2014/12/14

Emergentes têm vitória parcial em reunião da ONU sobre clima

Com dois dias de atraso, líderes de 195 países presentes à Conferência Climática das Nações Unidas, em Lima, no Peru, chegaram a um acordo sobre um programa de metas de mitigação do aquecimento global.

Prevista para terminar na sexta-feira, o evento avançou pelo fim de semana adentro e foi apenas na manhã deste domingo que houve o anúncio sobre um compromisso com vistas à reunião de novembro do ano que vem em Paris.

As duas semanas de discussões foram marcadas por divergências entre países desenvolvidos e emergentes no que diz respeito ao controle de emissões dos gases-estufa.

Responsabilidade diferenciada

Os países emergentes, como o Brasil, defendem o argumento de que as nações mais desenvolvidas e com um histórico mais longo de industrialização deveriam atender a metas mais rigorosas do que o resto do mundo, conseguiram manter na pauta o princípio de "responsabilidade diferenciada".

Tal argumento encontra a resistência de países como os EUA, que apontam para o fato de que, atualmente, nações desenvolvimento contribuem com mais da metade das emissões mundiais de gás carbônico, o principal gás relacionado ao aquecimento global.

Na sexta-feira, por exemplo, o secretário de estado americano, John Kerry, fez um forte discurso em Lima, conclamando os países emergentes a aceitar um pacote global de redução de emissões e afirmando que o mundo "caminha para um tragédia climática".

"Conseguimos o que queríamos", disse à BBC o ministro do Meio Ambiente da Índia, Prakash Javedekar.

Os países em desenvolvimento também obtiveram garantias de que as nações mais pobres e vulneráveis às mudanças climáticas receberão auxílio financeiro dos mais ricos.

Por outro lado, tiveram de aceitar o exame das propostas nacionais de redução por um painel da ONU, tema que anteriormente tinha encontrado resistência da mesma Índia, que a considerava o escrutínio desrespeitoso à soberania nacional.

Mapa do gás

Também houve um comprometimento para que mais países adotem metas de redução e que os que já têm cronogramas de redução sejam mais "generosos".

O antagonismo "norte-sul" foi apontado como a principal razão para o fracasso nas negociações durante a conferência realizada em Copenhague há cinco anos.

"Não estamos aqui para reescrever o acordo", afirmou à BBC na sexta-feira o negociador-chefe do Brasil na COP 20, Antonio Marcondes de Carvalho.

Para diversas organizações ambientalistas, o resultado das negociações foi decepcionante e não trouxe medias por elas defendidas.

"O texto do acordo foi de fraco para fraquíssimo", criticou Sam Smith, responsável pelas políticas ambientais do WWF.

Em Lima, o Brasil apresentou uma proposta de "diferenciação concêntrica" como forma de apaziguar o debate. Ela previa uma divisão de países em três "níveis de responsabilidade", em que as nações desenvolvidas precisariam fazer cortes de emissões em todos os setores da economia, enquanto países emergentes como o Brasil, a China e a Índia ficariam num nível intermediário, com mais opções de cortes.

Nações mais vulneráveis economicamente e os passíveis de serem mais imediatamente afetados por mudanças climáticas, como os Estados-ilha, ficariam num nível que não exigiria grandes ações.

A proposta, porém, sofreu alterações durante os debates no Peru.

Uma das grandes esperanças para a Lima era que o recente acordo bilateral de redução de emissões entre EUA e China - ambos anunciaram medidas de redução significativas de emissões até 2030 - pudesse influenciar positivamente as discussões.

Chineses e americanos são os maiores "poluidores" em termos de volume de gases-estufa, de acordo com as medições independentes do grupo de cientistas do Global Carbon Project. Em 2013, emitiram 9,97 bilhões e 5,23 bilhões de toneladas de C02, respectivamente. Ou seja: mais de um terço do total mundial de 36,1 bilhões.

