Mostrando postagens com marcador Ministério da Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ministério da Saúde. Mostrar todas as postagens

2021/04/23

Fabio Wajngarten: “Houve incompetência e ineficiência”

Ex-secretário responsabiliza o Ministério da Saúde pelo atraso das vacinas e conta que o general Pazuello foi demitido após rumores de que seria preso

Por Policarpo Junior Atualizado em 23 abr 2021, 19h18 

O publicitário Fabio Wajngarten conheceu Jair Bolsonaro em 2016, num jantar na casa de Meyer Nigri, dono da construtora Tecnisa, em São Paulo. Na época, o então deputado já estava em plena campanha presidencial, embora quase ninguém levasse isso muito a sério. Empresário da área de comunicação, Wajngarten foi imediatamente fisgado pelas propostas do ex-ca­pitão, que prometia operar grandes transformações no Brasil, principalmente na área de costumes. Desde então, os dois não se afastaram mais. Em 2018, o publicitário ciceroneou o candidato em seus primeiros encontros com proprietários de órgãos de imprensa. Logo depois, quando Bolsonaro sofreu o atentado à faca, foi ele quem cuidou de boa parte da logística do atendimento médico. Em 2019, assumiu o comando da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom). O cargo estratégico, combinado com a sólida relação de confiança construída com o presidente, franqueou a Wajngarten trânsito livre em alguns dos gabinetes mais inacessíveis do Palácio do Planalto — aqueles onde se desenrolam histórias que raramente chegam ao conhecimento do grande público. 

Depois de quase dois anos, Wajngarten deixou a Secom, no mês passado, no ápice da crise sanitária que já matou mais de 380 000 brasileiros. Oficialmente, sua demissão foi atribuída à necessidade de reconstruir a relação desgastada do presidente com a imprensa. Mas esse não foi o motivo principal. Durante meses, o ex-secretário travou um intenso duelo com o ex-mi­nistro da Saúde Eduardo Pazuello.  Wajngarten apontava o general e a equipe dele como responsáveis diretos pelo atraso da vacinação contra a Covid-19. No auge do conflito, circularam notícias de que o chefe da Secom estaria se envolvendo em assuntos do ministério movido por interesses pessoais inconfessos. “Foi a gota d’água para eu sair”, diz Wajngarten. 

Confira a íntegra em:

https://veja.abril.com.br/politica/fabio-wajngarten-houve-incompetencia-e-ineficiencia/




2020/02/26

Ministério da Saúde confirma paciente com coronavírus no Brasil

Homem de 61 anos, que mora na capital paulista, fez viagem para a Itália entre 9 e 21 de fevereiro. O primeiro exame foi feito no Hospital Albert Einstein e deu positivo. Contraprova do Instituto Adolfo Lutz confirmou a infecção.

Por Elida Oliveira e Brenda Ortiz, G1 e G1 DF
 

2017/01/18

Ministério amplia vacinação de febre amarela em cidades de MG, ES, RJ e BA

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta (18) que vai ampliar a vacinação para febre amarela em cidades de Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Bahia. Até o momento, há 206 casos suspeitos de febre amarela em áreas rurais de 29 municípios.

Existe ainda a suspeita de que 53 pessoas tenham morrido em decorrência da doença desde o início de surto. Quatro mortes por febre amarela silvestre já foram confirmadas em Minas Gerais.

A ideia é criar um bloqueio contra o vírus, que é transmitido por mosquitos, em geral, em áreas silvestres; nas áreas urbanas, a transmissão é feita pelo Aedes aegypti, o mosquito da dengue. Nesses lugares, moradores de área rural e aqueles que não foram vacinados (com duas doses) devem ser privilegiados.

Os pacientes com sintomas característicos da doença - febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos, por, em média, três dias - receberão atenção especial.
O último surto da febre amarela silvestre ocorreu entre 2008 e 2009, quando 51 ocorrências foram confirmadas. 

"A vacina confere proteção para as pessoas que já tomaram as duas doses. Essas pessoas estão imunes", explicou o secretário-executivo Antonio Nardi.

Quem não mora em uma cidade com alerta para febre amarela não precisa tomar a vacina, a menos que a pessoa viaje para áreas com transmissão comprovada da doença. A imunização deve ser a pelo menos dez dias da viagem.

A vacina de febre amarela já faz parte do calendário anual de imunização em 19 Estados. Em 2016, o ministério distribuiu mais de 16 milhões de doses da vacina.

Quem não deve tomar

Por se tratar de um vírus vivo atenuado, a vacina oferece riscos para pessoas que possuem baixa imunidade ou que tenham alergia a ovo, que é usado em sua fabricação. Nessas pessoas, ela pode causar reações alérgicas, reações no sistema nervoso central e o desenvolvimento da própria doença.

Assim, ela não é recomendada para quem é portador de HIV, pessoas que possuem doenças que diminuem a imunidade natural do corpo (como câncer), para bebês com menos de seis meses, mulheres grávidas ou que estejam amamentando e idosos com mais de 60 anos. Pessoas com esse perfil até podem tomar a vacina, mas precisam passar antes por avaliação médica.

http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2017/01/18/ministerio-reforca-vacina-para-febre-amarela-em-cidades-de-mg-es-rj-e-ba.htm

2016/09/19

Campanha de 'multivacinação' começa nesta segunda-feira

Campanha terá todas as vacinas disponíveis pelo SUS.
Ministério disponibilizou 19,2 milhões de doses extras de 14 vacinas.

Começa nesta segunda-feira (19) uma campanha nacional de "multivacinação" que incluirá, pela primeira vez, todas as vacinas disponíveis pelo SUS para crianças de até 5 anos e para crianças e adolescentes entre 9 e 15 anos incompletos, incluindo a imunização contra HPV para meninas. O esforço de vacinação vai até o dia 30 de setembro.

Para realizar as imunizações, o Ministério da Saúde enviou 19,2 milhões de doses extras das 14 vacinas para os postos de saúde de todo o país. Serão cerca de 36 mil postos fixos de vacinação e 350 mil profissionais de saúde envolvidos nos 12 dias de mobilização.

As doses já estão normalmente disponíveis de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS), em qualquer posto. O objetivo principal da campanha é estimular que os pais levem os filhos para pôr em dia a carteira de vacinação.

Segundo Ana Goretti Kalumi, do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, a cobertura vacinal dos adolescentes no Brasil ainda não é adequada, por isso a campanha incluiu essa faixa etária. “Os adolescentes são um público que, diferentemente das crianças pequenas que são levadas pelas mães às unidades de saúde, são muito resistentes a buscar serviços de saúde”, disse a especialista em coletiva de imprensa.

A vacinação contra pólio ocorre normalmente no mês de agosto. Este ano, porém, ela foi adiada, segundo o Ministério da Saúde, devido à Olimpíada no Rio, que poderia diminuir a adesão.

http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/09/campanha-de-multivacinacao-comeca-nesta-segunda-feira.html