira assinada.
Já nos últimos 12 meses, segundo o Ministério do Trabalho, foi registrada a criação de 575.226 postos de trabalho formais.
Com o resultado de fevereiro, o estoque de empregos estava, no final daquele mês, em 38.622 milhões de vagas, contra 38.047 milhões no mesmo mês de 2018.
Por setores
Os números do governo revelam que, em fevereiro, houve abertura de vagas em sete dos oito setores da economia. O maior número de empregos criados aconteceu no setor de serviços. Já a agropecuária foi o único setor que mais demitiu do que contratou.
Indústria de Transformação: +33.472
Serviços: +112.412
Agropecuária: -3.077
Construção Civil: +11.097
Extrativa Mineral: +985
Comércio: +5.990
Administração Pública: +11.395
Serviços Industriais de Utilidade Pública: +865
Dados regionais
Segundo o governo, houve criação de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em quatro das cinco regiões do país em fevereiro deste ano.
Sudeste +101.649
Sul: +66.021
Centro-Oeste: +14.316
Norte: + 3.594
Nordeste: - 12.441
O governo informou ainda que, das 27 unidades federativas, 20 tiveram saldo positivo (criação de empregos formais) em fevereiro deste ano.
Os maiores saldos positivos de emprego ocorreram em São Paulo (+62.339), Minas Gerais (+26.016) e Santa Catarina (+25.304 vagas).
Os maiores volumes de demissões foram registrados em Pernambuco (-12.396), Alagoas (-2.255) e Rio Grande do Norte (-2.249).
Trabalho intermitente
Segundo o Ministério do Trabalho, foram realizadas 8.299 admissões e 3.953 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente em fevereiro deste ano. Com isso, houve um saldo positivo de 4.346 empregos no período.
O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado.
Foram registradas ainda, no mês passado, 8.518 admissões em regime de trabalho parcial e 5.114 desligamentos, gerando saldo positivo de 3.404 empregos.
Salário médio de admissão
O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.559,08 em fevereiro. Em termos reais (após a correção pela inflação), houve alta de 0,06%, ou R$ 0,89, no salário de admissão, na comparação com o mesmo mês de 2018.
Em relação a janeiro de 2019, porém, houve uma queda real de 4,13%, ou de R$ 67,13, no salário médio de admissão, informou o Ministério da Economia.
Com isso, houve redução de vagas cortadas frente a abril do ano passado. No ano, houve perda de 378 mil vagas e, em 12 meses, de 1,82 milhão.
As demissões de trabalhadores com carteira assinada superaram as contratações em 62,84 mil em abril deste ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Ministério do Trabalho.
Com isso, o número de demissões registrou queda frente ao mesmo mês do ano passado, quando 97,82 mil trabalhadores perderam seus empregos com carteira assinada. Abril de 2015 continua sendo o pior mês da série histórica, que tem início em 1992.
Segundo os números oficiais, abril foi, porém, o décimo terceiro mês seguido de fechamento de vagas com carteira assinada. O último mês com contratações acima das demissões foi março do ano passado, quando foram criados 19,2 mil postos de trabalho.
Atualmente, a economia brasileira passando pela maior recessão dos últimos 25 anos. No ano passado, o PIB "encolheu" 3,8% e, para este ano, a previsão do mercado financeiro é de um recuo de igual intensidade. Ao mesmo tempo, o desemprego tem registrado aumento, assim como a inadimplência bancária.
Acumulado do ano
No acumulado dos quatro primeiros meses deste ano, o país perdeu 378.481 empregos formais. No mesmo período do ano passado, 137 mil trabalhadores com carteira assinada foram demitidos.
Segundo o governo, o resultado dos quatro primeiros meses deste ano também foi pior, para este período, desde o início da série histórica do Ministério do Trabalho, em 2002.
Os números de criação de empregos formais do primeiro quadrimestre, e de igual período dos últimos anos, foram ajustados para incorporar as informações enviadas pelas empresas fora do prazo nos meses de janeiro e março. Os dados de abril ainda são considerados sem ajuste.
Demissões de 1,82 milhão de trabalhadores em 12 meses
O Ministério do Trabalho informou também que, nos últimos doze meses, foi registrada a demissão de 1,82 milhão trabalhadores com carteira assinada.
Com isso, o total de trabalhadores empregados formalmente no país somou 39,31 milhões de pessoas em abril deste ano, contra 41,14 milhões de pessoas empregadas, com carteira assinada, no mesmo mês do ano passado.
Setores
No mês passado, quase todos os setores da economia demitiram trabalhadores, com exceção da administração pública, que contratou 2.255 pessoas, e da agricultura, que registrou a contratação de 8.051 pessoas.