A Índia e a Rússia ficaram em terceiro e quarto lugares, à frente do Japão. O Brasil, que emitiu 482 milhões de toneladas em 2013, ficou em 12º lugar.

http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/bbc/2014/12/14/emergentes-tem-vitoria-parcial-em-reuniao-da-onu-sobre-clima.htm

2014/12/13

Natal Solidário Sicoob Cred Rio Norte

 






Sicoob Cred Rio Norte

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Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 8 milhões nesta quarta; veja dezenas

O concurso 1.661 da Mega-Sena, realizado neste sábado (13) em Crateús (CE), acumulou e pode pagar R$ 8 milhões no próximo sorteio, na quarta-feira (17).
As dezenas sorteadas hoje foram: 13 - 16 - 27 - 43  - 48 - 58.
Na Quina, 70 ganhadores receberam R$ 30.074,43 cada. Na Quadra,  6.712 pessoas ganharam R$ 448,06.
Na última quarta (10), um apostador de Barra do Piraí (RJ) ganhou R$ 33,6 milhões na Mega-Sena sozinho. Outros 218 sortudos acertaram a quina e levaram R$ 15.312,71, enquanto 11.526 apostadores acertaram a quadra e ganharam R$ 413,74.
Os sorteios da Mega-Sena são realizados duas vezes por semana --quartas-feiras e sábados. A aposta mínima custa R$ 2,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) do dia do concurso, em qualquer uma das lotéricas do país.
Em paralelo aos sorteios regulares, o prazo para apostar na Mega da Virada continua até as 14h do dia 31 de dezembro, mesmo dia do sorteio. A previsão da Caixa para o prêmio deste ano é de R$ 240 milhões.

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/12/13/mega-sena-acumula-e-pode-pagar-r-8-milhoes-neste-quarta-veja-dezenas.htm

O que ocorreu em dois anos?

57 municípios concentravam cerca de 50% do PIB do país em 2012, diz IBGE

5,8% das cidades respondiam por 75% do PIB; seis capitais somavam 25%.
Participação das capitais (33,4%) foi a menor da série, iniciada em 1999.

A renda de 57 municípios dos 5.565 brasileiros concentrava cerca de metade de toda a riqueza (bens e serviços finais produzidos) gerada no país em 2012 – concentração pouco menor que a registrada no ano anterior, quando 55 municípios responderam pela mesma fatia. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (11), apenas seis capitais produziram, somadas, 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de todo o país naquele ano.

São Paulo, que se manteve como o município que gerou mais renda no Brasil, teve a participação reduzida de 11,6% (em 2011) para 11,4% do PIB nacional. A capital paulista é seguida do Rio de Janeiro, com 5%, Brasília, 3,9%, Curitiba (1,3%), Belo Horizonte (1,3%) e Manaus (1,1%). Com 25% da renda, estes municípios representavam 13,6% da população do país.

De acordo com o IBGE, a diminuição na participação do PIB em São Paulo foi provocada principalmente pelo baixo desempenho da indústria de transformação. Em cinco anos, a perda chegava a 0,4 ponto percentual.
Municípios        Posição PIB / valores correntes
(em R$ mil)
São Paulo  (SP)499.375.401       
Rio de Janeiro (RJ)220.924.561
Brasília (DF)171.235.534
Curitiba (PR)59.151.308
Belo Horizonte (MG)49.824.579
Manaus (AM)49.824.579
Porto Alegre (RS)48.002.209
Campos do Goytacazes (RJ)45.129.215
Guarulhos (SP)44.670.723
Fortaleza (CE) 10º43.402.190
“Todos os seis municípios eram capitais e tradicionalmente identificados como concentradores da atividade de serviços – intermediação financeira, comércio e administração pública, exceto Manaus, cuja economia tinha equilíbrio entre as atividades de indústria (transformação) e serviços”, pontuou o IBGE.

Participação das capitais

No entanto, de acordo com o órgão, a participação das 27 capitais no país respondeu por 33,4% do PIB e voltou a ter o menor resultado desde o início da série, em 1999, quando era de 38,7%. Em 2011, as capitais detinham 33,7% da renda nacional, ante uma fatia de 34% em 2010.
Santa Catarina foi a única capital fora da primeira posição em seu estado. Itajaí ocupava a primeira posição com 11,1%, seguida de Joinville, 10,3%.
Goiânia e Aracajú subiram uma posição no ranking das capitais, de 0,67% para 0,69% e 0,22% nos dois anos, respectivamente, em relação ao ano anterior. As duas cidades ultrapassaram Vitória (de 0,68% para 0,65%) e Porto Velho (de 0,23% para 0,22%).

Dependência e autonomia

Na comparação de cada capital com o PIB dos estados, Santa Catarina se destaca como o estado mais autônomo, tendo Florianópolis contribuído, em 2012, com apenas 7,1% do PIB estadual. Em 2011, a capital detinha 6,8%.
Em 2012, as regiões Norte e Nordeste continuaram se caracterizando por uma dependência dos estados em relação às capitais, sendo a principal verificada no Amazonas: Manaus contribuiu com 77,7% do PIB estadual, apontou o IBGE.

