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2017/12/01

Alerta de chuva forte deixa Defesa Civil de Campos de prontidão

Previsão do INEA é de que chova até 50mm neste sábado. Grupo de Emergência em alagamentos atua desde quarta.

A Coordenadoria Municipal da Defesa Civil recebeu alerta do INEA de previsão de chuva de até 50mm neste sábado (2), em Campos, devido à chegada de uma massa de ar frio, na Região Sudeste. De acordo com a Coordenadoria, se distribuída ao longo do dia e em várias áreas do município, a chuva não causará transtornos, mas se ocorrer como na última terça-feira (28), em poucas horas, poderá ocasionar pontos de alagamentos. Para esta sexta-feira (1º), a previsão é de 13,4mm. No mês de novembro, o acumulado foi 145,9mm para uma previsão de180mm.

— Analisamos dados dos principais institutos meteorologia e chegamos à média de 50mm para este sábado. Se houver concentração dessa chuva em pouco espaço de tempo, como ocorreu na terça-feira, causa maior preocupação, pois não dá tempo de escoar. Se for bem distribuída, não há grandes riscos — explicou o coordenador da DCM, major Geremias Neto Nogueira.

Atuação – Desde a quarta-feira (29), o Grupo de Emergência em alagamentos, criado pelo prefeito Rafael Diniz, atua visando solucionar transtornos causados pelas chuvas de terça-feira (28) em alguns pontos críticos da cidade, quando em três horas choveu (45,8mm) o previsto para oito dias. Compõem este grupo: Defesa Civil Municipal, Empresa Municipal de Habilitação (Emhab), Secretarias de Infraestrutura e Mobilidade Urbana e Desenvolvimento Ambiental e Superintendência de Limpeza Pública.

Na quarta, somente no cruzamento da Rocha Leão (prolongamento da BR-101) com Conselheiro Thomaz Coelho foram esgotados 400 mil litros de água. O mesmo trabalho, com bombas e caminhões, do tipo vaccal, foi realizado no bairro de Custodópolis.

Rio Ururaí – Na região do Imbé, também chove desde o início da semana. O volume de chuva já fez elevar o nível do Rio Ururaí, que durante meses abaixo da régua, nesta sexta-feira (1º), está em 2,10m. Para receber esse volume de água que desce pela Lagoa de Cima, Rio Ururaí, Lagoa Feia, Canal das Flechas até o mar, a superintendência de Agricultura e Pecuária em parceria com o Governo do Estado deu início, nesta quinta-feira (30), à limpeza dos pilares da Ponte do Gote sobre este canal. A iniciativa visa a remoção de vegetação que pode se prender na estrutura e danificar a mesma. A ponte do Gote é de extrema importância para os produtores rurais daquela região no escoamento da produção.

Limpeza – Desde o início do ano, a superintendência de Limpeza Pública vem realizando limpeza de bueiros. Vários bairros receberam o serviço e grande quantidade de lixo, como até garrafas de vidro, foi retirada das galerias de águas pluviais. O superintendente de Limpeza Pública, Alfredo Dieguez, ressalta que, no início do ano, a Prefeitura instalou 200 lixeiras, somente na área central, e pede à população que deixe o lixo doméstico na calçada, devidamente ensacado, uma hora antes da passagem do caminhão. “No Centro, a coleta é feita todos os dias. Na margem direita do Rio Paraíba do Sul, as segundas, quartas e sextas-feiras. E na margem esquerda, terça, quinta e sábado”, disse Dieguez.

