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2018/05/22

Comitê da ONU rejeita pedido de medidas cautelares de Lula

EFE

Genebra, 22 mai (EFE).- O Comitê de Direitos Humanos da ONU rejeitou nesta terça-feira a solicitação da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que este órgão ditasse uma medida cautelar a seu favor para evitar que permaneça preso.

"Para que se peça a um Estado que se estabeleçam medidas cautelares se deve demonstrar que este está violando de forma irreparável alguns dos preceitos do Pacto e, se baseando na informação que Lula apresentou ao Comitê, não se demonstrou que estivesse em risco de sofrer um dano irreparável", disse em declarações à Agência Efe uma das integrantes do Comitê, Sarah Cleveland.
 
https://br.yahoo.com/noticias/nazarbayev-defende-papel-cazaquist%C3%A3o-desenvolvimento-euro-asi%C3%A1tico-235959898.html

2016/08/31

Governos europeus querem relançar contatos com Brasil depois de impeachment

Genebra - A definição política no Brasil não resolve por si só a crise institucional e econômica no País, mas abre espaço para que governos estrangeiros voltem a manter relações com Brasília e voltar a debater projetos concretos. Essa é a avaliação interna de diversas diplomacias europeias e na ONU ouvidas pela reportagem e que apontaram que, diante de um mundo afetado por diversas crises, um cenário de instabilidade na América do Sul era tudo o que não se desejava neste momento. "O mundo não se pode dar ao luxo de ter mais uma crise e muito menos num país do tamanho do Brasil", alertou um negociador de alto escalão da ONU e próximo às principais potências do Conselho de Segurança. 

Pedindo anonimato por conta de sua posição delicada de mediar conflitos, ele deixou claro à reportagem que, nos últimos meses, o "mundo prendeu a respiração" diante da crise brasileira.

Oficialmente, a ordem em diversas capitais é a de insistir que a decisão de impeachment no Brasil é um processo "interno" e que não cabe um julgamento. Nos bastidores, no entanto, diplomatas de governos como o da Alemanha, Espanha, Itália e Reino Unido indicaram à reportagem que apenas estavam aguardando o fim do processo de impeachment para retomar programas de cooperação e preparar o envio de ministros e alto escalão para visitas oficiais.

O Itamaraty confirmou à reportagem que também já havia sido comunicado informalmente por diversos governos europeus de que essa retomada de viagens iria ocorrer a partir de setembro.Um dos projetos mais aguardados na Europa ainda é o de concluir o acordo entre Mercosul e UE. Segundo fontes em Bruxelas, a UE já demonstrou que vai seguir adiante com o projeto, inclusive por conta da troca de ofertas de liberalização entre as duas partes, mesmo durante o governo interino de Michel Temer. A volta de uma relação com o Brasil não significa, porém, que houve uma aprovação do que ocorreu no País.

Para diplomatas estrangeiros, a crise ainda enfraqueceu o poder de barganha do Brasil em negociações e retirou parte do peso que, nos últimos 15 anos, havia conseguido obter.  "Houve um momento em que não se fazia nada no comércio, meio ambiente e até em assuntos de paz sem consultar o Brasil. Hoje, esse não deve ser mais o caso", admitiu um negociador em Genebra.Para governos estrangeiros, a fragilidade do novo cenário brasileiro também significa que capitais estrangeiras poderão tentar impor novas condições para as relações bilaterais. A avaliação é de que, ávidos por um reconhecimento e por demonstrar a normalização da situação política, Brasília pode acabar sendo mais flexível em aceitar certos acordos. Pragmatismo. Apesar da crise econômica no
País, os investimentos europeus no Brasil são considerados como de "longo prazo" e estratégicos para diversos setores. "O que precisamos ter é pragmatismo com o Brasil", admitiu um dos negociadores, que lembrou que o País não perderá o caráter de "parceiro estratégico" da UE. "Existem empresas apenas esperando uma definição política no Brasil para avaliar novos projetos", admitiu a fonte.

