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2019/03/17

Cidades têm manifestações a favor da Lava Jato

Atos, que foram convocadas pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e outros grupos, aconteceram no DF e em AC, AM, BA, MG, PA, PE, PR, RJ, SC e SP.

Por G1
 
Cidades em ao menos 10 estados e o DF tiveram manifestações a favor da Lava Jato neste domingo (17), dia em que a operação completa 5 anos. Além do ato na capital federal, foram registradas manifestações em: AC, AM, BA, MG, PA, PE, PR, RJ, SC e SP.
 
As convocações foram feitas pelo Movimento Brasil Livre e outros grupos. A força-tarefa da Lava Jato não fez parte da convocação.
 
Veja detalhes em:

2015/12/14

Mapa das manifestações no Brasil, domingo, 13/12

Ao longo de todo o dia, pelo menos 87 cidades em todo o país tiveram atos a favor do impeachment de Dilma e contra a corrupção.

Veja em:
http://especiais.g1.globo.com/politica/mapa-manifestacoes-no-brasil/13-12-2015/

2014/06/12

Zona leste de São Paulo é palco de violência em manifestações anti-Copa

Foto: Reuters

A manifestação anti-Copa na zona leste de São Paulo nesta quinta-feira recomeçou nas ruas Platina e Serra de Japi. Cerca de 200 black blocks entraram em confronto com a polícia no local. Participam do protesto metroviários, sindicalistas e estudantes, além dos mascarados.

Os black blocs atearam fogo em lixo no meio da rua, e destruíram várias placas. A Tropa de Choque fechou o acesso à Radial Leste e utilizou cassetetes, balas de borracha e bombas de efeito moral. A assessoria de imprensa da Polícia Militar afirma que apenas reagiu a agressões e depredações dos manifestantes, e não deu início aos confrontos.

Pelo menos um manifestante - uma menina - passou mal com as bombas de gás lacrimôgenio e, com a ajuda da polícia e de jornalistas, foi levada ao hospital. Três outros feridos foram levados ao hospital do Tatuapé em um carro da PM.

Com o clima tenso, parte dos metroviários que participava do protesto entrou no prédio do sindicado.

A Polícia avisou que, caso algum black bloc também o faça, o local será invadido. A imprensa também foi retirada da Serra de Japi, causando temor nos manifestantes. "Se não tiver imprensa nem câmera, vai rolar um massacre", disse um deles

Cerca de 20 cavalos do Choque foram enviados ao local, e a polícia conseguiu evacuar a rua. Parte dos manifestantes, porém, se dirigiram à estação Tatuapé do Metrô; outra parte ocupou parte da avenida radial leste, no sentido centro, na altura do viaduto Pires do Rio.

A concentração havia começado começou nesta manhã na rua Apucarana, perto da estação de metrô Carrão, mas a polícia conseguiu dispersar os manifestantes uma vez. Eles se reagruparam na rua Serra de Japi, em frente ao sindicato, e recomeçaram os protestos.

Desde o início, a atuação policial foi intensa, com revista de mochilas nas catracas do metrô (incluindo jornalistas), policiamento nos corredores de acesso da estação, carros do choque de prontidão. As escadas do metrô foram fechadas, e apenas um acesso liberado.
O primeiro confronto começou por volta das 10h10, quando policiais avançaram pelos dois lados da Apucarana, e utilizaram bombas de gás lacrimogênio e estilhaços. Alguns manifestantes ficaram feridos, um foi detido por agressão a policiais, e defensores públicos estiveram no local acompanhando a atuação da polícia. Duas jornalistas da CNN foram feridas.

Os manifestantes pretendiam fazer o trajeto do metrô até a barreira da Fifa, próxima ao Itaquerão, mas os policiais impediram que a Radial Leste fosse ocupada, com dois cordões de isolamento.