— A geologia de Campos, com bairros e áreas comerciais onde séculos atrás existiam lagoas, favorece os alagamentos. Mas estamos de prontidão e pedimos que as pessoas acionem a Defesa Civil logo que surgirem os problemas. A população pode colaborar também não jogando lixo nas ruas nem abandonando restos de construção, como areia, nas calçadas, pois isso tapa os bueiros das galerias e ajuda a provocar os alagamentos — alerta o coordenador.
O nível do Rio Paraíba do Sul na manhã desta sexta, no ponto de medição na altura da área central de Campos, é de 5,37m.

http://www.jornalterceiravia.com.br/2017/12/01/alerta-de-chuva-forte-deixa-defesa-civil-de-campos-de-prontidao/

2014/12/05

Chuva alaga ruas, causa acidentes e deixa o Rio em estado de atenção

A chuva que castiga o Rio de Janeiro desde a madrugada desta sexta-feira (5) alagou ruas da capital fluminense, provocou acidentes e complicou o trânsito em diversos pontos da cidade. Por conta do mau tempo, o município entrou em estágio de atenção às 5h25 desta sexta. O estágio de atenção é o segundo nível em uma escala de três e indica chuva moderada a forte.

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, foram registrados alagamentos na avenida Ayrton Senna em direção à linha Amarela, na Barra da Tijuca, zona oeste, e na avenida Embaixador Abelardo Bueno, também na Barra. Houve ainda a formação de bolsões d'água em ruas do centro da cidade, como rua do Resende e na Central do Brasil. Ao longo da avenida Brasil, há pequenos alagamentos.

Na Gávea, zona sul, houve uma colisão envolvendo dois carros, dois ônibus e uma moto. O tráfego, que já é lento na região em dias comuns, ficou ainda pior. Segundo o Corpo de Bombeiros, oito pessoas ficaram feridas, mas não houve consequências mais graves. Duas pessoas foram atendidas no local e seis levadas para um hospital da região.

Já na estrada Grajaú-Jacarepaguá, que faz a ligação entre as zonas norte e oeste, um carro capotou na pista sentido Grajaú, na altura do km 4. Há lentidão na via, de acordo com o Centro de Operações.

Ainda não há informações sobre vítimas.

Também na zona sul, houve congestionamento na chegada à lagoa Rodrigo de Freitas pela autoestrada Lagoa-Barra e na rua Pinheiro Machado, em Laranjeiras, no sentido Botafogo.

Quem sai de São Gonçalo, na região metropolitana, e se dirige ao Rio pela ponte Rio-Niterói, está levando mais de duas horas para chegar ao centro. O trânsito apresenta retenção em todos os 13 quilômetros de extensão, devido à chuva e às pistas escorregadias.

Uma viagem de carro de Bangu, que fica a 34 km do centro do Rio, está levando, em média, duas horas e meia. Em dias normais, esse percurso é feito em pouco mais de uma hora.

A chuva veio acompanhada de ventos fortes. No Forte de Copacabana, na zona sul, foram registradas rajadas de vento de 74 km/h, segundo Centro de Operações da Prefeitura do Rio. (Com Agência Brasil)

http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/12/05/chuva-forte-no-rio-causa-engarrafamentos-e-deixa-ruas-alagadas.htm

2014/04/14

Chuva forte no Rio de Janeiro

 Na foto, a Avenida Presidente Vargas com tráfego ruim em direção ao Centro Pablo Jacob / Agência O Globo