O setor de comércio liderou o fechamento de vagas com carteira assinada em abril deste ano, com 30.507 demissões – seguido pela construção civil (16.036 vagas fechadas).
A indústria da transformação fechou 15.982 postos formais em abril, ao mesmo tempo em que o setor de serviços registrou a demissão de 9.937 trabalhadores, segundo o Ministério do Trabalho. Já a indústria extrativa mineral demitiu 279 empregados no mês passado.
Números regionais
Segundo o Ministério do Trabalho, houve o registro de demissões em quase todas as regiões do país em abril de 2016, com exceção do Centro-Oeste - que contratou 4.186 trabalhadores.
A região Nordeste foi a que teve mais trabalhadores demitidos no mês passado, quando 25.992 pessoas perderam o emprego. A região Sudeste, por sua vez, registrou a demissão de 23.985 trabalhadores.
A região Sul, por sua vez, contabilizou o fechamento de 11.318 vagas formais e a região Norte fechou 5.735 empregos com carteira assinada no mês passado.
Das 27 unidades da federação (26 estados e o Distrito Federal), apenas seis tiveram aumento do emprego formal em abril deste ano. São eles: Goiás (5.170 postos), Minas Gerais (3.886 postos); Distrito Federal (1.202 postos); Mato Grosso do Sul (919 postos); Espírito Santo (466 postos) e Amapá (50 vagas).
Inscrições devem ser feitas pela internet e o prazo termina no dia 29. Vagas são para níveis médio, superior, fundamental e educação infantil.
A Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) abriu novas inscrições para o preenchimento de 600 novas vagas em cursos técnicos de níveis médio, superior e fundamental, além da educação infantil no Norte e Noroeste Fluminense. As inscrições podem ser feitas no site da Faetec e o prazo termina no dia 29 de novembro.
Para o técnico médio integrado, as vagas são para a Faetec João Barcelos Martins, em Campos dos Goytacazes. As vagas são para os cursos: eletromecânica (60 vagas), administração (45 vagas), enfermagem (20 vagas), análises clínicas (15 vagas).
No Instituto Superior de Educação (Isepam), também em Campos, são oferecidas 50 vagas para o curso de secretaria escolar, para o turno da manhã. Além de 54 vagas para a educação infantil, para manhã e a tarde.
Para os cursos de técnico médio concomitância externa e subsequente, a Faetec Campos oferece 22 vagas para o curso de logística, no turno da noite. Já para o Isepam são 40 vagas para o curso de secretaria escolar, também no turno da noite. Para a Faetec de Santo Antônio de Pádua, o curso disponível é de informática, com 26 vagas, nos turnos manhã e noite.
Para o vestibular, a unidade de Bom Jesus do Itabapoana oferece o curso: pedagogia, para o turno da noite, com 48 vagas. Em Santo Antônio de Pádua, são 48 vagas para o curso de pedagogia, no turno da noite. O Isepam Campos oferece o curso de pedagogia com 102 vagas, nos turnos da tarde e noite.
Já para o técnico médio concomitância interna, são 70 vagas distribuídas em Campos, no Isepam, com 20 vagas no turno da manhã para o ensino médio, formação geral. Também em Campos, a unidade Agrícola Antônio Sarlo oferece 30 vagas para o curso de agropecuária, no ensino técnico médio articulado concomitância interna. O curso é para o turno da manhã.
Do total de vagas, 5% de cada curso serão reservadas às pessoas com deficiência e 20% aos estudantes oriundos da Rede Pública e beneficiados pelo sistema de cotas. Quem deseja fazer o pedido de isenção da taxa de inscrição, deve se adequar ao perfil previsto no edital para tal solicitação. O prazo termina no dia 6 de novembro. A relação dos pedidos de isenção aprovados será divulgada no dia 10.
O Brasil cortou 157.905 vagas de trabalho com carteira assinada em julho, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (21). É o quarto mês seguido com fechamento de vagas, e o pior resultado para julho desde 1992.
Com o saldo negativo de julho, o número de vagas de emprego com carteira assinada caiu 0,39%, na comparação com junho.
Considerando informações passadas fora do prazo pelos empregadores (a chamada série ajustada), o Brasil perdeu 494.386 empregos com carteira assinada de janeiro a julho deste ano.
Em 12 meses até julho, foram 778.731 vagas a menos.
Em junho, o país havia fechado 111.199 vagas de trabalho com carteira assinada.
Resultado foi pior que o previsto
O resultado veio pior do que o previsto por analistas. Estimativa do jornal "Valor Econômico" feita com 11 economistas apontava o fechamento de 115,8 mil postos de trabalho com carteira assinada.
Pesquisa da agência de notícias Reuters mostrou que a mediana das expectativas de analistas era de fechamento de 112 mil empregos.