Leia mais em: http://zip.net/bsnGr3

http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/copa-do-mundo/2014/06/12/manifestacao-recomeca-em-sao-paulo-com-black-blogs-confronto-e-fogo.htm#fotoNav=48

Ato contra Copa tem novo confronto com PM; dois jornalistas já foram feridos

Região leste, onde fica o estádio da abertura, tem duas manifestações: uma anti-Mundial e outra de metroviários

Depois de ter acalmado um pouco após tensão nos primeiros minutos de sua realização, novo confronto ocorreu entre manifestantes e policiais em protesto contra a Copa do Mundo, nesta quinta-feira (12), nas proximidades do metrô Carrão, na zona leste de São Paulo. Por enquanto, há registro de dois jornalistas da rede norte-americana CNN feridos - eles foram socorridos por homens do Corpo de Bombeiros. Um jovem foi preso.

Uma ampla barreira da Tropa de Choque da Polícia Militar, com soldados usando escudos, foi formada para impedir o grupo de acessar a Radial Leste, principal via de ligação à Arena São Paulo, onde ocorre a abertura do Mundial, às 17h. A intenção dos militantes do protesto era ir ao estádio.
 
Os manifestantes pretendiam fazer a passeata pela via, mas foram impedidos pelos militares, que procuram isolar toda a região onde a Seleção Brasileira enfrenta a Croácia para evitar tumultos e cenas de violência nas proximidades do estádio. A PM usou bombas de efeito moral para dispersar os presentes.
 
Apesar da tensa movimentação, o número de manifestantes, apenas algumas dezenas, era ínfimo se comparado ao de policiais e de trabalhadores da imprensa, incluindo fotógrafos, câmeras e repórteres de veículos internacionais. 

Após a situação ter sido controlada pela polícia, um caminhão de som passou a rodar pelo local com jovens na parte superior gritando palavras de ordem e cantando contra a Copa com batuques e versões de canções de sucesso.

Convocado na véspera já com itinerário definido até o cordão de isolamento criado para garantir a segurança no entorno do estádio, o ato é organizado pelo coletivo Se Não Tiver Direitos, Não Vai Ter Copa.

Metroviários
Ao mesmo tempo em que ocorria o protesto na estação Carrão, perto dali, nas proximidades do Metrô Tatuapé, funcionários do Sindicato dos Metroviários faziam passeata exigindo a readmissão de 42 funcionários demitidos devido à greve da categoria, encerrada na noite de segunda-feira (9). O ato, pacífico, contou com a presença de integrantes de centrais sindicais, movimentos sociais e funcionários do Metrô.

Na noite anterior, o presidente do sindicato, Altino dos Prazeres, afirmou que o protesto não tinha nada a ver com o Mundial e garantiu que a categoria não se juntaria ao ato contra a realização do torneio no País. Os metroviários devem limitar a passeata apenas ao entorno da sede do sindicato.

http://copadomundo.ig.com.br/2014-06-12/protesto-contra-copa-do-mundo-comeca-com-confronto-na-zona-leste-de-sp.html

2014/01/25

Protestos contra a Copa devem ocorrer hoje

Movimento "Não Vai Ter Copa" convocou milhares de participantes pelas redes sociais. Mote do protesto começou a ganhar força a partir das manifestações em apoio aos rolezinhos

"Não Vai Ter Copa" convocou milhares de participantes pelas redes sociais. Mote do protesto começou a ganhar força a partir das manifestações em apoio aos rolezinhos

Uma série de protestos contra a Copa do Mundo promete mobilizar milhares de manifestantes em todo o País neste sábado (25) por meio de convocações pelas redes sociais sob o mote “Não Vai Ter Copa”. Foram convocados participantes nas principais capitais e em cidades do interior para o que será o primeiro teste do poder de mobilização dos movimentos que ganharam força em junho do ano passado durante a Copa das Confederações.