RIO - Chove forte na manhã desta segunda-feira em vários pontos do Rio, provocando acidentes que complicam o trânsito na cidade. A chuva é intensa na Tijuca, no Centro, no Grajaú e em bairros da Zona Oeste. O Aeroporto Santos Dumont está fechado para pousos desde por volta das 8h15m e opera por instrumentos para decolagens. Já o Aeroporto Internacional Tom Jobim opera com instrumentos para as duas operações.
Há bolsões d'água na Radial Oeste e na Praça da Bandeira, o que complica o trânsito para quem sai da Zona Norte em direção ao Centro. Motoristas encontram bolsões até no Elevado Paulo de Frontin. Há bolsões também no Santo Cristo, nas ruas Gamboa e Camerino, assim como na esquina das avenidas Professor Pereira Reis e Rodrigues e na rotatória do Santo Cristo.
Com a chuva no Centro, um carro derrapou e capotou no Viaduto Trinta e Um de Março, no Catumbi, fechando o sentido Centro da via das 7h30m até as 9h10. Ainda não há informações sobre feridos. Com o tráfego retido no local, a CET-Rio interditou a saída do Túnel Santa Bárbara para o viaduto, desviando o tráfego para vias do Catumbi. O trânsito está muito lento para o Centro, e o Túnel Rebouças e o Aterro do Flamengo são opções.
No Alto da Boa Vista, onde a chuva agora é fraca, um carro derrapou e bateu num poste às 8h15m, na altura da passagem da Rua Boa Vista para a Avenida Édson Passos. O trânsito está complicado no trecho, e não há boas opções, já que o trânsito é complicado também na Lagoa-Barra e lento em toda a extensão da Grajaú-Jacarepaguá, onde chove forte.
Às 8h15m, o registro era de chuva forte na Avenida Brasil/Mendanha (8,2mm), Tijuca/Muda (7,8mm); e moderada em Santa Teresa (4,8mm) e Grajaú (2,4mm).
Tempo instável desde domingo
De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura, o município entrou em Estágio de Atenção às 7h40m desta segunda-feira, devido à atuação de uma frente fria que provoca chuva moderada e poderá ganhar intensidade ao longo do dia. Pode haver ainda descargas elétricas e rajadas de vento. O tempo está instável desde a noite deste domingo. Além disso, uma ressaca com ondas de 2,5 a 3 metros deve atingir o litoral.
A prefeitura informou, em nota, que as equipes da Comlurb, da Secretaria municipal de Conservação, da CET-Rio e da Guarda Municipal estão reforçadas e em prontidão para agilizar as ações de resposta a possíveis transtornos", durante toda a segunda-feira. Ainda de acordo com a prefeitura, a Defesa Civil mobilizou equipes que atuam preventivamente em áreas com risco de ocorrer deslizamentos. Nesses locais, moradores devem ficar atentos a um eventual acionamento do sistema de sirenes.
- Temos uma condição de chuva de moderada a forte na cidade inteira, situação que é diferente de chuvas de verão que temos pancadas de chuva em alguns pontos da cidade, mas logo param. A condição de hoje é de chuva contiuada - explica Pedro Junqueira, chefe executivo de operações do COR.
Junqueira ressalta também que esse tipo de precipitação encharca o solo, podendo causar o acionamento das sirenes de áreas de risco que, eventualmente, podem ter que ser evacuadas.
- A chuva continuada vai consumindo redes de drenagem da cidade, aumentando a possibilidade de formação de bolsões d'água. Caso ela venha com vento, pode causar queda de árvores que, se caírem na rede elétrica, podem ocasionar falta de luz. Nesse momento um dos maiores recursos que a gente tem é manter os cidados bem informados, para evitar que as pessoas entrem em situações problemáticas - pontuou Junqueira.
De acordo com o Centro de Hidrografia da Marinha, as ondas devem atingir o litoral entre 9h de segunda e 9h de quarta-feira. Segundo o meteorologista do Alerta Rio Pedro Jourdan, isso pode dificultar a drenagem da água da chuva, principalmente nas áreas baixas da cidade, como Lagoa, orla da Zona Sul e o canal do Mangue.
Segundo Jourdan, o volume de chuvas deve ser elevado. Segundo ele, a frente fria, que chega pelo mar, provocará o transporte de umidade do oceano em direção à cidade:
— A umidade do mar vai cair sob forma de chuva, e isso é o que deve causar a constância da precipitação. A frente fria é um sistema bem amplo, de abrangência grande. Então, todas as áreas da cidade vão ser influenciadas por esse sistema meteorológico.