Só agropecuária criou novos empregos
Dos oito setores da economia registrados pelo Caged, apenas a agropecuária criou novos empregos em julho: foram 24.465 (1,51%). Segundo o ministério, esse resultado tem a ver com o período do ano.
Todos os outros setores fecharam vagas:
Indústria da transformação: -64.312 vagas
Construção civil: -21.996 vagas
Comércio: -34.545 vagas
Extrativa mineral: -795 vagas
Serviços: -58.010 vagas
Administração pública: -2.001 vagas
Serviços industriais de utilidade pública: -711 vagas
Apenas três Estados abriram vagas; Sudeste perdeu 80 mil postos
Entre os Estados, apenas Pará (2.634), Maranhão (2.121) e Mato Grosso (770) registraram criação de vagas com carteira assinada em julho.
Todas as regiões do país registraram fechamento de vagas. O Sul fechou 44.943 vagas; o Nordeste, 25.164; o Sudeste, 79.944; o Centro-Oeste, 5.830; e o Norte, 2.024.
Governo está tomando medidas, diz ministro
Nesta sexta-feira, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, disse que o governo está tomando as medidas necessárias para reativar a economia e voltar a criar empregos.
"O governo está retomando os investimentos. Temos agora leilões que chegam a R$ 180 bilhões", afirmou.
Ele disse que têm sido investidos bilhões na construção de moradias populares e que isso deve ajudar o setor de construção civil. "É um setor que desempregou muita gente. A construção civil é historicamente complicada no primeiro semestre", afirmou. "A partir de julho é que começam as contratações."
Dias não fez previsões para o ano e disse que a economia vem sendo afetada pela crise política.
Desemprego subiu a 7,5% em julho
Ontem, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que o desemprego subiu para 7,5% em julho, de acordo com a PME Pesquisa Mensal de Emprego). Foi a maior taxa para o mês desde 2009, quando tinha sido de 8%.
Considerando todos os meses, foi a maior taxa em mais de cinco anos. Em março de 2010, o desemprego tinha sido de 7,6% e, em maio daquele ano, de 7,5%. Desde junho de 2010, a taxa não chegava ao nível de 7%.
Mais de quatro mil postos de trabalho foram extintos em seis meses em cidades do Norte Fluminense, entre elas Macaé, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego. De acordo com o Boletim de Mercado de Trabalho da Firjan, esse é o pior resultado para o primeiro semestre nos últimos dez anos.
A Construção Civil na região Norte registrou queda de 1.652 postos de trabalho. Essa é a primeira vez nos últimos dez anos em que o setor registra retração do emprego no primeiro semestre. Os municípios que mais influenciaram nesse resultado foram Macaé (-901) e Campos dos Goytacazes (-638). São Fidelis (+45) e Carapebus (+5) foram as únicas cidades que criaram vagas na região.
O Comércio extinguiu 1.422 postos de trabalho. Dos nove municípios, cinco apresentaram queda no emprego, sendo Campos dos Goytacazes (-861) e Macaé (-617) os que mais influenciaram o resultado. Já o setor de Serviços reduziu 287 postos de trabalho no período. Macaé (-868) foi a cidade que mais influenciou esse resultado negativo. Já Campos dos Goytacazes (+760) foi o município que registrou o maior fluxo positivo de empregos neste setor na região.
Em todos os grandes setores, as demissões superaram as admissões. A indústria da região fechou o semestre com a extinção de 1.558 postos de trabalho, com Campos do Goytacazes (-1.004) como a maior influência negativa sobre o resultado. Os municípios de São João da Barra (+19) e São Francisco de Itabapoana (+6) foram os únicos que criaram vagas no setor nesse período.
Todos os grandes setores registraram queda do emprego, exceto Agropecuária (+338). Dos nove municípios da região, apenas três apresentaram saldo positivo na geração de emprego: São Fidelis (+86), São Francisco de Itabapoana (+83) e Carapebus (+28).
Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego divulga Processo Seletivo Simplificado para contratação de professor, por tempo determinado.
As inscrições poderão ser realizadas no período de 06 a 17 de julho de 2015, mediante a entrega da documentação exigida, no Edital nº 87/2015, ao protocolo geral do IFF - campus Campos Guarus - ou no protocolo da Secretaria Municipal de Educação de Rio Bonito-RJ.
São oferecidas 29 vagas para atuação em diversas áreas, entre elas: Equipamentos Off Shore, Eletrônica Industrial, Redes de distribuição de energia elétrica, Enfermagem, Inglês Técnico e Informática. Os selecionados atuarão em Campos dos Goytacazes, Rio Bonito, São Francisco de Itabapoana e Cardoso Moreira.
O Processo de Seleção Pública Simplificada compreende duas etapas, ambas com caráter eliminatório e classificatório: análise de currículo, com resultado previsto para 27 de julho; e entrevista, a ser realizada nos dias 04 e/ou 05 de agosto.
