2016/01/22

Reportagem do Jornal Hoje

Matéria veiculada hoje, 22 de janeiro, fala das vantagens das cooperativas de crédito sobre os bancos comuns.
Confira:

http://g1.globo.com/jornal-hoje/edicoes/2016/01/22.html#!v/4756253

Porque hoje é sexta

Para reflexão

Em Campos dos Goytacazes, a pequenez de determinados cidadãos que se dizem públicos parece não ter fim, fincando-se na camada do pré-sal da boçalidade. Fazem de tudo para rasgar leis e descumprir preceitos básicos da cidadania alheia, mentem, se sujeitam ao papel  de meros fantoches de uma ópera bufa e de co-autores de falcatruas e cospem no próprio currículo, em nome de uma subserviência cega e abjeta, sem nenhum tipo de justificativa, nem pela maior das vaidades ou mesmo fidelidade por qualquer motivo meramente pessoal. Não levam em conta sequer os muitos e muitos anos nas costas. Seriam dignos de pena se ferissem apenas a si próprios e suas almas, mas atingem a outrem. Ganharão, ao menos, a lata de lixo da história. Não representam ninguém, a não ser a maior das pobrezas de espírito do ser humano. Há também os que não são públicos, mas tão enlameados quanto, e que agem nas sombras – não merecem sequer comentário. Pobre cidade.
Sorry

 

2016/01/21

Dólar fecha em alta e volta a atingir maior valor da história

Mercado reagiu mal à decisão do BC sobre juros e cena externa.
A moeda norte-americana subiu 1,47%, vendida a R$ 4,1655.

O dólar fechou em alta em relação ao real nesta quinta-feira (21), acima de R$ 4,16, após a decisão do Copom de manter os juros em 14,25% ao ano. Diante das preocupações com o crescimento da China e com a queda do petróleo, os mercados também buscam investimentos considerados mais seguros, como o dólar, ajudando a impulsionar a cotação da moeda. Na véspera, a divisa fechou acima de R$ 4,10, após chegar a R$ 4,12.

A moeda norte-americana subiu 1,47%, vendida a R$ 4,1655. Veja cotação do dólar hoje. Este é o maior valor de fechamento da história. Antes, o recorde havia sido de R$ 4,1461, em 23 de setembro de 2015.

Veja a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, alta de 1,06%, a R$ 4,1488.
Às 9h20, alta de 1,09%, a R$ 4,15.
Às 9h39, alta de 1,64%, a R$ 4,1724.
Às 9h59, alta de 1,28%, a R$ 4,1577.
Às 10h29, alta de 1,33%, a R$ 4,1597.
Às 11h09, alta de 1,25%, a R$ 4,1564.
Às 11h40, alta de 0,83%, a R$ 4,1394.
Às 11h59, alta de 1,28%, a R$ 4,1576.
Às 12h09, alta de 1,35%, a R$ 4,1607.
Às 12h58, alta de 1,36%, a R$ 4,1612.
Às 13h20, alta de 1,25%, a R$ 4,1567.
Às 14h19, alta, de 0,89%, a R$ 4,1416.
Às 14h59, subia 0,67%, a R$ 4,1325.
Às 15h39, subia 0,66%, a R$ 4,1319
Às 16h24, subia 1,17%, a R$ 4,1530.


Mais cedo o dólar chegou a ser cotado a R$ 4,1737. No ano, a moeda já subiu 5,51%. Nesta semana, a alta acumulada é de 2,96%.

Dólar turismo

O dólar turismo passava de R$ 4,40 nesta quinta-feira. Na Confidence, o dólar em espécie estava R$ 4,43 e no cartão pré-pago, R$ 4,66 (com IOF). Na Cotação, o valor para cada dólar em espécie era de R$ 4,42 e no cartão pré-pago, de R$ 4,65, também já com o IOF incluso. Na Vips Turismo, os valores eram de R$ 4,30 e R$ 4,55, respectivamente.
Dólar em 2016
Veja a variação do valor de fechamento em R$ no ano
Created with @product.name@ @product.version@3,9484,03393,99334,02144,05254,04034,05174,04524,01093,99834,04584,03424,05494,1054,1655cotação30/1204/0105/0106/0107/0108/0111/0112/0113/0114/0115/0118/0119/0120/0121/013,93,9544,054,14,154,2
Gráfico elaborado em 21/01/2016

Motivos da alta

"(A manutenção da Selic) é um baque na credibilidade do BC. É o pior dos mundos: o mercado questiona a autonomia do BC e as expectativas de inflação pioram", disse à Reuters o superintendente regional de câmbio da corretora SLW João Paulo de Gracia Correa.

Analistas ouvidos pelo G1 logo após o anúncio da decisão também afirmaram que a decisão coloca em dúvida a credibilidade do BC. "A percepção que eu tenho é que estão fazendo da política monetária um brinquedo para satisfazer algumas vaidades", disse Otto Nogami, professor de economia do MBA do Insper. "Talvez a decisão até seja correta, talvez a política monetária não consiga mais conter inflação. Mas a maneira como eles chegaram da manutenção foi um desastre, falando sobre a comunicação", afirmou João Ricardo Costa Filho, professor da Faculdade de Economia da FAAP.