Destaques fora das capitais

Excluindo-se as capitais, 11 municípios tiveram destaque em 2011 por gerar, individualmente, mais de 0,5% do PIB nacional, agregando 8,7% da renda do país.
Essas cidades com grande integração entre indústria e serviços eram: Campos dos Goytacazes (RJ), 1%, Guarulhos (SP) 1%, Campinas (SP), 1%, Osasco (SP), 0,9%, Santos (SP), 0,9%, São Bernardo do Campo (SP), 0,8%, Barueri (SP), 0,8%, Betim (MG), 0,6%, São José dos Campos (SP), 0,6%, Duque de Caxias (RJ), 0,6%, e Jundiaí (SP), 0,5%.
“O referido indicador para o Brasil mostrou que, em 2012, a média dos 10% dos municípios com maior PIB gerou 95,5 vezes mais renda do que a média dos 60% dos municípios com menor PIB”, analisou o IBGE.

PIB per capita
O município de Presidente Kennedy, no Espírito Santo, se manteve como o maior PIB per capita do país – produto interno bruto dividido pela quantidade de habitantes – em 2012, com R$ 511.967,24. O menor foi Curralinho, no Pará, com R$ 2.720,32. O PIB per capita brasileiro naquele ano foi de R$ 22.645,86.

“É relevante salientar que nem toda a renda gerada no município é apropriada por sua população residente, uma vez que a geração de renda e o consumo não são necessariamente realizados em um mesmo município”, ressaltou o IBGE.

Mais de 30% dos municípios do Estado do Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso e Rio Grande do Sul apresentaram PIBs per capita superiores ao nacional, enquanto nenhum município do Acre e Roraima mostrou essa característica.

Industria extrativa se destacou

Os municípios cujas economias estavam relacionadas às commodities minerais tiveram ganho de participação superior aos daqueles com indústria diversificada. “Os preços da indústria extrativa apresentaram crescimento significativo em 2012”, ressaltou o IBGE.

Em Campos dos Goytacazes, a participação no PIB nacional passou de 0,9% em 2011 para 1% em 2012, seguido de Cabo Frio (de 0,23% para 0,28%), Rio das Ostras (de 0,22% para 0,26%), Macaé (de 0,30% para 0,33%) – todos no Rio de Janeiro – e Presidente Kennedy (de 0,10% para 0,12%), no Espírito Santo.

O estado com maior variação positiva na indústria foi o Rio de janeiro (1,9 ponto percentual), em comparação com 2011, impulsionado pela extrativa mineral. A indústria extrativa gerou 4,3% do valor bruto. Em 2011, o setor gerava 4,1%. A variação positiva, segundo o IBGE, ocorreu devido à variação dos preços, 11,7%. Em termos reais, ocorreu queda de 1,1%.
A indústria em geral tanto em volume quanto em preços passou de 27,5% para 26% no valor adicionado bruto do pais. “Esse fato foi reflexo do fraco desempenho da indústria de transformação, tanto em volume (-2,4%) como em preços (-4,1%)”, analisou o órgão.

Setor de serviços cresceu O setor de serviços cresceu, em termos nominais, 8,1%, e apresentou crescimento real de 1,9%. Esse segmento passou a representar 68,7% dos valor adicionado bruto total em 2012 e foi beneficiado, segundo o IBGE, pelo aumento da massa salarial, expansão de crédito ao consumo, e desemprego baixo.

Apenas dois setores apresentaram quedas suaves: serviços de informação (devido ao efeito preço) e intermediação financeira (seguros, previdência e relacionados).

Suaves movimentos negativos foram verificados em todos os segmentos desse setor no Rio de janeiro (-0,2 pontos percentuais), com exceção de administração, saúde e educação públicas e seguridade social e educação e saúde mercantis. Minas Gerais apresentou ganhos em todos os segmentos do setor (0,2 pontos percentuais), exceto serviços de informação e demais serviços.

Agropecuária
O crescimento nominal do valor adicionado bruto da agropecuária (2,8%), no ano de 2012, refletiu principalmente a elevação dos preços. O valor bruto da produção agrícola alcançou R$ 204 bilhões em 2012, um crescimento de 4,3% em relação ao ano anterior.