2013/11/26

Chuva: cinco cidades do interior e um rio na Baixada estão em alerta

RIO - A chuva que cai em diversas regiões do estado nesta terça-feira deixa cinco cidades e um rio na Baixada Fluminense em estado de alerta. Os municípios atingidos ficam no Norte e Noroeste Fluminense. São eles: Laje do Muriaé, Itaperuna, Italva, Cardoso Moreira e Campos. Na Baixada, o Rio Capivari, que passa por Belford Roxo e Duque de Caxias, apresenta risco iminente de transbordamento. Os outros rios da região seguem em estado de atenção. O mesmo acontece com cidades do Sul Fluminense e Região Serrana. No Rio, a chuva causa transtornos principalmente na Zona Sul. Em Laranjeiras, um deslizamento derrubou um muro. Já em São Conrado, uma árvore caiu na Estrada da Gávea, atingido um ônibus e fechando a via nos dois sentidos.

A Estrada da Gávea foi fechada na altura do 430, próximo à Rua São Leobaldo, esquina com a Rua Dionéa, na Rocinha. O desvio é feito pela Rua Marquês de São Vicente e pela Autoestrada Lagoa-Barra. Equipes do quartel da Gávea, da CET-Rio e da Comlurb atuam no local. Um trecho da via está sem luz porque a fiação da rede elétrica acabou sendo derrubada. O ônibus atingido é da Viação Alpha e fazia a linha 175 (São Conrado-Gávea). Segundo um fiscal, o coletivo não estava lotado e ninguém se machucou. Segundo os Bombeiros, ninguém ficou ferido na queda da árvore.

Em Laranjeiras, a rua interditada por um deslizamento é a Belisário Távora. Seis carros foram atingidos pelo muro derrubado, na altura do número 521. Bombeiros do quartel do Catete foram acionados por volta de 8h40m. A ocorrência também não deixou vítimas.

No Norte e Noroeste Fluminense, a Defesa Civil está de prontidão, principalmente por conta do risco de transbordamento dos rios Muriaé e Paraíba do Sul, já que a chuva é forte nos estados de Minas e São Paulo, onde ficam as cabeceiras dos rios. Segundo a Defesa Civil, dos cinco municípios em alerta, somente Campos tem infraestrutura de proteção para conter a elevação do nível do Rio Paraíba do Sul em sua área urbana, com uma bateria de diques construída nos anos 1960. De acordo com o coronel Pires, coordenador estadual da Defesa Civil na região, o Rio Pomba também está sendo monitorado. No Sul Fluminense, o Rio Paraíba, que corta quase todas as cidades da região, está acima do seu nível normal, mas não transbordou.

Na Região Serrana, houve um deslizamento no quintal de uma casa, na Rua Vital Brasil, no bairro São Sebastião, em Petrópolis, na noite desta segunda-feira. Segundo o Corpo de Bombeiros da cidade, o imóvel não foi atingido, e ninguém ficou ferido. Na Rua Ferreira Barcellos, no bairro Retiro, mas também sem prejuízos nem vítimas. A Secretaria municipal de Defesa Civil informou que, até o momento, nenhuma ocorrência grave foi registrada na cidade. Os agentes atenderam apenas a pedidos de vistoria preventiva.

A cidade de Petrópolis segue em estado de atenção, com a secretaria acompanhando os índices pluviométricos. Os pluviômetros automáticos instalados em Petrópolis apontam que o maior índice foi registrado em Araras, onde choveu 46 milímetros em 24 horas. O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) chegou a emitir um alerta de iminência de transbordamento do Rio Quitandinha na noite desta segunda-feira. De acordo com o sistema de alerta de cheias do instituto, em 24 horas foram registrados 101,8 milímetros de chuva no Centro da cidade. Apesar da intensidade do temporal, não foram registrados alagamentos na cidade.

A chuva, que atinge o estado há quatro dias, causou uma morte nesta segunda-feira. O corpo do pedreiro Antônio Rocha do Nascimento, de 42 anos, foi encontrado em um valão que corta a Rua Antônio Cunha, no bairro Carmari, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ele foi levado por bombeiros para o Instituto Médico-Legal (IML). Segundo familiares, o pedreiro foi arrastado pela correnteza de um afluente do Rio Botas, que transbordou.

