Mostrando postagens com marcador reforma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reforma. Mostrar todas as postagens

2019/04/25

Câmara instala comissão especial para discutir reforma da Previdência

Presidente da comissão vai ser o deputado Marcelo Ramos (PR-AM). Reforma deve ser analisada no colegiado antes de ser votada no plenário da Câmara.

Por Fernanda Calgaro, G1 — Brasília
 
A Câmara dos Deputados instalou nesta quinta-feira (25) a comissão especial que vai discutir a proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso pelo governo Jair Bolsonaro.
Após acordo entre os partidos, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou que a comissão será presidida pelo deputado Marcelo Ramos (PR-AM).
No entanto, o regimento da Câmara exige que seja feita uma eleição para oficializar a escolha do presidente, que deverá acontecer ainda nesta quinta.
Até a eleição, os trabalhos serão conduzidos pelo deputado Mauro Lopes (MDB-MG) por ser o parlamentar com o maior número de mandatos entre os integrantes já indicados.
A relatoria caberá ao deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), mas que ainda terá que ser formalmente designado por Ramos.
A comissão especial terá a responsabilidade de debater o mérito (conteúdo) da proposta, que é uma das principais apostas do governo para a recuperação das contas públicas do país.
O colegiado terá 49 integrantes titulares e 49 suplentes, mas nem todos os partidos indicaram seus representantes.
A distribuição das vagas entre as legendas é feita de acordo com o tamanho das bancadas na Câmara.
 
Matéria completa em:
 

2019/04/24

Após PEC da Previdência passar pela CCJ, Maia reúne líderes para articular comissão especial

Com articulação do presidente da Câmara, proposta de reforma previdenciária foi aprovada na noite desta terça (23) na CCJ. Maia quer instalar comissão especial até segunda (29).

Por Fernanda Vivas, TV Globo — Brasília

2019/04/03

Esquerda perdida

Obviamente a existência de oposição em qualquer governo é salutar. Em se tratando de Brasil, primeiro porque mostra que o Governo não é unanimidade, e segundo porque reforça a existência de democracia.

Mas ser oposição apenas por ser oposição não gera mérito.

Nesta quarta, no Congresso, não se discutiu a reforma da Previdência como poderia ter sido feito, numa boa oportunidade.

O que se viu foi um grupo de deputados, os mesmos, ávidos por tentar encurralar e agredir o ministro Guedes, expondo o ódio direto ao Governo eleito. Estão nos cargos anos a fio e nunca tiveram a coragem de expor e tocar a ferida – a reforma que se faz necessária.

Oposição é, antes de tudo, inteligência. E ao que parece isso não é o forte dessa galera. Não estão pensando no povo, na massa que começa a entrar no mercado, e, consequentemente, não pensam no País. Seus umbigos bastam.

 Se são contra a reforma, mostrem argumentos reais, não panfletos. Se são a favor de uma reforma diferente da que foi apresentada, que lutem politicamente para que sejam feitas as alterações, igualmente com argumentos.

O chulo nunca é bem vindo. O imprestável é sempre descartável.

2019/03/29

Veja o placar diário dos votos dos deputados

Monitoramento diário da empresa Atlas Político calcula a aceitação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados

Veja em:

https://www.valor.com.br/especial/placar-previdencia

2019/02/21

Editorial de O Globo: proposta de reforma da Previdência é coerente e corrige injustiças

Reforma coerente enfrenta o desafio da política
Os efeitos da exótica crise em torno da família Bolsonaro são um inesperado obstáculo às propostas
A abrangência do pacote de mudanças atinge toda a Federação. Cobre também estados e municípios, cuja situação fiscal, em vários casos, é pior que a da União. Daí a reivindicação de governadores, inclusive da oposição, para a reforma ter alcance nacional.
 
Assim, mudanças que vierem a ser feitas no regime do funcionalismo público alcançarão servidores estaduais e municipais. Com isso, governadores e prefeitos, quase sempre subjugados por corporações sindicais, têm apoio federal para ajustar suas contas, em meio a choques com essas máquinas de defesa de interesses de grupos.
 
Estados e municípios que acumulam déficits previdenciários terão seis meses para ajustar sua alíquota de arrecadação para 14%, como vários já fizeram. E em dois anos, precisarão criar fundos de previdência complementar.
 
Um conjunto tão amplo de propostas consumirá algum tempo para ser digerido dentro e fora do Congresso. Não se pode é, no debate, perder-se o sentido do todo e o entendimento de que, embora seja uma reforma emergencial, ela abre horizontes de longo prazo, como demonstra a inclusão, no pacote, do novo regime de capitalização, para os jovens. Não se deve perder esta oportunidade de abrir um amplo espaço de crescimento para o país.

2018/02/19

Governo desiste da votação da Previdência e anuncia nova pauta prioritária no Congresso

Após suspensão da tramitação da reforma da Previdência, governo vai investir em outros projetos como a privatização da Eletrobras e a autonomia do Banco Central.

Por Guilherme Mazui e Roniara Castilhos, G1 e TV Globo, Brasília