Manifesto divulgado nas redes anuncia que “o intuito dos protestos contra a Copa 2014 é lutar pelos interesses do povo e de qualquer pessoa que deseje um país mais justo e menos desigual. Instruir o povo, cada vez mais, a uma democracia de verdade, participativa, cujo mesmo também governa, e não onde é governado por supostos representantes.”

A série de eventos deste sábado testará também a reação dos governantes à agitação nas ruas.
Em São Paulo, cerca de 3 mil participantes planejam se concentrar a partir das 17h no vão do Masp, para sair em marcha pela avenida Paulista. No Rio de Janeiro, o ponto de encontro será na frente do hotel Copacabana Palace.
 
As duas maiores capitais do Brasil, assim como Belo Horizonte e Porto Alegre, estão entre as cidades onde onde o "Não Vai Ter Copa" começou a tomar corpo já no início do mês, nas manifestações desencadeadas após a repressão policial ao rolezinho do Shopping Itaquera, na zona leste de capital paulista e a decisões judiciais que impediram a realização do encontro em outros centros comerciais.

O apoio às reuniões de adolescentes mobilizou integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST)  e da Uneafro em São Paulo e atraiu dezenas de ativistas que promoveram um baile funk com churrasquinho em frente ao shopping Leblon, um dos mais sofisticados do Rio.


http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2014-01-25/manifestantes-preparam-primeira-rodada-de-protestos-pelo-pais-no-ano-da-copa.html
     

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    2013/07/18

    Governo do Rio cria comissão para investigar origem de grupos violentos em manifestações

    O governo do Estado do Rio de Janeiro vai criar por decreto nesta sexta-feira (19) uma comissão especial para investigar os grupos que vêm agindo nas manifestações que há um pouco mais de mês são realizadas na cidade.

    O Ministério Público e as polícias Civil e Militar indicarão membros para a comissão já se reúna pela primeira vez nesta sexta. Ela terá como foco a investigação da origem dos grupos que, no final das manifestações, atuam com violência e cometem crimes como dano ao patrimônio público e privado, além de colocar em risco a vida das pessoas.

    O objetivo é ter mais respaldo para efetuar prisões e, assim, evitar que os acusados ficam livres com o pagamento de fianças, informou o secretário da Casa Civil, Régis Fichtner.

    Ele negou que a polícia tenha sido omissa na manifestação desta quinta que acabou em violência no Leblon, alegando que antes a corporação fazia a contenção e dispersão dos manifestantes e foi criticada. Ontem, não fizeram a dispersão e acabou em violência e vandalismo, afirmou.

    "A polícia está avaliando de novo a forma melhor para reagir a esse tipo de atividade ilícita e chegaremos ao meio termo, que impeça dano a patrimônio público e que as pessoas se machuquem", disse Fichtner.

    O secretário se reuniu hoje por cerca de duas horas com o procurador-geral da Justiça, Marfan Martins Vieira; o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame; o comandante da Polícia Militar, Erir Ribeiro da Costa Filho e a chefe da Polícia Civil, Marta Rocha. Apenas Fichtner e Vieira falaram com a imprensa.

    De acordo com o procurador-geral, a função da comissão vai ser coordenar as atividades de investigação em relação às práticas de crimes, mas a atuação da polícia também será observada. A comissão terá prioridade em todo o Estado, com poderes para requisitar informações e assim tentar chegar na origem dos grupos.

    "A comissão vai trabalhar os inquéritos que já existem e levar a investigação até as origens, de onde vem, o que pretendem, são financiadas por quem, quem está por trás disso, ou vamos continuar prendendo em flagrante e depois concedendo fiança", explicou Vieira.

    Ele também destacou que com a comissão as prisões serão mais eficientes. "Sei que das nove prisões de ontem, apenas uma subsistiu, porque havia a participação em quadrilha qualificada, e também crime de explosão, que não tem fiança", informou.

    DENISE LUNA
    DO RIO
    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2013/07/1313298-governo-do-rio-cria-comissao-para-investigar-origem-de-grupos-violentos-em-manifestacoes.shtml