Entre os alimentos que mais tiveram incrementos no valor de produção destacaram-se milho e feijão (ambos cresceram 20,7%, algodão herbáceo (11,8%) e mandioca (10,5%).
As maiores variações positivas na distribuição estadual do valor adicionado bruto da agropecuária ocorreram em Mato Grosso (2,4 pontos percentuais), Goiás e Paraná (0,9 ponto percentual). Santa Catarina (1,2), São Paulo (1,1) e Minas Gerais (0,9) apresentaram as maiores variações negativas.

PIB cresceu 1%

Em 2012, o Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado cresceu 6% nominalmente e 1% em termos reais, em comparação com o ano anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o resultado alcançado foi de R$ 4.392,10 bilhões.
A expansão do PIB foi resultado do crescimento de 0,9% do valor adicionado bruto a preços básicos e do aumento de 1,6% nos impostos, líquidos de subsídios, sobre produtos.

Desigualdade

O índice de Gini (medida de desigualdade de distribuição de renda) para o PIB em 2012 foi de 0,86% enquanto para o valor adicionado bruto da agropecuária, indústria e serviços foi de 0,61%, 0,90% e 0,86%, respetivamente. Segundo o IBGE, esses coeficientes se mantiveram praticamente inalterados desde 2004.

http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/12/57-municipios-concentravam-cerca-de-50-do-pib-do-pais-em-2012-diz-ibge.html

http://www.rj.gov.br/web/imprensa/exibeconteudo?article-id=2277420

2014/12/11

Sicoob Cred Rio Norte recebe nova visita de representantes da sociedade

Nesta quinta-feira, 11 de dezembro, pela manhã, o Sicoob Cred Rio Norte recebeu a visita do jornalista, radialista e ex-deputado estadual Fernando Leite Fernandes. Recebido pelo consultor e pelo atual diretor presidente, respectivamente Neilton Ribeiro da Silva e Gil Menezes, Fernando conheceu as dependências da cooperativa e os trabalhos desenvolvidos na região, assim como tomou conhecimento dos números envolvendo o cooperativismo no Rio de Janeiro e no Brasil.
O Sicoob Cred Rio Norte deverá intensificar o convite para que lideranças dos mais diferentes segmentos da sociedade conheçam a cooperativa.

2014/12/10

Donos de veículos já podem consultar a tabela com as datas de pagamento do IPVA 2015


RIO - A Secretaria estadual de Fazenda divulgou nesta quarta-feira a tabela de vencimentos do IPVA de 2015. A primeira data será no dia 22 de janeiro, para quem for quitar o imposto em cota única ou pagar a primeira parcela dos veículos com final de placa zero. A última data de vencimento será em 16 de abril, quando vencerá o prazo para quitação da terceira e última parcela do imposto dos veículos com final de placa 9.
A Guia para Regularização de Débitos (GRD) estará disponível ao público nos sites da Fazenda e do Bradesco, em data a ser divulgada.
Toda a rede bancária aceitará o pagamento do IPVA fluminense, em todos os estados do país. O contribuinte poderá quitar seu imposto também pela internet ou pelo telefone de seu banco.

Editoria de Arte
http://oglobo.globo.com/rio/donos-de-veiculos-ja-podem-consultar-tabela-com-as-datas-de-pagamento-do-ipva-2015-14796120


Prontocárdio alega quebra de contrato e deixa de atender servidores da prefeitura de Campos

2014/12/09

São João, RJ, discute projeto para conter avanço do mar na cidade

Objetivo é também identificar a causa do fenômeno.
Encontro será nesta quarta-feira (10).

O prefeito de São João da Barra, no Norte Fluminense, José Amaro de Souza Neco, se reúne nesta quarta-feira (10), com o Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias (INPH) para discutir a realização de um novo projeto com o objetivo de identificar a causa e conter o avanço do mar na praia do Açu. O projeto deverá ser elaborado pelo Instituto de Pesquisas Hidroviárias (INPH) e a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), através do Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam).

Na última semana, no Rio de Janeiro, o prefeito se reuniu com uma equipe técnica do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e o especialista em relações institucionais da Prumo Logística, Caio Cunha, para discutir o resultado de um estudo feito pela Prumo Logística, onde ficou comprovado que o fenômeno do avanço do mar e erosão no Açu não possui ligação com as obras do Porto. Também participaram da reunião, o secretário de Planejamento, Sidney Salgado, o procurador do Município, Jefferson Nogueira e o chefe de Gabinete, Antonio Neves.

http://g1.globo.com/rj/norte-fluminense/noticia/2014/12/sao-joao-rj-discute-projeto-para-conter-avanco-do-mar-na-cidade.html