Após o fechamento dos negócios na véspera, o BC deixou a Selic inalterada em 14,25%, citando o aumento das incertezas globais e locais.

Além de piorar as perspectivas para o fluxo de capitais ao Brasil, a decisão turbinou as incertezas nos mercados locais, que até o início da semana apostavam em elevação de 0,50 ponto percentual.

Nos mercados externos, a queda dos preços do petróleo mantinha o quadro de cautela que vem predominando desde o início do ano. A decisão da China de injetar recursos no mercado antes do feriado do Ano Novo Lunar, porém, limitava um pouco o mau humor externo.

Interferência do BC

 O Banco Central brasileiro deu continuidade ao seu programa diário de interferência no câmbio, e realizou nesta manhã mais um leilão de rolagem dos swaps cambiais que vencem em 1º de fevereiro, vendendo a oferta total de até 11,6 mil contratos. Até o momento, o BC já rolou o equivalente a US$ 7,891 bilhões, ou cerca de 76% do lote total, que corresponde a US$ 10,431 bilhões.

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2016/01/dolar-fecha-em-alta-e-volta-atingir-maior-valor-da-historia.html

2016/01/20

Brasil tem dois novos casos de microcefalia causada por zika vírus a cada hora

O novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (20), aponta que o Brasil tem 3.893 casos de microcefalia causada por zika vírus, 363 a mais do que na última semana quando o último balanço foi anunciado. O número mostra uma alta de 10%, e também que a cada uma hora, duas novas ocorrências são registradas no País. Os dados, que foram computados até o último sábado (16), traduzem o quão alarmante é a doença e como os brasileiros precisam se cuidar em relação ao Aedes aegypti, mosquito transmissor também da dengue e da febre chikungunya.
 
Do total de casos notificados, 3.381 ainda estão em investigação em laboratórios. Apresentaram alterações atípicas nos exames 224 ocorrências, ou seja, quando se sugere fortemente a infecção de zika durante a gestação, e outros 282 casos foram descartados. O Ministério confirma 49 óbitos por malformação congênita, sendo que cinco casos são de infecção por zika – quatro no Rio Grande do Norte e um no Ceará. Há uma outra sexta notificação de morte no interior em Minas Gerais, mas ainda não há detalhes sobre o caso.
 
Veja mais em:

Piada infame do dia: 'Não tem uma viva alma mais honesta do que eu', diz Lula

Ou: quando se perde uma boa hora de ficar calado...

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (20), em café da manhã com blogueiros, que vai participar "ativamente" do processo eleitoral nas eleições municipais deste ano. Lula disse que vai fazer mais política e que as pessoas "vão ver" o desempenho do PT no pleito, ressaltando que o partido "não está acabado".

"Eu vou fazer mais política. Este ano tem eleições. Eu vou participar ativamente do processo eleitoral. Tem gente dizendo que o PT acabou, vocês vão ver o PT. Estou convencido que o Haddad vai ser reeleito, para ficar no exemplo da maior cidade", afirmou Lula. O café com os blogueiros foi realizado no Instituto Lula, em São Paulo.

O ex-presidente criticou o que chamou de "tentativa de golpe explícito", ao comentar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff em curso no Congresso.

"Os democratas não podem se transformar com essa tenttiva de golpe explícito, o impeachment da Dilma. Democracia é tão séria que não se brinca com democracia. Eles [opositores do governo] tentam destruir a democracia negando a política", afirmou.

Operações policiais

Lula falou também sobre as operações policiais que apuram esquemas de corrupção no país, em especial a Lava Jato. Para ele, essas investigações são possíveis porque o governo do PT criou os mecanismos para que nada fosse jogado "embaixa do tapete".

"Esse processo [investigações] existe na magnitutde que existe porque o governo criou condições para apurações", disse Lula. "Dilma vai ser reconhecida por isso", completou.

O ex-presidente, que não é investigado pela Lava Jato, criticou o que chamou de "execração pública" de alguns investigados. Segundo Lula, a imprensa "condena" os suspeitos mesmo antes de a Justiça tomar uma posição. "Os direitos humanos valem para todos os brasileiros. No Brasil, neste momento, nem habeas corpus as pessoas tem conseguido", disse.

De acordo com Lula, ele tem ouvido falar que os investigadores, ao negociarem delação premiada com os investigados, perguntam se têm algo a dizer contra o ex-presidente. "Eles querem chegar no Lula. Eu tenho endereço fixo, todo mundo sabe onde eu moro. Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da Igreja Católica, nem dentro da Igreja Evangélica. Pode ter igual, mas mais do que eu, duvido”, disse Lula.

Ele também comentou denúncias de que fez "jogo de influência" a favor de empresas brasileiras no exterior. Segundo ele, essa prática é "normal" na atividade de um presidente.