Uma pesquisa ainda realizada pela Amcham - a Câmara Americana de Comércio - também aponta para a mesma direção. 48% dos diretores e gestores financeiros ouvidos pela entidade indicaram que o processo de impeachment que retardou investimentos e decisões estratégicas em empresas no País. Na ONU, apesar de protestos iniciais de diversos governos diante do afastamento de Dilma Rousseff, a reportagem apurou que os últimos meses foi de "normalização" da relação com o governo brasileiro. Mesmo em reuniões presididas pela Venezuela na entidade com sede em Genebra, nenhuma queixa formal foi levantada ou assédios foram realizados contra os diplomatas brasileiros.

Nos últimos meses, a diplomacia do chanceler José Serra insistiu em reuniões bilaterais e multilaterais que o processo havia caminhado dentro da Constituição brasileira e que todas as etapas haviam sido respeitadas. Nos próximos dias, a ONU deve fazer um apelo para que o "diálogo" seja respeitado entre os diversos partidos para que a situação econômica e social seja lidada.  Pela Europa, porém, políticos ligados ao PT, CUT e grupos acadêmicos irão manter a pressão contra o governo Temer. Já na semana que vem, alguns desses eventos já poderão ocorrer em locais como Zurique, Berlim ou Paris.
Leia mais em: http://zip.net/bxtsSz
Estadão Conteúdo


2014/06/18

Oportunidades na ONU


O programa anual de seleção de talentos das Organizações das Nações Unidas (ONU) já está com inscrições abertas. Este ano, o Young Professional Programme (YPP) vai receber os cadastros de jovens profissionais de seis áreas: economia, direitos humanos, sistemas e tecnologia da informação, fotografia, política e produção de rádio. Para participar, é necessário ter até 32 anos, nível superior, ser fluente em inglês ou francês e ser natural de um dos 67 países selecionados — como Brasil, Estados Unidos, Turquia, Japão, Andorra e Angola. Os países são escolhidos de acordo com sua representação no Secretariado.
As inscrições para as áreas de política e sistemas e tecnologia da informação já estão abertas até 13 de agosto. Candidatos de economia e produção de rádio, por sua vez, poderão se inscrever a partir de 21 de junho. Já os candidatos para vagas em direitos humanos e fotografia poderão enviar a candidatura a partir de 27 de junho.
Na primeira etapa, os candidatos devem enviar um currículo e carta de motivação. Aqueles escolhidos após análise dos perfis farão uma prova, com questões em inglês, que é realizada mundialmente e costuma ser aplicada no mês de dezembro — a prova testa conhecimentos sobre política internacional, a capacidade de análise e síntese. Os aprovados na primeira fase passam ainda por uma entrevista. Caso sejam selecionados, serão contratados segundo disponibilidade de vagas por um período de dois anos na categoria “P2”, podendo depois ser alocados em outros países onde a ONU tem operação. As Organizações destacam, no entanto, que a aprovação no YPP não garante uma vaga imediata.
Mais informações sobre as inscrições e exemplos de provas anteriores podem ser ser obtidos no site do YPP.


2013/11/26

Faça a sua parte

Insira o Dia Mundial dos Animais na agenda global das Nações Unidas!

Visite:
http://www.wspamove.org/theun/?utm_source=standalone&utm_medium=email&utm_campaign=wspamovebr



Mover as Nações Unidas

Mês passado mais de dezesseis mil pessoas ajudaram-nos a mover as Nações Unidas para reconhecer o Dia Mundial dos Animais. Tome uma atitude pelos animais, dizendo para nós porque eles são importantes para você.

"A grandeza de uma nação e de seu progresso moral podem ser julgados pela forma como seus animais são tratados" - Mahatma Gandhi
 
 
 

Dia Mundial dos Animais

Ao fazer do Dia Mundial dos Animais um evento oficial das Nações Unidas, estaremos engajando os governos de todo o mundo para refletirem sobre a situação de maus-tratos dos animais e, desta forma, contribuir para tomarem medidas de proteção em prol dos animais agora e no futuro.

Junte-se à nós!

2011/11/29

África do Sul tem protesto contra desmatamento na Amazônia

John Robinson, Greenpeace/AP

Militantes do Greenpeace se vestiram de árvores em Durban.

Cidade é palco da Conferência do Clima da ONU.
G1