Acidentes e quedas de barreiras em rodovias do interior

Uma queda de barreira na Via Dutra, na altura da Serra das Araras, interditou totalmente a via, por volta das 4h20m desta terça-feira. Devido ao problema, o tráfego chegou a registrar sete quilômetros de engarrafamento. Equipes limparam a via, e a circulação foi retomada. Na mesma rodovia, um acidente entre um caminhão e uma carreta, na manhã desta terça-feira, interditou parcialmente a pista e o tráfego seguia lento no sentido Rio, na altura de Resende.

No início da noite de segunda-feira, um engavetamento envolvendo três veículos interrompeu a Dutra, no quilômetro 290, na altura de Porto Real, no sentido São Paulo. O motorista de uma carreta perdeu o controle do veículo por causa da pista molhada e acabou colidindo com um caminhão e um carro. Ninguém ficou ferido.

Também na segunda-feira, uma barreira caiu na Rodovia Rio-Santos, no quilômetro 552, no bairro Taquari, em Paraty, na Costa Verde. A terra interditou parcialmente a pista, mas não houve congestionamento no trecho. Na mesma rodovia, no quilômetro 526, no bairro Praia Vermelha, em Angra dos Reis, um acidente provocou uma morte e deixou quatro pessoas feridas.
As chuvas também provocaram um acidente com morte, na tarde de segunda-feira, na BR-393 (Rodovia Lúcio Meira, antiga Rio-Bahia), no quilômetro 229, na altura de Vassouras, no Sul Fluminense. Outras duas pessoas ficaram feridas. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o motorista da carreta chegou a fugir do local após o acidente, mas foi localizado em Volta Redonda.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/chuva-cinco-cidades-do-interior-um-rio-na-baixada-estao-em-alerta-10882482#ixzz2llllqj5n

2013/11/17

Chuva forte provoca transtornos no Rio

RIO - O avanço de uma frente fria pela costa do Rio de Janeiro deixou o tempo chuvoso e complicou o trânsito ao longo de todo o domingo. O céu esteve predominantemente encoberto e houve registro de chuva moderada a forte, especialmente nas zonas oeste e norte da Cidade.

Trechos de Campo Grande e Jacarepaguá, na Zona Oeste; da Urca e do Cosme Velho, na Zona Sul; e de bairros próximos à Penha, na Zona Norte, sofrem com a falta de luz. Segundo a Light, a interrupção acontece devido à chuva e ventos fortes que ocasionaram a queda de árvores e outros objetos sobre a rede elétrica.

A companhia pede atenção aos motoristas e pedestres que passam por esses locais. Em nota, a Light não informa quando a energia será restabelecida e afirma que “os prazos para a normalização dos serviços dependem da complexidade da situação ocorrida em cada circunstância”.

Um eucalipto, com cerca de 10 metros de altura, caiu em uma encosta na Estrada das Furnas, próximo ao número 2.261, no No Alto da Boa Vista. Dez bombeiros trabalharam na retirada da árvore, cortando como motoserra e puxando com cabo de aço. A via ficou interditada nos dois sentidos até as 15h e um poste e a fiação foram danificados.

Neste final de tarde, o fluxo encontra-se intenso na Linha Vermelha (sentido Centro, na altura da Ilha do Fundão), Avenida Brasil (sentido Centro, na altura do Caju, sentido Zona Oeste ) e Estrada de Grajaú-Jacarepaguá (sentidos Zona Oeste e Zona Norte).

Por volta das 16h, formou-se uma retenção no Túnel Rebouças, sentido Centro. Houve acidente com um carro na segunda galeria do túnel. A CET-Rio e os Bombeiros foram ao local local. No momento, o fluxo encontra-se lento.