"As pessoas deveiam me agradecer, porque o papel de qualquer presidente quando viaja é tentar vender serviços de seu país. Essa é a coisa mais normal. Tem uma tese de que o Lula faz jogo de influência. Como se o papel do presidente da República fosse ser uma vaca de presépio", afirmou Lula.

http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/01/lula-diz-que-vai-participar-ativamente-da-politica-nas-eleicoes-de-2016.html

2016/01/19

Previsões do FMI para a economia brasileira



Para Tombini, revisões das previsões do FMI para Brasil são 'significativas'

PIB do Brasil deve cair 3,5% neste ano, segundo relatório do FMI.
Presidente do BC diz que informações serão consideradas pelo Copom.

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, avaliou como "significativas" as revisões das projeções de crescimento em 2016 e 2017 que o Fundo Monetário Internacional divulgou na manhã desta terça-feira (19) por meio do relatório "World Economic Outlook".

De acordo com o documento, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve sofrer queda de 3,5% este ano – em outubro, a projeção era de contração de 1%. Isso depois de ter encolhido 3,8% em 2015, em estimativa também revisada para baixo (a queda prevista antes era de 3%), segundo atualização do relatório "Perspectiva Econômica Global" divulgada nesta terça-feira (19).

Já em 2017, o FMI aponta que o Brasil deve registrar estagnação econômica, deixando de ver expansão de 2,3% como antes.

"O presidente Tombini ressalta que todas as informações econômicas relevantes e disponíveis até a reunião do Copom são consideradas nas decisões do colegiado", disse o presidente, por meio de nota.

O Comitê de Políticas Monetárias anunciará nesta quarta-feira (20) se vai alterar ou manter a Selic (taxa básica de juros), que atualmente está em 14,25% ao ano.

A entidade cita em relação ao país "a recessão causada pela incerteza política e contínuas repercussões da investigação na Petrobras", o que está sendo mais profundo e prolongado do que se esperava.

Com isso, o desempenho da economia brasileira fica bem aquém da região de América Latina e Caribe como um todo, cujas expectativas são de recuo de 0,3% do PIB em 2016 e crescimento de 1,6% no ano seguinte.

A economia brasileira pesou sobre as estimativas para o crescimento global, que foram reduzidas em 0,2 ponto percentual tanto para 2016 quanto para 2017, respectivamente para expansão de 3,4% e 3,6%.

"Essas revisões refletem de maneira substancial, mas não exclusivamente, uma retomada mais fraca nas economias emergentes do que previsto em outubro", completou o FMI, citando ainda os preços mais baixos do petróleo e a expectativa de estabilização dos Estados Unidos em vez de recuperação da força.

Para o FMI, os mercados emergentes e economias em desenvolvimento estão enfrentando agora uma nova realidade de crescimento mais baixo, com forças cíclicas e estruturais afetando o tradicional paradigma de crescimento.

As previsões para esse grupo de países também foram reduzidas em 0,2 ponto percentual em cada ano, mas ainda assim a expectativa é de crescimento de 4,3% em 2016, acelerando para 4,7% em seguida.

O FMI destacou a necessidade de gerenciar as vulnerabilidades e reconstruir a resiliência contra potenciais choques, impulsionando ao mesmo tempo o crescimento dessas economias.

"Em uma série de exportadores de commodities, reduzir os gastos públicos enquanto se eleva sua eficiência, fortalecer as instituições fiscais e elevar as receitas não relacionadas a commodities facilitará o ajuste para receitas fiscais mais baixas", trouxe o relatório.

As projeções do FMI para a atividade econômica brasileira, que enfrenta forte recessão em um cenário de inflação e juros elevados agravado por uma crise política, são piores do que as de economistas de instituições financeiras. Pesquisa Focus do Banco Central aponta que eles veem retração de 2,9% em 2016 e crescimento de 1% no ano que vem.

http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/01/para-tombini-revisoes-das-previsoes-do-fmi-para-brasil-sao-significativas.html

2016/01/18

Clima no Rio de Janeiro

Tendência do tempo do dia 18/01/2016 válida a partir das 12h até 19/01/2016 às 11h59min.
Os ventos úmidos marítimos contribuirão para a manutenção da nebulosidade, desta forma,
haverá predomínio de céu nublado, com possibilidade de chuva fraca ou chuviscos isolados no
estado, principalmente no litoral, ao longo do período. As temperaturas variarão entre a máxima
de 29°C na Região Metropolitana, e a mínima de 17°C na Região Serrana. Os ventos
predominantes serão de Sudeste/Leste, com intensidade de fraca a moderada.

http://www.climatempo.com.br/alerta-rio/radar

Gráfica sem experiência atendeu à campanha de Dilma e vira alvo no TSE

A campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição, em 2014, pagou R$ 1,7 milhão a uma gráfica que possui uma única máquina e foi fundada em março daquele ano, cinco meses antes de ser contratada pelo PT.

A empresa Souza & Souza situa-se em um imóvel em Belenzinho (zona oeste de São Paulo), onde fica sua máquina e uma guilhotina de cortar papéis. Se dono é um ex-sindicalista e ex-deputado estadual pelo PT.

Veja a matéria completa em:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/01/1730577-grafica-sem-experiencia-atendeu-a-campanha-de-dilma.shtml