Os candidatos selecionados para atuar no Pronatec serão remunerados no valor de R$ 50,00 por hora (60 minutos) de aula, em conformidade com o art. 9º da Lei nº 12.513 de 26/10/2011 e art. 15 da Resolução CD/FNDE nº 04, de 16/03/2012. Nos cursos com hora/aula de 50 minutos, a remuneração será no valor de R$ 41,67 por cada aula.
Vagas são para atuação no IFFluminense nas áreas de abrangência dos campi Itaperuna, Campos Guarus, Campos Centro, Quissamã e Cabo Frio
Campos Guarus: As inscrições, junto com a entrega dos documentos exigidos, deverão ser realizadas no período de 04 a 23 de dezembro de 2014, das 8h às 18h, no protocolo geral do campus Campos Guarus e para os candidatos da Unidade Remota de Rio Bonito, no período de 04 a 19 de dezembro de 2014, das 8h às 17h, no protocolo da Secretaria Municipal de Educação de Rio Bonito.
Há vagas para as seguintes áreas: Controle e Processos Industriais, Ambiente e Saúde, Informação e Comunicação e Produção Cultural.
O Processo de Seleção Pública Simplificada compreende duas etapas: Análise de Currículo e Entrevista. Os candidatos selecionados serão remunerados no valor de R$ 50,00 por hora (60 minutos) de aula.
Cabo Frio: As inscrições, junto com a entrega dos documentos exigidos, deverão ser realizadas no período de 04 a 19 de dezembro de 2014, das 9h às 19h, e de 05 a 09 de janeiro de 2015, no horário das 10h às 15h, no Protocolo geral do campus Cabo Frio.
Há vagas para as seguintes áreas: Engenharia, Pedagogia, Língua Portuguesa e Inglesa, Química.
O Processo de Seleção Pública Simplificada compreende duas etapas: Análise de Currículo e Entrevista. Os candidatos selecionados serão remunerados no valor de R$ 50,00 por hora (60 minutos) de aula.
Campos Centro: As inscrições, junto com a entrega dos documentos exigidos, deverão ser realizadas no período de 04 a 18 de dezembro de 2014, das 9h às 19h, no protocolo geral do campus Campos Centro.
Há vagas para as seguintes áreas: Suporte Remoto, Planejamento e Projeto de Redes, Administração de Sistemas Proprietário, Segurança de Redes, Framework WEB Avançado, Segurança WEB, Rádio e Programação, Mecânica e Desmonte de Rochas, entre outras.
O Processo de Seleção Pública Simplificada compreende duas etapas: Análise de Currículo e Entrevista. Os candidatos selecionados serão remunerados no valor de R$ 50,00 por hora (60 minutos) de aula.
Itaperuna: As inscrições, junto com a entrega dos documentos exigidos, deverão ser realizadas no período de 04 de dezembro de 2014 a 06 de janeiro de 2015, das 9h às 17h, exceto feriados e recessos, no Protocolo Geral do campus Itaperuna.
A vaga ofertada é para atuação na área de Elétrica.
O Processo de Seleção Pública Simplificada compreende duas etapas: Análise de Currículo e Entrevista. Os candidatos selecionados serão remunerados no valor de R$ 50,00 por hora (60 minutos) de aula.
Quissamã: As inscrições, junto com a entrega dos documentos exigidos, deverão ser realizadas no período de 04 a 10 de dezembro de 2014, das 9h às 18h, no protocolo geral do campus Quissamã.
Há vagas para as seguintes áreas: Eletrotécnica e Mecânica.
O Processo de Seleção Pública Simplificada compreende duas etapas: Análise de Currículo e Entrevista. Os candidatos selecionados serão remunerados no valor de R$ 50,00 por hora (60 minutos) de aula.
A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Profissionais da Educação do Norte, Noroeste Fluminense e Região dos Lagos está oferecendo uma vaga de estágio para a sua área contábil.
Os interessados devem estar cursando entre o segundo e oitavo períodos do curso de Ciências Contábeis, nível superior, e ter conhecimento de informática.
O valor da bolsa é de R$ 545,00, e o local de trabalho será na sede central da Cred Rio Norte, na rua Dr. Siqueira, 278, parque Dom Bosco, em Campos dos Goytacazes.
Entre as vantagens oferecidas estão vale transporte e seguro de vida, sendo que a carga horária é de 6 (seis) horas diárias, das 12 às 18h, de segunda a sexta-feira.
Para concorrer, o interessado deve enviar seu Curriculum Vitae somente pelo e-mail credrionorte@credrionorte.com.br com o assunto "Vaga de Estágio Contabilidade" até o próximo dia primeiro de junho.