Na Zona Sul, a Praia de Botafogo tem trânsito intenso no sentido Copacabana. A Ponte Rio-Niterói tem fluxo intenso no sentido Rio, da Ilha do Mocanguê até a descida para a Avenida Brasil.

A BR-101 apresenta lentidão na altura de Rio Bonito, Itaboraí e São Gonçalo, no sentido Niterói, também devido ao tráfego intenso.

As bacias da Baía de Sepetiba, que abrange os bairros de Santa Cruz, Campo Grande, Sepetiba e Guaratiba, estão em Estágio de Atenção, devido à passagem de uma frente fria. O sistema favorece a precipitação de chuva moderada sobre a cidade do Rio de Janeiro.

De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, às 14h houve registro de vento com a velocidade de 76,7 km/h na estação do Inmet, em Guaratiba. Mais cedo, às 11h10, as bacias da Zona Sul, da Baía de Guanabara e da Baía de Jacarepaguá entraram em Estágio de Atenção.

A Bacia da Baía de Guanabara abrange os seguintes bairros: Pavuna, Penha, Bangu, Realengo, Ramos, Madureira, Tijuca, Centro e Ilha do Governador. A bacia da Zona Sul, Ipanema, Leblon, Gávea, Copacabana, Jardim Botânico, Lagoa, Laranjeiras e outros bairros da Zona Sul do município. E a Bacia da Baía de Jacarepaguá abrange Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Vargem Pequena e Jacarepaguá.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/chuva-forte-provoca-transtornos-no-rio-10800230#ixzz2kw9uzERc

2011/10/28

Granizo na BR 101

Uma forte chuva, com queda de granizo, assustou motoristas e moradores de áreas ao longo da BR 101, sentido Campos dos Goytacazes - Rio de Janeiro, instantes atrás, entre a localidade conhecida como Serrinha e o município de Casimiro de Abreu.
A visibilidade era muito ruim, o que obrigou os motoristas a pararem os veículos em acostamentos e locais de abrigo.
Até o momento não há informações sobre grandes danos ou acidentes.

2011/09/24

Começa a chover forte no Rock in Rio

Uma forte chuva pegou os frequentadores do Rock in Rio de surpresa no fim da tarde deste sábado.
Sem ter onde se proteger, as pessoas buscam por abrigo.
Quem estiver indo agora para a Cidade do Rock pode levar capas de chuva. Guarda-chuvas, no entanto, não são permitidos.
Embora não sejam permitidos venderores ambulantes dentro do festival, as capas de chuva estão sendo vendidas em média por R$ 20.

Folha.com
Uol

2011/04/26

Chuva mata uma pessoa e alaga ruas no Rio de Janeiro

Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá continua interditada; em quatro horas choveu o volume de água esperado para 40 dias

Uma pessoa morreu e vários bairros ficaram debaixo d'água na cidade do Rio, principalmente na zona norte, em razão da forte chuva que atingiu a cidade na noite de ontem. Às 21h30, a Defesa Civil decretou estado de alerta na cidade após o transbordamento de rios e córregos, retornando ao estágio de atenção na manhã desta terça-feira (26).

O volume de água esperado para um período de 40 dias caiu sobre parte da cidade em apenas quatro horas, segundo informou o prefeito Eduardo Paes, que passou a madrugada inteira no Centro de Operações da Prefeitura. Às 5h30, parte da Praça da Bandeira, na região central do Rio, ainda estava alagada, junto ao viaduto da avenida Presidente Vargas.

No local, uma pessoa foi encontrada morta, possivelmente por afogamento. Ainda nesta madrugada, uma mulher de 24 anos foi atingida por uma descarga elétrica ao se apoiar em um poste na rua Conde de Bonfim, perto do número 616, na zona Norte do Rio. Uma ambulância do Corpo de Bombeiros, que passava pelo local, socorreu a vítima e a levou para o Hospital do Andaraí.

Com o transbordamento do rio Maracanã, a Praça da Bandeira foi inundada e tomada por uma correnteza, que arrastou vários carros. O canal do Mangue também transbordou, inundando a avenida Francisco Bicalho, próximo também à Praça da Bandeira.

Pelo menos 23 vias - entre ruas e avenidas - a maioria na zona norte carioca. Nas regiões da Tijuca e Maracanã, a chuva causou alagamentos intransitáveis nas ruas Teodoro da Silva, Barão do Bom Retiro, Pereira Nunes, Conde de Bonfim, no Boulevard 28 de Setembro, rua Uruguai, avenida Radial Oeste, Praça da Bandeira e avenida Maracanã.

Alagamentos também foram registrados na região de São Cristóvão. Os pontos intransitáveis foram confirmados na rua São Luís Gonzaga e no Largo da Cancela. Já na região do Santo Cristo, no Centro, ficaram inundadas a avenida Francisco Bicalho e a Descida da Linha Vermelha.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) teve de interditar a pista sentido centro do túnel Rebouças - principal ligação entre as zonas sul e norte - na segunda galeria, para que os motoristas não ficassem retidos nos alagamentos após o túnel, mas a via foi reaberta.

Transportes

Nesta terça-feira, o aeroporto Tom Jobim opera por instrumentos desde a madrugada. Dos 20 voos previstos para esta terça-feira, oito (40%) atrasaram. O aeroporto Santos Dumont registra dois voos atrasados de 13 programados para o período.

A Supervia informou que a estação São Francisco Xavier (ramal Santa Cruz) foi reaberta e o funcionamento está restabelecido. A estação estava fechada devido a A circulação dos trens segue com os intervalos regulares.

As estações de Olaria (ramal Saracuruna) e São Francisco Xavier (ramal Santa Cruz) estavam fechadas, desde às 5h40, por causa dos acessos que estavam alagados.

Desde às 1h40 a Autoestrada Grajaú-Jacarepagu, via que liga a zona norte à zona oeste, está totalmente interditada devido ao deslizamento de uma pedra na via, em frente ao Morro da Árvore Seca. Um carro foi atingido, mas não houve vítimas. Equipes da Geo-Rio estão no local.

Os motoristas enfrentam dificuldades também nos bairros da Leopoldina, Centro, Estácio, Tijuca e Praça da Bandeira.

Estágio de atenção

egundo o último boletim do Alerta Rio, a previsão é de mais chuva nesta manhã e o estágio é de atenção, pois há possibilidade de chuva moderada a forte nas próximas horas.

O Alerta Rio informa que a chuva forte que atingiu o Rio na noite de segunda-feira (25) e na madrugada de terça-feira (26) acumulou 274 mm, num período de nove horas, em apenas uma das estações pluviométricas (Tijuca/Muda). A mesma estação registrou, às 21h de segunda, o terceiro maior pico de chuva desde a criação do Alerta Rio, em 1997, com um acúmulo de 99,6 mm de chuva por hora.

As estações pluviométricas com maior incidência de chuva nas últimas 24h foram: Tijuca/Muda (274,2 mm), Tijuca (218,2 mm) e Grajaú (185,0 mm), na Zona Norte.

Sirenes foram acionadas

Na noite desta segunda-feira (25), o Centro de Operações da Prefeitura do Rio acionou as sirenes das comunidades do Borel, Formiga, Chacrinha, Cotia, Arrelia, Encontro, Santa Terezinha, Dona Francisca e Cachoeira Grande. As sirenes foram instaladas nas comunidades devido ao risco de deslizamentos. Na manhã desta terça-feira, a prefeitura suspendeu o alerta das sirenes em 11 comunidades da Grande Tijuca

Na área em que as sirenes foram acionadas, o índice pluviométrico ultrapassou os 40mm em uma hora. Em todos estes locais, agentes comunitários orientaram os moradores a deixarem suas casas.

iG Rio de Janeiro | 26/04/2011 06:59 - Atualizada às 09:51
*Com informações da Agência Estado